Vídeo aula Michael – Ritmos Brasileiros

Galera, a partir de agora vocês poderão acompanhar em nossas redes sociais uma série de reviews e vídeo aulas produzidos pela Michael!

A nossa primeira aula será ministrada pela Artista Michael Débora Ildêncio. Serão 3 vídeos onde ela ensinará como tocar diversos estilos musicais e passará importantes dicas e técnicas, para você mandar super bem e fazer o seu som. Nesta primeira vídeo aula, você vai aprender como tocar Samba, Samba-Canção e Bossa Nova no violão Michael Antares VM19E!

Você pode conferir clicando aqui!


Fique atento! Em breve uma nova vídeo aula com a Débora Ildêncio e mais ritmos para você tocar em seu violão Michael!

Quer aprender alguma música em específico? Tem sugestões para as próximas aulas? Envie nos comentários suas dicas e não deixe de conferir o canal de vídeos da Michel!

Até semana que vem!
Abraços,
Equipe Michael

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Bateria Eletrônica DDM-100

Nada melhor do que um baterista de mão cheia para falar de uma bateria, concorda?!
Sendo assim, o post de hoje foi feito pelo próprio Alex Curi, que, além de falar sobre as características da batera, gravou um vídeo para exemplificar tudo o que ela faz!

Confira!

Fala pessoal!

Vamos falar de praticidade e criatividade!

A DDM-100 é uma bateria eletrônica direcionada para quem quer ter um elemento “coringa” em casa, no estúdio ou ao vivo. Apesar de ser mais simples do que a DDM-110, ela também apresenta ótimos recursos para estudo, como: Metrônomo (Click) com ajuste de tempo, acompanhamentos em diversos estilos com opção Drum Off (remover a bateria original e tocar em cima), a opção para gravação e shows: Sistema “Choke” no prato de ataque (interrupção do som ao segurar a borda), saída USB para conectar à um computador e expandir os timbres com um Software e também ressalto a praticidade de montar e desmontar todo o Kit com presilhas do tipo “Borboleta”, dispensando chaves e a resistência dos Pads. Perfeita para utilizar como recurso extra no seu Kit acústico! Grande abraço a todos!

Mas, melhor do que saber a opinião de um profissional, assista ao vídeo que o Alex gravou, demonstrando tudo o que ele disse no texto acima.


FICHA TÉCNICA

Ficou alguma dúvida? Acha que a bateria acústica é melhor? Confira aqui o post que fizemos sobre quem ganha: Bateria Acústica X Bateria Eletrônica!

Até semana que vem!

Abraços,
Equipe Michael
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Artista Michael – Alex Curi

O nosso bate papo de hoje é com o baterista Alex Curi!
Vocês votaram, e ele foi um dos escolhidos para contar um pouquinho pra gente sobre sua vida e carreira musical.

Confira:

Michael: Alex, como surgiu esse interesse pela música ou, especificamente, pela bateria?
Alex: Descobri minha paixão pela música aos 6 anos de idade, incentivado pelo meu Pai, Ronaldo Curi (também Músico e Diretor de Tv), quando ele me deu minha primeira bateria. Mas, como sou apaixonado por Rock Progressivo, consequentemente tive interesse por outros instrumentos como o baixo, guitarra e piano.

M: Quais bandas te influenciaram?
A: As bandas e artistas mais influentes para minha carreira foram: Rush, Frank Zappa, Victor Wooten, Genesis, Deep Purple e Santana.

M: Como baterista, conta pra gente um pouco da sua trajetória e o que tem feito atualmente.
A: Após muitas experiências com bandas de diversos estilos como, por exemplo, Dr Silvana & Cia, fui convidado para participar do teste para integrar a BACAMARTE, banda de Rock Progressivo de reconhecimento mundial, com apenas 19 anos, na qual trabalho atualmente. Além do Bacamarte, acompanho o pianista Glaucio Cristelo (Piano Rock), tendo gravado todos os cds lançados, e também integro o trio instrumental de Fusion CSM com Jorge Mathias no baixo e Daniel Sant’ana na guitarra.

M: E como baixista, como tem sido sua carreira?
A: Como baixista, já fiz parte da banda do notável Rogério Skylab, de 2003 até 2014. Também atuei com alguns artistas da Jovem Guarda e no Cd tributo ao compositor Getúlio Côrtes (Negro Gato) acompanhando Erasmo Carlos, Leno, Eduardo Dusek, Golden Boys, Renato e Seus Blue Caps. Hoje em dia, me dedico ao baixo apenas para produções em estúdio.

M: Você também possui uma outra banda, que tem uma pegada um pouco diferente das demais que já trabalhou. Como funciona?
A: Sequaz é o nome do meu trabalho autoral em que deposito minhas ideias, arranjos e sonoridade. Neste projeto, junto ao guitarrista Thiago Martins, lançamos de forma independente o cd “Ilha Distante”, totalmente instrumental.

M: Como artistas Michael, o que mais te chamou a atenção na equipe e por que escolheu fazer parte do nosso time?
A: Escolhi fazer parte do time da Michael por acreditar que a empresa valoriza os artistas, além de estar atenta às necessidades dos músicos apresentando cada vez mais instrumentos de qualidade. Com a nova linha de baterias e peles, o padrão de qualidade subiu mais ainda atingindo músicos cada vez mais exigentes!

M: Você tem levado a bateria acústica e eletrônica para todos os lugares. O que tem achado do desempenho delas?
A: Sobre a bateria Michael Elevation DM853, ela é surpreendente. Isso traduz a linha Elevation. Além do timbre bem definido e consistente, o acabamento me agrada muito. As ferragens também são bastante reforçadas e atendem às minhas necessidades.. Já a bateria Eletrônica DDM110 valoriza a versatilidade, a fácil operação do módulo. Os Pads de borracha proporcionam um rebote mais controlado e o sistema Choke dos pratos responde rápido. Outra vantagem é a possibilidade de conectá-la ao computador, via Midi e USB, e controlar um software de expansão. Tenho a DDM integrada ao meu kit acústico, desta forma, consigo infinitas combinações e possibilidades.

M: Alex, você tem um público bem fiel, e que votou bastante para você ganhar uma postagem especial aqui no blog. O que você tem a dizer para todos os seus fãs?

A: Quero deixar o meu “muito obrigado” a todos que prestigiam meu trabalho, não só como músico e produtor, mas também como parceiro da Michael. Tenho respondido muitas dúvidas sobre as baterias eletrônicas e acústicas, deixadas no youtube e no meu site, é sempre um prazer contribuir com a música e espero que isso tenha encorajado mais pessoas a estudar e amar o que fazem. Deus abençoe todos nós e nos mantenha com saúde para continuar!

Galera, além de infinitas habilidades com os instrumentos musicais, o Alex mergulhou também no mundo da produção musical com a realização de muitos trabalhos em diversos estilos.
Quem saber mais sobre o Alex? Deixe aqui nos comentários as suas perguntas.

Até semana que vem!

Abraços,

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Artista Michael – Débora Ildêncio

Galera, esse post é pra vocês, fãs da Débora, que votaram e votaram para que fizéssemos um post especial sobre ela.

Leiam, curtam e compartilhem a história dessa instrumentista brilhante!

Michael: Débora, sabemos que você é uma musicista autodidata, mas esse aprendizado foi só com o violão ou você aprendeu sozinha todos os outros?

Débora: Desde criança brincava e inventava meus próprios instrumentos musicais. Aos 8 anos, iniciei o aprendizado de teclado.  Autodidata comecei a tocar violão aos 15 anos, em seguida,  a me apresentar em bares da cidade e  a ministrar aulas de música para outros jovens no colégio que estudava.

M:
Conta um pouquinho pros seus fãs sobre sua formação e os instrumentos que toca.

D: Sou  formada em Música/Violão Erudito, atuo como professora, cantora, compositora, multi-instrumentista (tocando instrumentos como: violão viola, cavaquinho, banjo, cajon, pandeiro e outras percussões). Sou também produtora musical e executiva, além de ministrar workshops, workshows, e  oficinas em todo o país. Em  2013, lancei meus próprios métodos voltados para percussão, que são sucesso internacional, sendo vendidos para países como Alemanha, Argentina, EUA , Japão entre outros.

M: Você já tocou com quais personalidades?

D: Já dividi o palco com nomes importantes do cenário do choro mineiro como: Marcela Nunes, Lucas Telles, Carlos Walter, além de outros músicos como Airton Silva, Pedrinho do Cavaco e o maestro Alphonsus Silveira.

M: Você se tornou uma artista Michael a pouco tempo. O que representa para você estar nessa grande família?

D: Escolhi a Michael por acreditar que a empresa tem conquistado cada vez mais o mercado pela qualidade, inovação, responsabilidade e respeito ao músico. Além disso, os violões Michael são muito confortáveis, possuem detalhes requintados,  apresentam excelente tocabilidade e oferecem ótima sonoridade, que valoriza as apresentações.

M: Qual o conselho você daria para quem está começando agora as aulas de música?

D: Música precisa de disciplina e dedicação para conquistar os objetivos. Alguns quesitos poderão ajudar ainda mais na formação e no desempenho do músico, como a sensibilidade e o bom senso. Técnica sem esses conceitos são apenas técnicas. O músico precisa transcender, ir além, e fazer do instrumento  e do corpo um só para causar em si e nos outros sentimentos indeléveis.

M: Você possui uma quantidade de fãs enorme e percebemos que eles têm um carinho muito grande com você. Para finalizar o bate papo, deixa uma mensagem para eles!

D: Olá, meus queridos fãs e alunos. Faltam palavras para agradecer o imenso carinho. Obrigada pelos votos e pelos recados deixados. Alegria transbordou-me ao ler cada post. Vocês são demais!! Meus mais sinceros agradecimentos. Obrigada por acompanharem o meu trabalho!!! Fiquem ligados, em breve muitas novidades!
Grande beijo e muita música!!!

Pessoal, atualmente, a Débora Ildêncio está em turnê divulgando seu trabalho solo intitulado “Temperatura Ambiente”  e  prepara-se para começar a gravar seu próximo CD,  que também terá todas as músicas assinadas por ela. Além disso, ela é instrumentista solo do trio “Eu te Quero Bem” e do grupo “Choro Amado”,  produtora, violonista e percussionista do cantor Iran Porto, Vollatta e Soletto Grupo Musical, percussionista do cantor Silas Áquila, além de violonista no Grupo Celebrai.

Se você curtiu saber um pouco mais dessa talentosíssima instrumentista, deixe o seu comentário aqui no Blog ou em nosso facebook!

Abraços,

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Artista Michael – Luiz Cunha

Olá, pessoal! A pedidos de vocês, e muitos pedidos, o artista escolhido para falarmos mais um pouco é o Luiz Cunha, da banda Turne!



Batemos um papo bem legal e ele está muito feliz por toda a repercussão que nossa postagem gerou. Confira:

Michael: Luiz, conta um pouquinho pra gente como que surgiu o seu interesse por música e pelos estudos.

Luiz: Desde pequeno, sempre que meus pais ouviam rock (sim,tenho pais rockeiros!! risos), me lembro de pegar algo e batucar no sofá, na cama, na mesa ou onde quer que desse pra tirar um som. Foi meio que uma evolução natural tocar bateria! (risos).  Como nasci no final dos anos 70, ainda pude desfrutar o rock daquela época.  Bandas como Deep Purple, Led Zeppelin, Kansas, Rush, Pink Floyd e tantas outras faziam e fazem parte da trilha sonora da minha vida. O sonho do meu pai era que eu tocasse guitarra, e na verdade a primeira aula que fiz de algum instrumento foi em uma, mas ouvindo a bateria na outra sala não consegui resistir! Fui até a coordenação e perguntei se haveria algum problema em trocar de instrumento. Como me disseram que não, mudei e não falei nada em casa! Seis meses depois, meu pai achando que eu estava firme nas aulas de guitarra (e eu enrolando ele), ele me pergunta como eu estava me saindo (risos). Acabei contando que já estava na bateria há um tempão e não tinha mais jeito! Eu tinha 12 anos e morava em apartamento, só fui poder ter minha primeira bateria depois de completar 18 anos em 1996! Hoje eu e ele rimos disso!

M: Quando você começou a tocar profissionalmente e com quais personalidades já tocou?

L: Comecei a tocar profissionalmente somente aos 18 anos, em 1996. De lá pra cá, acompanhei e dividi o palco com inúmeros artistas, como: Kenny Brown (USA), Victor Biglione (ARG), Fernando Miyata, Flávio Guimarães, Daniel Granado, Lobão, Marina Lima e etc. Em 2010 fui convidado a ingressar na banda Turne, que tem como vocalista a Luana Camarah, artista que teve grande destaque no programa “The Voice Brasil 2013″.

M: O que é pra você ser um artista da Michael e como isso afetou sua vida?

L: Com minha bateria Michael Elevation, tenho tocado pelos quatro cantos do Brasil levantando a bandeira do Rock Brasileiro. Tocar com a Michael tem sido um imenso prazer dentro e fora dos palcos. Sou um cara muito ligado às pessoas e, assim como acontece em minha banda, encontrei na Michael, não só grandes parceiros profissionais, mas também uma grande família. E esse respeito e carinho que encontro com vocês reflete nitidamente em seus instrumentos.

O som e o visual dessa batera têm sido elogiados em todos os lugares que vou, tanto por técnicos de som, quanto por quem não é do meio. Sinceramente, não poderia estar mais satisfeito!

M: Nós sabemos que a carreira musical é um desafio a cada dia. O que você diria para quem está começando agora e sonha em ter uma banda tão conhecida como a sua?

L: Pra chegar até aqui não foi nada fácil, e esse é apenas o início da jornada. Se tem algo que eu posso dizer pra quem está começando a trilhar esse caminho, é que tenha fé,  trabalhe e se esforce! Pois um dia, seu lugar estará reservado! Como disse, isso é só o início!!!

M: Para finalizar, deixa um recadinho para todos os seus fãs!

L: Eu queria agradecer demais pelo carinho e apoio que todos os fãs nos mandam diariamente. Ter meu nome escolhido como o primeiro pra matéria no blog da Michael é uma honra, e isso só aconteceu graças a vocês!

Esperamos que todos tenham gostado de saber um pouquinho mais da vida e carreira do Luiz. Além de um excelente músico, é uma pessoa muito simpática, engraçada e humilde.

Se tem outro artista que você quer saber mais, continue marcando nos comentários. Quem sabe ele não é o próximo?

Até mais, galera!

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Novos artistas Michael!

Profundos conhecedores da música, intérpretes, compositores e agora, artistas Michael! Essas são apenas algumas das qualidades dos nossos músicos.

É com muito orgulho e entusiasmo que, nós da Michael, apresentamos a você todos os nossos artistas!

Cada um deles representa exatamente como nós somos:  despojados, criativos e estudiosos. Todos os estilos e valores reunidos em uma marca, para trazer o que há de melhor em termos de musicalidade!

Fique ligado em nossas redes sociais e acompanhe o trabalho de cada um deles e as novidades que estamos preparando para você ;)

Curtiu nossos músicos? Qual deles você gostaria de saber um pouco mais? Deixe aqui sua opinião e faremos um post especial sobre o artista escolhido!
Quem fala música, fala a mesma língua!

Abraços e até mais!

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Você usa os pratos da sua bateria do modo certo?

Pois é meus caros bateristas, não é só chegar e sair tocando, fazendo muito barulho por aí com sua batera, não! Os pratos também merecem sua atenção e cuidado.

O post de hoje é pra você que ficou curioso se está tocando certo ou pra quem está começando a tocar batera.

♫          Ao bater no prato, faça o movimento de chicote e procure não usar o “pescoço” da baqueta. Use a ponta, para que o impacto não seja muito agressivo;

♫           Não deixe os pratos muito presos no pedestal, senão eles podem rachar ou quebrar. O ideal é o som vibrar naturalmente. Mas cuidado para não deixar solto demais, eles podem perder a precisão;

♫          Prato muito retos não é bom! Caso eles estejam assim, as chances de quebrar são maiores, pois as baquetas tendem a bater com mais pressão na borda. Tocando na superfície, você ganha mais em termos de som e tempo de uso;

♫            Certifique-se que os pratos não estão em contato direto com a estante. A borracha deve estar entre eles, de maneira que absorva este contato;

♫          Hit Hat: para para um som mais limpo, bata a ponta das baquetas na superfície do prato. Para ganhar volume e peso, bata na borda;

♫            Ride: toque com a baqueta no corpo do prato, e na cúpula, use a ponta para ganhar mais volume e ter boa dinâmica;

♫         Splash: Como é um prato mais fino, ele deve ser tocado da mesma maneira que um crash ou china. Mesmo com um mínimo de força, você consegue um som brilhante!


Mesmo com todas essas dicas, lembre-se das técnicas aprendidas e que cada prato tem sua dinâmica de uso e toque.

Agora, levanta e vai arrasar com sua batera! Se tiver uma Michael, manda uma foto ou vídeo pra gente!

Até a próxima e sucesso!

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Aperfeiçoando seu som!

Mesmo para quem já toca há um bom tempo, o estudo se faz necessário, não é mesmo?! Então, separamos algumas dicas fáceis e bem simples, que o ajudarão na hora de estudar e a se manter organizado!

♫ Foco!
Na hora do estudo, mantenha a mente focada! Nada de: “Só mais uma olhada no meu e mail” ou “Só vou comer e já começo a estudar”. Quando mais coisas interferirem no seu pensamento e nas suas atividades, mais desconcentrado você ficará!

♫ Programe-se
Não precisa parar o que está fazendo só para começar a tocar. Em uma planilha eletrônica, no caderno, ou se você for bom de memória, anote mentalmente os melhores dias e horários para praticar. O estudo irá render mais e tudo se tornará mais fácil.

♫ Revise

Sentiu dificuldade em fazer um som? Caso necessário, volte aos estudos mais básicos e tente novamente! Não há porquê se envergonhar! Melhor “voltar 2 casas” do que se estressar com algo que não sai como você gostaria.

♫ Repetição
Aprendeu algo ou alguma música nova? Repita várias e várias vezes. Faça isso até não errar mais e o som sair do jeito certo!

♫ Cante
Mesmo que você não seja o frontman da banda, cante! Cantar o ajudará a desenvolver melhor o seu ouvido e aperfeiçoar o som.

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Dicas de manutenção para sua Guita!

Independente do estilo, marca ou grau de estudo musical, para a guitarra fazer um som bacana, ela precisa de alguns cuidados básicos. Será que você anda realizando todos? Confira no post abaixo algumas dicas rápidas de como cuidar da guita!

Como limpar sua guitarra
Não é nada caro e nem complicado. Use produtos próprios ou até mesmo esses de móveis com uma flanela seca.

Braços e trastes
Tocando muito ou pouco, com o tempo as escalas vão acumulando poeira e suor das mãos. Para retirar esses resíduos, basta usar uma flanela de microfibra um pouco úmida e pronto! Sem sacrifícios.

Cordas
Assim como as escalas, as cordas ficam com o suor dos dedos e podem oxidar. Lembre-se cordas enferrujadas danificam os trastes. No post anterior falamos sobre encordoamento de aço e de quanto em quanto tempo devemos substitui-los. Vale a pena dar uma lida!

Temperatura ambiente e umidade
Esses são os “inimigos” do nosso instrumento. Evite o frio, calor e umidade, eles podem entortar o braço, raxaduras e inchar a madeira. Claro que tocamos em vários ambientes e regiões diferentes, mas quando não estiver tocando, guarde sempre a guitarra em um case próprio. Isso a mantêm nas condições ideais, sem causar nenhum dano, até mesmo queda!

Separamos também outras dicas, muito importantes, de conservação:

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Cordas de aço – Cuidados indispensáveis para se ter um bom som!

As cordas de guitarra e violão, além de indispensáveis, possuem prazo certo de validade. O suor, sujeira das mãos e a umidade do ar contribuem, e muito, para o desgaste do encordoamento. Tudo isso acontece justamente porque as cordas são de aço, ou seja, elas enferrujam e oxidam.

Geralmente ao se tocar, seja no violão ou guitarra, quando desgastadas, o músico percebe um som estranho e isso pode ser confundido com problema na estrutura do instrumento. Para evitar esse tipo de equívoco, que o som saia ruim na hora daquela apresentação ou que o encordoamento arrebente e prejudique os trastes, damos algumas dicas de como previnir esses incidentes:

Limpe o encordoamento com pano seco e limpo. Não se esqueça de limpar a parte debaixo das cordas também, pois é lá que grande parte da sujeira se acumula;
Dentro do case ou bag onde você guarda seu instrumento, coloque aqueles pacotinhos de Silica Gel, eles são anti-umidade e vão impedir a oxidação das cordas;
Para limpar os trastes e cordas, use produtos de confiança específicos para instrumentos, esses produtos limpam, lubrificam e tem ação anticorrosiva.

Há quem diga que você tem que esperar um ano para se realizar a troca. Isso depende muito de pessoa para pessoa e quantas vezes ela toca o instrumento. Para facilitar este cálculo, segue uma tabelinha bem prática:

Fonte: Portal Música

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