20 abr

 

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Olá, pessoal. Hoje no Blog da Michael daremos dicas de como fazer arpejo no violão. Para quem não sabe, esta técnica se dá quando as notas de um determinado acorde são tocadas uma a uma, sucessivamente e individualmente.

 

É importante ressaltar que os arpejos podem acontecer em quaisquer acordes (maiores, menores, com sétima, aumentados e diminutos), podendo ser simples, quando são tocadas apenas as três últimas notas do acorde, ou composto, quando são tocadas todas as notas do acorde.

 

 O 1º passo para aprender esta técnica é ter um bom conhecimento do braço do violão e das notas. Falamos isso porque os acordes possuem suas notas definidas e podem ser trabalhados em várias regiões do braço do violão. Por exemplo, eles podem ser feitos em uma ou mais notas por corda. Você pode fazê-los também soando com timbre diferente, usando notas mais agudas ou graves. É possível também executá-los com sequência de notas invertidas dos acordes.

 

Por isso, é hora de trabalhar a memória! É fundamental aprender sobre as casas do violão. Faça diariamente, este exercício: passe os dedos sobre cada nota da escala, sem tocar, mentalizando, uma a uma, as notas do instrumento. Com o tempo você reconhecerá cada uma delas, só olhando para o violão sem precisar tocar.

 

Depois estude a escala cromática, identificando os bemóis e sustenidos. Por último, treine bastante o uso da palheta, principalmente, na dinâmica de tocar as cordas para cima ou para baixo. Ao fazer isso lembre-se de movimentar os dedos e não punho. Além disso, não deixe-a muito presa para você executar com naturalidade e dinâmica.

 

 

Então é isso, estando afiados nestas dicas, com certeza farão os arpejos com facilidade! Esperam que tenham gostado! Bons estudos!

13 abr

Neste vídeo, Débora Ildêncio, mostra na prática, como perceber e encontrar o tom mais adequado para você cantar. Confira!

16 mar

Olá, pessoal. Hoje falaremos de captação, mas vamos tratar exclusivamente dos modelos para violão.

 

É importante salientar que não existem tantas variedades para captadores para violões. Diferente das guitarras, que cada modelo tem um objetivo de incrementar o timbre, os de violão buscam produzir de maneira fiel a sonoridade acústica, ou seja, quanto mais fiel, melhor. Então vamos conhecer os tipos:

 

Captação pela boca

 

Existe um tipo de captação que é a mais simples e de fácil instalação, o captador de boca, também conhecido como “Soundhole”, Ele é um modelo magnético que capta a vibração das cordas, pegando o som puro vindo do encordoamento.

 

Pensando no resultado sonoro, eles acabam deixando a sonoridade muito metalizada, até de certa maneira parecido com a guitarra. Isso acontece porque não reproduzem a sonoridade da caixa-acústica. São mais indicados para violões com cordas de aço, não sendo muito funcionais para os modelos nylon.

 

Sua vantagem é o baixo-custo, e podem ser úteis em momento informais, como reuniões familiares, encontro com os amigos, etc…

 

 

boca
 

Captação de contato

 

Outro modelo muito conhecido é o captador de contato, que capta a sonoridade diretamente do tampo do violão. A instalação não é complexa. Possui um material adesivo que permite a rápida colagem, que deve ser próxima ao cavalete ou boca.

 

Sua sonoridade é bastante fiel ao timbre acústico e pode ser usado em ambos os modelos, aço ou nylon. É uma ótima solução “emergencial” para quem deseja captação para violões acústicos. Sua desvantagem é uma geração maior de retorno, deixando o sinal mais indócil.

 

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Captação de rastilho

 

Chegamos finalmente na captação de rastilho, que pode ser considerada a mais completa entre estas opções. Este modelo trata-se de uma peça que fica embaixo do rastilho e capta uma vibração mais completa do instrumento.

 

Existem dois modelos, um sistema que captura o som de todas as cordas juntas e outro corda a corda, ambos funcionando por meio de bateria.

 

Muitos violões trazem ainda equalizador embutido na lateral do corpo, permitindo que o violonista equalize as frequências do sinal produzido pelo captador.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado da dica. Caso tenham sugestões é só mandarem para gente! Um grande abraço.

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02 mar

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Já falamos que a unha é a palheta natural do violão. Hoje, vamos abordar as diferentes formas de dedilhado ou arpejo no violão!

 

Na música popular, a maioria deles são feitos em compassos simples de dois, três ou quatro tempos. Neles, os baixos se alternam, sendo divididos em dois grupos de dois em cada compasso.

 

Para dedilhar é importante prestar atenção na postura. A sua palma da mão deve ficar paralela as cordas. Muito cuidado para não jogar o pulso para “fora”, causando dor na articulação. É fundamental também manter os dedos próximos às cordas para garantir agilidade em dedilhados mais rápidos.

 

Vale ressaltar que dedilhar próximo à boca do instrumento é diferente de arpejar próximo ao cavalete. No último caso, a palma da mão sobre este componente, por trás do rastilho, facilita na hora de abafar os bordões, criando uma textura sonora peculiar que surge da mistura da linha rítmica e melódica.

 

No geral, os dedilhados podem ser feitos de duas maneiras:

 

Com dois dedos
O polegar nos bordões da 6ª, 5ª e 4ª cordas, de cima para baixo. O indicador e o médio tocam a melodia nas primas, 3ª, 2ª e 1ª cordas, no geral de baixo para cima.

 

Com três dedos
O polegar ou o dedo anular toca os bordões. O indicador toca a 3ª corda, o médio a 2ª e o anular a 1ª. Em algumas situações, o indicador passa para a 4ª corda, o médio para a 3ª e o anular para a 2ª corda.

 

Confira variados tipos de dedilhados e outras grandes dicas neste vídeo da Artista Michael, Débora Ildêncio.

 

 

16 fev

A Michael lançou uma nova linha de Ukuleles, um instrumento de cordas originalmente do Havaí, que hoje é utilizado em diversos estilos musicais e em todas as partes do mundo. São modelos Soprano (MK21 ZB, ZBE e MH), Concert (MK23 MH e ZBE) e Tenor (MK27 ZB). Para comemorar estes lançamentos, nossa Artista Michael, Débora Ildêncio, fez um vídeo mostrando algumas das principais batidas utilizadas no Ukulele. Confira!

 

02 fev

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Olá, pessoal. Esta é uma das principais perguntas que recebemos nas redes sociais e no site da Michael! “Posso colocar cordas de aço no meu violão nylon?”. Neste vídeo, nossa Artista Michael, Débora Ildêncio, desvenda o mistério desta dúvida que ainda permeia na cabeça de muito músico! Confira:

 

26 jan

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O reggaeton é um estilo musical que tem origem na música latina e caribenha. Seu som é uma mistura do reggae em espanhol do Panamá, influenciado pelo hip hop, pela salsa e pela música eletrônica.

 

Neste vídeo, nossa Artista Michael, Débora Ildêncio, irá mostrar com o violão elétrico Michael Electra V919DTC SS como aplicar o ritmo de maneira correta. Ela mostra a importância de ficar atento no abafamento das cordas, tanto com a mão direita quanto com a mão esquerda! Confira!

 

05 jan

Vamos começar 2018 falando como a música pode trazer benefícios a você! Segundo um número cada vez maior de estudos acadêmicos em todo o mundo, aprender um instrumento como piano, violão ou flauta pode ser muito mais benéfico para o seu desempenho mental do que a parafernália tecnológica que supostamente melhora funções cognitivas como memória e concentração.

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“A música faz algo provavelmente único: estimula o cérebro de um modo poderoso a partir da nossa conexão emocional com ela”, afirma a neuropsicóloga Catherine Loveday, da Universidade de Westminster, ao site do jornal “The Guardian”.

Tocar um instrumento é uma experiência complexa, que exige que o seu cérebro integre informações de diversos sentidos, como visão, audição e toque. Isso sem falar na sofisticada coordenação motora necessária para fazer um solo de guitarra ou criar ritmos com as baquetas de uma bateria, por exemplo.

A prática da música tem uma influência tão poderosa sobre as pessoas que pode até alterar sua anatomia. Pesquisadores alemães descobriram que o corpo caloso — estrutura nervosa que conecta os hemisférios direito e esquerdo do cérebro — é significativamente maior nos músicos do que nos não-músicos.

Outro estudo, publicado na prestigiada revista Nature, mostrou que pessoas que tocavam instrumentos com teclado, como o piano, tinham um desenvolvimento acima da média de regiões cerebrais responsáveis por audição, visão e raciocínio espacial. O treinamento musical também tem uma relação direta com a memória verbal e até habilidades linguísticas, apontam estudiosos chineses.

Assim como o aprendizado de idiomas, a prática da música tem resultados mais profundos quanto mais cedo for iniciada. A regularidade e a intensidade das sessões de estudo também são diretamente proporcionais aos benefícios.

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No entanto, há evidências científicas de que mesmo períodos curtos de prática musical na infância podem ter efeitos vitalícios sobre um indivíduo, como o aumento da capacidade de diferenciar sons e até o adiamento da perda da audição na velhice.

Ao contrário de aplicativos e outras ferramentas comerciais feitas para estimular as atividades mentais e aumentar a produtividade, o treinamento musical tem uma influência mais profunda sobre o intelecto. “A música atinge partes do cérebro que nenhuma outra coisa atinge”, diz Loveday ao Guardian.

A perspectiva de aprender a tocar um instrumento parece distante ou improvável para você? Há um alento: até escutar música traz benefícios incríveis para o seu desempenho.

De acordo com cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, pôr os fones e curtir os seus artistas favoritos no trabalho impulsiona o rendimento em diversas tarefas — desde que elas não exijam raciocínio verbal e se organizem em padrões repetitivos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

22 dez

Olá, pessoal! Desejamos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de grandes realizações! Obrigado por falarem a língua da música com a Michael em mais ano! Felicidades e boas festas!

natal

15 dez

Olá, pessoal.

 

Na postagem de hoje, o guitarrista Bruno Leles, dá dicas básicas para aprender a improvisar usando a Escala Pentatônica. O músico virtuoso foi convidado pela Michael para fazer esta supervideoaula no centro de distribuição da marca! Confira!

 

F.Gênia