11 jan

Você sabe escolher bem um violão para comprar?

 

Existem vários tipos de violões no mercado e assim fica difícil escolher realmente aquele que será o ideal para você.

A seguir vamos te dar algumas informações que poderão ajudar na hora de comprar seu instrumento.

Caso não tenha familiaridade com os termos usados, deixa seu comentário no feed do post ou ai embaixo mesmo que nós reponderemos.

Mas afinal, quais são estes tipos de violão e como escolhe-los?

 

Violão Clássico

Este é o mais popular no mercado. Apesar de não possuir nenhum detalhe especial em sua estrutura,

seu ponto forte vai para a equalização que é totalmente acústica, ou seja, é feita no próprio corpo do instrumento.

Não possui captação eletrônica de áudio e é muito indicado para iniciantes na arte, pois além de possuir um baixo

custo de aquisição este tipo de violão geralmente acompanha encordoamento de nylon,

o tornando mais macio para quem pratica, apesar de alguns modelos também serem compatíveis com cordas de aço.

 

VIOLÃO CLÁSSICO

 

FOLK

Talvez este seja o segundo modelo mais popular entre os violões. Possui um traço mais fino e arredondado,

seu corpo é maior com um leve acinturamento e geralmente possui cutaway (aquele corte abaixo do final do braço)

para alcançar os trastes mais agudos. É usado mais popularmente com cordas de aço e por isso é vendido nas formas acústica e eletroacústica.

Em função de sua alta performance sonora não é indicado a iniciantes.

 

VIOLÃO FOLK

 

  JUMBO

Já este se parece bastante com os dois tipos anteriores, seu formato do corpo lembra bastante o modelo clássico,

porém sua performance sonora se assemelha ao modelo FOLK que possui um som estridente,

mais vivo e a base do corpo bem mais larga, deixando-o com uma boa reverberação sonora. 

Tornou-se popularmente conhecido por ser o modelo usado pelo Rei do Rock’n Roll Elvis Presley,

que o utilizava bastante em seus shows. Este modelo também não é indicado para iniciantes e são bem lindões,

por isto são bastante usados em apresentações!

 

 

 

 

 

 

 

VIOLÃO JUMBO

 

FLAT e semi-FLAT

Já este modelo é totalmente elétrico. Seu corpo é bem estreito ou pode até nem possuir caixa acústica

e alguns modelos possuem apenas uma arco no formato do corpo, pois sua captação é 100% eletrônica.

Apesar disto alguns modelos são compatíveis com acordoamento de nylon e aço.

Por este motivo, possuem pouca ressonância acústica ou nenhuma fazendo com que dependa

totalmente de um amplificador externo para ser usado. De toda forma também não é indicado para músicos

iniciantes pois requerem um investimento extra de equipamento. Nem com cordas de nylon daria pra tocar muita coisa.

 

VIOLÃO FLAT ARCO

VIOLÃO FLAT

 

 

 

 

7 cordas

Este tipo de violão é muito bom para ritmos brasileiros e está totalmente fora da categoria “parlor”

e possui uma estrutura semelhante a do violão clássico com exceção ao detalhe da sétima corda.

Esta corda é mais grave que as demais e é afinada em dó e na maioria das vezes seu acordoamento é de nylon,

o que o torna bem macio para quem o toca. Por este motivo acompanha levadas com mais ritmo

como o samba e o choro por exemplo. Também não é indicada para iniciantes por ter uma corda a mais,

que exige mais tempo de conhecimento em teoria musical e de prática.

 

7 cordas

 

 

12 Cordas

Este tipo de violão possui um lindíssimo som e além de serem bem estilosos e possuírem detalhes em seu design como cutaway por exemplo.

Sua caixa acústica possui uma base bem larga um corpo maior para amplificar bem o som de todas as cordas.

6 das 12 cordas possuem afinação padrão enquanto as demais possuem uma afinação de um oitava acima

o que cria um som celestial parecido com dois violões ao mesmo tempo parecido com a viola,

que é outro instrumento muito interessante. É mais usado para fazer acordes e arpejo pois fazer solo com duas cordas é bem difícil.

 

12 cordas

 

 

Dica extra: Violões acústicos, elétricos e eletroacústicos.

Um violão acústico utiliza apenas o a equalização feita em seu corpo ou caixa acústica.

Um violão elétrico possui equalização feita com uma caixa amplificadora

E o violão eletroacústico possui pode ser usado nas duas formas, com caixa amplificadora ou sem.

 

Curtiu o port? Então comenta ai e compartilha com os amigos de rodinha!

 

Até o próximo post galera!

04 jan

Pestana-Perfeita-P

Deixe sua pestana excelente

Para a maioria dos iniciantes no mundo dos acordes de violão,

uma das maiores dificuldades e mistérios é aprender a fazer uma pestana com o som limpo e perfeito.

Para tal é necessário obrigatoriamente várias horas de treino e dedicação,

mas, porém, contudo, entretanto, toda via, temos dicas valiosas para acelerar o processo.

Separamos então aqui 5 ótimas dicas para uma pestana perfeita.

 

1 – Você pode usar duas ou mais cordas

A pestana é uma posição na qual o músico necessita apertar mais de uma corda na mesma casa,

você não terá que necessariamente usar pestana em todas as 6 cordas sempre,

alguns acordes exigem que use 5 ou menos cordas na mesma casa.

 

2 – Use o indicador

Basicamente você pode usar qualquer dedo para fazer uma pestana, porque com qualquer um você pode apertar mais de uma corda,

entretanto se você for um iniciante da nobre arte da música recomendamos que use o dedo indicador

em função da praticidade na hora de fazer as posições. Usando o dedo indicador você irá sentir um conforto maior para aprender.

Pratique sempre e com o tempo você irá fazer até com o mindinho.

 

3 – Tem que ter postura

A maioria dos praticantes tem dificuldade neste tipo de acorde por causa da postura.

A postura bem feita para tocar violão exige que você permaneça com a coluna ereta

e com os braços posicionados em uma altura favorável e que deixe seus braços livres.

Nada de sentar e ficar encurvado em cima do instrumento. Acertando a postura já é meio caminho andado.

 

4 – Não use a barriga do dedo

Ao contrário do que a maioria dos músicos acham, apertar as cordas com a barriga do dedo não garante uma sonoridade melhor.

Usar a lateral do dedo indicador é melhor, pois você tem mais força usando esta parte do dedo.

O que garante um excelente som para um acorde com pestana.

 

5 – Pratique, se não as dicas acima não irão ajudar

Não se desespere e nem desanime. É normal que nas primeiras vezes o som

dos acordes com pestana não saia tão limpo. Por isto, pratique bastante as posições

e treine cifras de músicas que tenham acordes com pestana, quanto mais você praticar

mais rápido o som da sua pestana sairá com aquela qualidade que todo mundo gosta.

Gostou? Continue acompanhando o nosso blog e você terá sempre nosso conteúdo a sua disposição.

 

Até semana que vem!

21 dez

cordasdeaconylon

 

Olá, pessoal. Esta é uma das principais perguntas que recebemos nas redes sociais e no site da Michael! “Posso colocar cordas de aço no meu violão nylon?”. Neste vídeo, nossa Artista Michael, Débora Ildêncio, desvenda o mistério desta dúvida que ainda permeia na cabeça de muito músico! Confira:

 

26 out

O papo dos captadores é muito comum entre os guitarristas. Não é raro escutar conversas do tipo: “os Humbucker da minha guitarra deixam meu som encorpado” ou “curto demais os estalados dos captadores Single Coil”. Mas vocês conseguem entender o porquê disso? Vamos explicar hoje, no blog da Michael.

 

Primeiro é preciso entender a função dos captadores. Eles são dispositivos que captam as vibrações do instrumento, no caso das cordas e da própria madeira, transformando-as em sinal elétrico para depois serem amplificadas!

Os tipos e a combinação deles interferem na sonoridade da guitarra, alguns valorizando o aveludado e outros o brilho! Conheça os dois modelos de captadores mais comuns!

humbesingle

Single Coil: é um pickup muito utilizado nas guitarras Strato e Teleca. Utilizam uma bobina e valorizam mais o brilho. Possuem um sinal com um pouco mais de ruído, mas, talvez, esse seja o detalhe que mais chama atenção em que curte, pois realçam bastante o estalado! Muitas guitarras possuem dois deles (centro e braço) e outras três (ponte, centro e braço). Há quem combine-os com os modelos humbucker, variando entre ponte e corpo, deixando o som mais versátil.

 

Humbucker : Este tipo de captador produz um sinal bem “quente” e mais potente! Muitos são construídos com 2 bobinas que deixam o som mais grave e encorpado, sem os ruídos dos modelos Single-Coil. No modelo com uma bobina, é construído enrolado “ao contrário” para o cancelamento dos “chiados”. É bastante utilizado em guitarras como LP, SG, Semiacústica, entre outras!

 

É importante lembrar que existem diversas variações dentro de cada um destes gêneros como Open Humbucker, Mini-humbuckers, Lipstick, P-90s, entre outros!

 

Na Michael, existem guitarras com os dois modelos Single Coil e Humbucker! É só escolher sua preferida e fazer aquela sonzeira!

19 out

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Hoje no Blog Michael iremos falar de “Dropagem” de guitarras, principalmente, para que curte som pesado! O legal é que explorar estas afinações possibilita que o guitarrista consiga texturas sonoras diferentes, matadoras. Porém, não basta “trocar” as cordas, é preciso entender a construção dos acordes, para dar o tom correto.

 

Afinação em Drop D

 

A afinação de guitarra padrão, ou mais utilizada, é a standard (EADGBE). No caso da Drop D, a ideia é mudar a 6ª corda de “E” (Mi) para “D” (Ré), ou seja, um tom abaixo. O resto da sequência das cordas fica igual. Esta é uma afinação que foi bastante popularizada nos anos 90, pelo movimento grunge, porém, é encontrada no rock clássico também. Você consegue uma sonoridade com um bom peso.

 

Observe a sequência:

 

A afinação standard é:

 

6ª – E
5ª – A
4ª – D
3ª – G
2ª – B
1ª – E

 

Drop D

 

6ª – D
5ª – A
4ª – D
3ª – G
2ª – B
1ª – E

 

Afinação Drop C

 

Nesta afinação o “trabalho” é um pouco maior. O 1º passo é afinar todas as cordas um tom abaixo do padrão standard. Depois disso, afina-se a 6ª corda um tom abaixo para ficar C(Dó). O bacana deste padrão é que você consegue realizar um power acorde de C com as 3 últimas cordas soltas. Então com apenas um dedo, pode arrastar pra cima ou para baixo para produzir outros power acordes com facilidade e ainda com mais peso. Ela é bastante utilizada no metal e seus subgêneros.

 

 

Observe a sequência:

 

A afinação standard:

 

6ª – E
5ª – A
4ª – D
3ª – G
2ª – B
1ª – E


Todas as cordas 1 tom abaixo

 

6ª – D
5ª -
G
4ª –
C
3ª –
F
2ª –
A
1ª –
D

 

6ª Corda em C

 

6ª – C
5ª – G
4ª – C
3ª – F
2ª – A
1ª – D

04 out

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Olá, pessoal! Neste post vamos tirar dúvidas sobre a questão dos calibres dos encordoamentos para a guitarra. Este é um assunto muito importante porque as cordas muitas vezes são colocadas em “segundo plano”, mas são fundamentais para o timbre, afinação e até mesmo para a “pegada” do guitarrista.

 

Primeiro, vamos explicar como funciona a lógica da numeração do calibre. Quando falamos de .009, .010, .011 e .012 estamos nos referindo à 1ª corda, a mais aguda, a mizinha. Já a 2ª referência, .042, .046, .050 e .052, trata-se do calibre da mizona, 6ª corda, a mais grossa.

 

Então, o princípio é fácil.  Em um jogo de cordas  .009 – .042, temos a numeração das cordas das extremidades, mizinha e mizona, nesta ordem.

 

É importante lembrar também que no mercado existem cordas híbridas, que misturam por exemplo, .009 com .010, entre outras. Porém, as mais comuns são:

 

Extra-light = .008 – .038

Light  = .009 – .042

Custom light = .009 – .046

Regular  = .010 – .046

Reg.-medium = .010 – .052

Medium = .011 – .052

Jazz hard = .012 – .056

 

Agora vou explicar as características de cada tipo de encordoamento.

 

.008 = Extremamente leve, são recomendáveis apenas para aqueles que não tocam com muita força. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado pela maioria de guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de digitação e de execução de técnicas. A desvantagem é que acaba gerando um som de guitarra mais fraco e “magrinho”, com pouca projeção de som.

 

.009 = Possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável e tocabilidade fácil, porém, arrebentam com facilidade.

 

.010 = Para muitos guitarristas são as melhores cordas. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes. Os bends ainda continuam fáceis, e cordas novas, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte e braço), mantêm a afinação estável e dificilmente arrebentam.

 

.011 = Pesadas. Dificilmente encontradas numa guitarra com ponte flutuante (a ponte possivelmente vai ficar inclinada). O som é muito bom, com estabilidade de afinação e boa projeção de som, indicadas principalmente para os modelos Strato e LP. Nas guitarras semiacústicas são excelente escolha para quem toca jazz e R&B.

 

.012 = Muito pesada, dura e de difícil aplicação de técnicas, como os bends. Dependendo do tipo de guitarra pode até mesmo prejudicar/empenar o braço do instrumento devido à tensão gerada. Os encordoamentos .012 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso e mais “gordo”, como os das semiacústicas.

 

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Então é isso, pessoal. Até semana a próxima!

28 set

Olá, pessoal. Hoje falaremos de captação, mas vamos tratar exclusivamente dos modelos para violão.

 

É importante salientar que não existem tantas variedades para captadores para violões. Diferente das guitarras, que cada modelo tem um objetivo de incrementar o timbre, os de violão buscam produzir de maneira fiel a sonoridade acústica, ou seja, quanto mais fiel, melhor. Então vamos conhecer os tipos:

 

Captação pela boca

 

Existe um tipo de captação que é a mais simples e de fácil instalação, o captador de boca, também conhecido como “Soundhole”, Ele é um modelo magnético que capta a vibração das cordas, pegando o som puro vindo do encordoamento.

 

Pensando no resultado sonoro, eles acabam deixando a sonoridade muito metalizada, até de certa maneira parecido com a guitarra. Isso acontece porque não reproduzem a sonoridade da caixa-acústica. São mais indicados para violões com cordas de aço, não sendo muito funcionais para os modelos nylon.

 

Sua vantagem é o baixo-custo, e podem ser úteis em momento informais, como reuniões familiares, encontro com os amigos, etc…

 

 

boca
 

Captação de contato

 

Outro modelo muito conhecido é o captador de contato, que capta a sonoridade diretamente do tampo do violão. A instalação não é complexa. Possui um material adesivo que permite a rápida colagem, que deve ser próxima ao cavalete ou boca.

 

Sua sonoridade é bastante fiel ao timbre acústico e pode ser usado em ambos os modelos, aço ou nylon. É uma ótima solução “emergencial” para quem deseja captação para violões acústicos. Sua desvantagem é uma geração maior de retorno, deixando o sinal mais indócil.

 

contato

 

Captação de rastilho

 

Chegamos finalmente na captação de rastilho, que pode ser considerada a mais completa entre estas opções. Este modelo trata-se de uma peça que fica embaixo do rastilho e capta uma vibração mais completa do instrumento.

 

Existem dois modelos, um sistema que captura o som de todas as cordas juntas e outro corda a corda, ambos funcionando por meio de bateria.

 

Muitos violões trazem ainda equalizador embutido na lateral do corpo, permitindo que o violonista equalize as frequências do sinal produzido pelo captador.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado da dica. Caso tenham sugestões é só mandarem para gente! Um grande abraço.

rastilho
 

31 ago

violaoexercicio

Olá, pessoal. Quando falamos de madeira temos que ter bastante cuidado porque os instrumentos musicais são “organismos” bastante complexos e isso pode gerar algumas confusões ou conclusões precipitadas.

 

 

Só para exemplificar, imagine que você esteja escolhendo 3 modelos de guitarra e todas com o mesmo tipo de matéria-prima no corpo. A pergunta é: você acha que elas irão ter a mesma sonoridade? A resposta é: não, necessariamente. Vai depender dos captadores, da largura do corpo, da junção do corpo com o braço, da combinação entre as madeiras, do “hardware” (partes metálicas: ponte, trastes, tarraxas…) e da parte eletrônica (pick-ups, instalação elétrica, circuitos e conexões).

 

 

Porém, não podemos negar que a madeira é um componente importante, principalmente, nos instrumentos que tem sua sonoridade gerada acusticamente pela caixa de ressonância, como é o caso dos violões. Então, vamos lá! Vou passar algumas informações sobre as mais utilizadas no mercado para que você tire de vez suas dúvidas.

 

 

Espruce (Spruce):

Spruce
 

Embora com textura diferente do Maple, é a vencedora de todos os tempos para o tampo de violões “flat top” (tampo plano). Espruce é leve e tem veio apertado. Isto faz com que a madeira, quando corretamente cortada, vibre de maneira muito semelhante a um cone de alto-falante. Melhor ainda, com o passar dos anos, a seiva escondida nos veios seca gradualmente e cristaliza-se, acentuando ainda mais o brilho e a qualidade de ressonância da madeira.

 

 

Mogno (Mahogany): 

Mahogany

O mogno tornou-se popular para violões pela sua beleza e pela qualidade sonora. Proporciona um timbre mais “sala de estar” ao violão. Em outras palavras, o som é estridente, e não brilhante. Tem uma sonoridade “potente” e frequências bem equilibradas, características que agradaram os Beatles, em suas primeiras gravações. Indo mais longe, pode-se construir uma guitarra inteira somente com mogno. Em instrumentos “elétricos” é marcado pelo som morno, repleto de frequências, de baixas à médias.

 

Maple:

Maple
 

O principal uso desta madeira é na construção de braços e também na “capa” em guitarras elétricas. O Maple é extremamente denso e duro, ao mesmo tempo que é ideal para suportar o stress da tensão das cordas. Pode ser também utilizado em fundo ou laterais de violões, mas não com tanta frequência como jacarandá ou mogno.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado!

 

24 ago

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A guitarra ganhou espaço em meio a vários estilos musicais no Brasil e no exterior a partir do final da década de 40. De lá pra cá, a voracidade dos riffs, o brilho dos solos e os gritos dos bends foram conquistando cada vez mais músicos. Com Láryos Lima, não foi diferente.

 

O guitarrista piauiense, que cursou Educação Artística com habilitação em Música na Universidade Federal do Piauí, já acompanhou músicos como Tico Santa Cruz, Kid Vinil e Edu Falaschi, e, além de tocar na noite, o Artista Michael também atua como educador musical, ministrando aulas de música em sua cidade.

 

No #MichaelEntrevista de hoje, Láryos fala sobre sua carreira, as bandas que acompanhou e o dia a dia como músico e educador. Confira!

 

Michael: Você já acompanhou músicos de estilos musicais completamente distintos, como o Tico Santa Cruz e o Sivuquinha de Brasília. Você segue um padrão de estudos para manter sua versatilidade, ou é um processo natural?!

 

Láryos Lima: A versatilidade, para mim, é um dom que todo músico deve lutar para mantê-lo e aperfeiçoá-lo. É também o que mais admiro nos músicos, essa capacidade de funcionar como diferentes “atores musicais”, seja no palco ou no estúdio. Entretanto, todo dom requer exercício para que tenha constância. Eu procuro otimizar meu tempo, já que temos uma vida bastante corrida e cheia de artifícios. Então, ali meia hora antes de uma aula ou nos intervalos das aulas de música eu procuro exercitar bastante a parte técnica para mantê-la em dias e ultimamente tento sempre estudar a sonoridade e as nuances específicas de cada músico, tipo: nessa semana vou estudar as frases do Nelson Farias, semana que vem vou estudar algumas harmonias da bossa nova Brasileira e, por aí seguimos.

 

M: Ao longo de sua trajetória acompanhando músicos e bandas, houve algum momento ou experiência marcante?!

 

LL: Sim, várias! Fica até difícil mencionar apenas uma. Tudo que acontece na nossa infância e adolescência nos marca bastante. Sempre fui muito fã da banda Angra, desde os 14 anos. Então, em 2007 eu tive a honra de participar de um máster class com o guitarrista Kiko Loureiro em Brasília no GTR, e lá nós tocamos juntos na sala de aula a fim de receber suas dicas. Inesquecível! Além disso, pude acompanhar o ex-vocalista da banda Edu Falaschi em dois shows especiais em Teresina-PI. Estar ali no palco do lado do músico que você passava o dia inteiro ouvindo e nunca imaginou que aquilo poderia acontecer um dia, realmente são sonhos que se tornaram realidade.

 

M: Você é um músico extremamente versátil! Quais são suas maiores influências na música?

 

LL: Obrigado! Minhas maiores influências em estilo são a música brasileira, a música mineira (Clube da Esquina), blues, jazz e heavy metal. Alguns dos músicos e compositores que norteiam minha carreira são: Kiko Loureiro, John Mayer, David Gilmour, Lô Borges, Humberto Gessinger, Luiz Gonzaga, Guilherme Arantes, John Scofield, Steve Morse, Nelson Farias, Alex Liffeson, Marcelo Barbosa, Gilberto Gil, Bach, Hendrix… ufa… dentre outros.

 

M: Qual foi o maior desafio de sua carreira como sideman?

 

LL: Sem dúvidas foram as duas vezes que acompanhei o Edu Falaschi, haja vista o nível das músicas, algumas do Angra bem difíceis e outros clássicos do metal mundial. Estar ali ao lado de um ídolo, mas prestando um serviço, tendo que manter a concentração e, ao mesmo tempo, imaginando que aquele mesmo vocalista sempre fez shows com renomados músicos no mundo inteiro. Músicos de uma ressonância global. Baita desafio!

 

M: Na sua percepção, quais são as maiores dificuldades e os pontos favoráveis de acompanhar bandas tão distintas musicalmente?

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LL: Bem, as dificuldades maiores são relacionadas à questão de você mudar o estilo de tocar, mas sem perder a sua sonoridade. Você pode tocar “Fear of the dark” do Iron Maiden, “Tempo Perdido” do Legião Urbana e “Paraíba” do Luiz Gonzaga sendo o mesmo músico, com sua pegada e suas peculiaridades, embora com técnicas diferentes. No entanto, músicas distintas assim requerem um maior cuidado musical no quesito timbragem, por exemplo, além de termos consciência do que fazer ou não fazer em cada uma delas. Destaco como ponto favorável o fato de lhe reconhecerem e no meio de tanta gente terem lhe escolhido pra fazer algum trabalho, pois já é um atestado de que confiam em você e que admiram aquilo que você faz. Ser conhecido por ter alguma versatilidade, para um músico, é um elogio magnífico! Talvez essa seja uma característica do músico que vive a música brasileira, uma música tão diversa, cheia de ritmos e influências fazendo com que ouvimos e aprendamos um pouco de tudo.

 

M: Além de guitarrista, você também é educador. Os professores de música além de ensinarem, também são vistos como inspiração por seus alunos! O que mais te inspira a ensinar?

 

LL: A atividade de ensinar é algo que nos dignifica todos os dias. Saber que podemos construir uma sociedade com menos problemas, com mais Arte do que confusões, por exemplo. Além de ser professor de música estou entrando também na carreira de educador de língua portuguesa e podemos sempre estar unindo as perspectivas de cada uma dessas áreas rumo ao mesmo objetivo. O fato de termos alunos que são inspirados na gente, alguns querem comprar um instrumento igual ao nosso, escutam nossas músicas diariamente e reconhecem o que fazemos é, sem dúvidas, a parte mais inspiradora desta longa jornada.

 

M: Como você concilia o dia a dia como educador com as apresentações e shows que realiza?

 

LL: Às vezes nem se fôssemos duas ou três pessoas conseguiríamos abraçar tudo que acontece. Mas, temos que dar um jeito. Normalmente, minhas aulas são durante o dia e as apresentações musicais na noite e fins de semana. No entanto, é bem comum aparecer shows e viagens em horários inusitados ou até mesmo aulas em horários alternativos. A gente vai se organizando até dar certo tomar conta de tudo e de todos. O bom é que tanto a aula quanto o show nos dão um aperfeiçoamento com o instrumento, pois já são duas formas de praticar muito boas, embora tocar e estudar sejam artifícios distintos.

 

Por fim, agradeço imensamente ao apoio da equipe Michael Instrumentos que segue meus passos e notas no universo musical!

 

Então é isso! A Michael agradece a entrevista e até a próxima!

17 ago

Musicalização

 

A música é um elemento fundamental nesta primeira etapa do sistema educativo. As crianças começam a se expressar de uma forma diferente, sendo capazes de se integrar ativamente na sociedade. As canções as ajudam nas atividades habituais, fazendo com quem tomem cuidado consigo e com o meio, além de ampliar as interações.

 

A criança que vive em contato com a música aprende a conviver melhor com as outras, estabelecendo uma comunicação mais harmoniosa. Nesta idade, a música as encanta, dá-lhes segurança emocional, confiança e permitem com que sejam compreendidas.

 

Na etapa de alfabetização, a criança é ainda mais estimulada pela música. As canções infantis, com suas sílabas rimadas e repetitivas,  permitem com que elas entendam o significado de cada palavra. Assim, a alfabetização torna-se mais rápida.

 

Além de apenas escutar música, tocar algum instrumento também traz muitos benefícios ao público infantil, principalmente, na questão da concentração, disciplina, raciocínio e criatividade.

 

Um dos instrumentos que ajuda na musicalização das crianças é o violão. A Michael oferece ao mercado a linha Antares, ótima opção para as crianças aprenderem música com qualidade e desenvolverem toda sua capacidade motora. Os violões VM10E, VM14E e VM16E são modelos acústicos confortáveis, de excelente padrão de construção, que oferecem sonoridade expressiva e ótima tocabilidade, sendo ótimas opções para as crianças de 3 a 12 anos.

 

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Sobre o poder da música:

– Melhora da coordenação motora

– Estimula a sensibilidade e a criatividade

– Ajuda na comunicação

– Aumento da autoestima

– Aprendizagem do alfabeto

 

Fonte: https://br.guiainfantil.com/educacion-musical/140-os-beneficios-da-musica-para-as-criancas.html

F.Gênia