17 mai

Sabe aqueles solinhos que fazem toda diferença durante a música?

 

Essa técnica é chamada de clichê e pode ser usada em qualquer estilo musical e qualquer tonalidade, permitindo assim maior criatividade e identidade para a canção.

Em algumas músicas esses clichês já são esperados e já viraram marca registrada da canção como: Aonde quer que eu vá, Segundo Sol, entre outras.

Essas pequenas frases devem ser aplicadas durante a música enquanto o violonista faz a base e podem ser tocadas dentro do acordo ou durante as mudanças de um acordo para o outro.

O mais interessante da técnica é que você pode aplicar as mesmas notas de formas diferentes. Por exemplo, uma frase para o acorde de G maior, se você fizer as mesmas notas em estilos diferentes, como poderá inovar ou deixar com que sua métrica funcione em estilos tão diversos?

Uma opção é modificar a duração das notas, ou fazer a frase musical maior ou encurtá-la por exemplo, isso trará ainda mais versatilidade!

Pensando nisso, nossa Artista Débora Ildêncio preparou essa vídeo aula para que você comece a utilizar a técnica e tenha ainda mais personalidade no seu violão!

 

Confira!

10 mai

 

 

 

 

 

Tem aquele velho ditado que diz que “um raio não cai duas vezes no mesmo lugar”. Mas e quando o amor pela música e o talento passa de geração para geração, trazendo cantores e músicos incríveis na mesma família? Aproveitando o embalo do Dia das Mães, conheça algumas mães que são cantoras sensacionais e que influenciaram os filhos a seguirem os mesmos passos na carreira:

 

Cássia Eller e Chico Eller:

Cássia com seu jeito único e sucessos inesquecíveis, fez fãs apaixonados por todo Brasil durante toda a sua carreira, fazendo história na música brasileira e conquistando o seu lugar como uma das vozes mais marcantes de todos os tempos. Seu filho, Francisco, conhecido Chico Chico, acabou por herdar não somente seus traços físicos marcantes, mas também, o enorme talento musical da mãe.
Com uma voz de arrepiar e trejeitos que lembram Cássia, Chico vem conquistando um espaço na música nacional com seus projetos. Iniciou sua carreia aos 18 anos, no grupo Zarapatéu, lançou o álbum 2 x 0 Vargem Alta e hoje faz vários shows pelo país dividindo os palcos com João Mantuano. Vale super a pena conferir de perto os trabalhos do cantor.

Chico Eller (reprodução: YouTube

Chico Eller (reprodução: YouTube)

 

 

Baby do Brasil e Pedro Baby:

Baby do Brasil começou a fazer a sua história na música lá nos anos 70, com o grupo Os Novos Baianos, dono de vários sucessos. Quando o grupo se desfez, ela optou por seguir carreira solo. Baby é uma mãezona de 6 filhos, Sarah, Zabelê, Nana, Xaxá, Pedro e Pitito. Dentre eles, vários seguiram carreira musical. As três mulheres montaram o grupo SNZ. Pedro Baby também seguiu carreira de musicista. Desde o final da década de 90, Baby se encontrava afastada dos grandes palcos para se dedicar 100% à música Gospel. Sendo assim, Pedro Baby entrou na tarefa de convencê-la a voltar a cantar as músicas de seu repertório dos anos 70 e 80, o que conseguiu com muito êxito. Hoje em dia, Pedro acompanha os shows da Mãe tocando com ela.

Pedro Baby, Pepeu Gomes e Baby do Brasil (Crédito: Gabriel Quintão)

Pedro Baby, Pepeu Gomes e Baby do Brasil (Crédito: Gabriel Quintão)

 

 

 

Zizi e Luiza Possi

Com mais de 30 anos de carreira, Zizi Possi repassou o seu talento para sua filha, que desde pequena, frequenta os estúdios e backstages ao lado da mãe. Aos 18 anos, Luiza Possi lançou o seu primeiro álbum e iniciou a sua carreira musical. Além disso, Luiza e Zizi já dividiram os palcos por diversas vezes. Premiada e indicada à prêmios, a cantora também participou do The Voice como assistente do cantor Daniel,  foi apresentadora no programa Jovens Tardes, jurada especial do programa Popstar e Ídolos.

Luiza Possi (reprodução: Instagram)

Luiza Possi (reprodução: Instagram)

 

 

 

Rita Lee e Beto Lee

Que Rita Lee é a rainha do rock nacional e influenciou toda uma geração, todo mundo sabe. Agora, você sabia que seu filho Beto Lee é um talentoso guitarrista que segue os passos da mãe com a carreira musical? Beto integra a banda da mãe assumindo os solos de guitarra e arrebentando nos palcos.

Rita Lee e Beto Lee (reprodução: Instagram)

Rita Lee e Beto Lee (reprodução: Instagram)

 

 

 

Elis Regina e Maria Rita

A sempre saudosa e espetacular Elis Regina é um ícone da música brasileira. A cantora que encantou a todos com sua voz e sua interpretação, foi mãe de 3 filhos. E é claro, o seu talento também virou uma herança genética. Maria Rita, Pedro Mariano e João Marcello Bôscoli também seguiram a carreira musical. Maria Rita, que tinha apenas 4 anos quando a mãe faleceu e também já é mamãe, comandou uma das edições do programa Sai do Chão, na Rede Globo, além de gravar diversos álbuns e sucessos e arrebentar nos palcos. Pedro Mariano é um grande cantor e compositor e João Marcello é produtor musical.

Elis Regina e seus filhos (reprodução: Instagram)

Elis Regina e seus filhos (reprodução: Instagram)

 

 

 

Lembrou de mais exemplos? Deixe aqui nos comentários!

 

12 mar

A bateria é um instrumento versátil, entre groove, rimshot, papa mama e outras técnicas, o instrumento permite montagens híbridas entre sua versão acústica e eletrônica que possibilitando ao músico ainda mais personalidade no seu som!

Pensando nisso, toda semana, nosso Artista Alex Curi abordará um papo musical na série Falando de Música,  onde trará dicas  e irá tirar as principais dúvidas da galera!

Então, acompanhe em nosso Instagram todas as terças-feiras, compartilhe e comente. Quem sabe o próximo vídeo pode ser para esclarecer a sua dúvida?!

Os quatro primeiros vídeos da série  já estão disponíveis também  em nosso canal do Youtube.

Então aperte o play e bem-vindo ao universo da bateria!!

Falando de Música com Alex Curi

MINI ALEX 2

 

MINI ALEX 4

22 fev

A forma peculiar de tocar violão do cantor Lenine é assunto para toda as rodas de violão para a galera que curte MPB!

Pensando nisso, nossa Artista Débora Ildêncio explica nesse vídeo como são montados os acordes e a levada feita pelo artista em uma de suas principais canções: Jack Soul Brasileiro!

Confira a aula!

lenine

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cifra completa:

JACK SOUL BRASILEIRO – LENINE

INTRODUÇÃO: Em7 G7/13  Em7  G7  Em7 Gm6 Gbm6 Fm6

 

Em7                                                         A7/11

Jack Soul Brasileiro e que o som do pandeiro

É certeiro e tem direção

Em7

Já que subi nesse ringue

A7/11

E o país do swing,   é o país da contradição

Em7

Eu canto pro rei da levada

          A7/11

Na lei da embolada, na língua da percussão

 G7  

A dança mugango dengo

A7/11

A ginga do mamulengo  é o charme dessa nação

 

              Em7                 G

Quem foi que fez o samba embolar?

                             A              C6/9

(E quem foi ?) que fez o coco sambar?

                           Em7         G                        A  C6/9

(Quem foi ?) que fez a ema gemer na boa?

                  Em7                         G

(E quem foi ?) que fez do coco um cocar ?

                                 A            C6/9

(E quem foi?) que deixou o oco no lugar?

                                   Em7   G                           A  C6/9

(E que foi?)  que fez o sapo cantor de lagoa?

 

                Em7    A7/11

Diga, Tião? (oi)

 G7

Fostes? (fui)

           A7/11

Compraste? (comprei)

 Em7

Pagaste? (paguei)

A7/11   

Me diz quanto foi? (foi 500 reais)

 G7         

Me diz quanto foi? (foi 500 reais)

  

Em7               A7/11

Jack Soul Brasileiro do tempero

Em7                                  A7/11

Do batuque, do truque, do picadeiro e do pandeiro

Em7                                    A7/11

E do repique, do pique do funk rock

G7

Do toque da platinela

A7/11

Do samba na passarela

Em7

Dessa alma brasileira

A7/11

Despencando na ladeira

              Em7  A7/11

Na zoeira da banguela

Em7

Dessa alma brasileira

A7/11

Despencando na ladeira

G7   A7/11

Na zoeira da banguela

 

 

REFRÃO

 

 

PONTE  ( A  E  B  E  A  E  B  E )

 

 

 

Em7                              G

Eu só ponho BEBOP no meu samba

A                            C6/9

Quando o tio Sam pegar no tamborim

Em7                                  G

Quando ele pegar no pandeiro e no zabumba

A                          C6/9

Quando ele entender que o samba não é rumba

Em7                    G         A                 C6/9

Aí eu vou misturar, Miami com Copacabana

Em7                    G

Chiclete eu misturo com banana

A                       C6/9                 Em7

E o meu samba, e o meu samba vai ficar assim

 

G                   A     C6/9         Em  

Ah, ema gemeu,   ah, ema gemeu

G     A       C6/9

Ah, ema gemeu

Em7

Eu digo deixe, que digam

  G
Que pensem, que falem!
A

Eu digo deixa isso pra lá

C6/9
Vem pra cá o que que tem?

Em                          G
Tô fazendo nada você também

A                   C6/9
Não faz mal bater um papo assim gostoso com alguém

 

 

REFRÃO

 

 

 

15 fev

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Alô galera do mundo música, já ouviram falar do Breu?

 

Algumas pessoas já devem ter ouvido falar no Breu, uma resina vegetal sólida muito utilizada

por músicos para gerar aderência em instrumentos de arco e corda.

Popularmente o breu é mais conhecido por violinistas, violoncelistas e baixistas de orquestra.

Mas o que a maioria das pessoas não sabia é que este “acessório” na verdade é uma resina

naturalmente endurecida que possui várias propriedades e aplicações, como por exemplo

na manutenção de elevadores para dar aderência nos cabos de aço e até na medicina fitoterápica.

 

Extraído da Almécega (árvore aromática em todas as suas partes), árvore da floresta amazônica,

esta resina é considerada sagrada para os indígenas e ribeirinhos, e carinhosamente chamada de Breuzinho ou Breu.

Utilizado em cerimônias, rituais de cura, para afastar maus espíritos e para curar problemas físicos.

Ela é bastante utilizada na medicina popular para a cura de dores de cabeça, descongestionante nasal,

para imobilizar fraturas e principalmente, como repelente natural de insetos.

breu-beneficios

O Exército Brasileiro, durante treinamento de soldados em cursos de sobrevivência,

sugere a utilização de breu não só como repelente natural, mas também como material de

fácil combustão para se iniciar uma fogueira. O breu, que possui cheiro característico

semelhante a incensos ou terpenos, também é utilizado pela população local

para fazer a calafetação de embarcações como canoas e balsas.

 

Ingerido em pequenas quantidades juntamente com a banana, é um ótimo aliado

contra a osteoporose, artrite e artrose, basta quebra-la envolta por um pano usando

um martelo até que se torne um pó bem fino, daí é só aplicar esse pó sobre as bananas na hora de comer.

 

Na Amazônia, o  breu é queimado para afastar os mosquitos e outros insetos.

Os índios utilizam esta resina natural para tratar doenças respiratórias.

Na fitoterapia a resina é utilizada para tratar doenças venéreas, pois,

o óleo tem ação anti-inflamatória e analgésica e também antipruriginosa,

indicado para uso em furúnculos e abscessos. Na aromaterapia é usado para

tratamento de artrite, reumatismo, bronquite, sinusite e outras inflamações.

 

Ele pode ser encontrado em sua forma natural para venda, mais comumente no norte do país, na floresta amazônica,

ou em sua forma industrializada em lojas de música, farmácias fitoterápicas ou lojas especializadas.

 

Gostou do post? Então compartilhe com seus amigos esta curiosidade e nos acompanhe

em nossas redes sociais para ficar por dentro das novidades e lançamentos da Michael.

 

Até o próximo post, humanos do mundo música!

08 fev

Se você gosta de jazz e blues não pode deixar de continuar lendo.

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Originado na virada do século XIX para o século XX nos Estados Unidos,

este estilo musical surgiu sob forte influência da música religiosa afro-descendente

e se tornou popularmente conhecido pelos seus arranjos improvisados e seu alto nível

de desempenho musical. Antes mesmo de seu surgimento,

a palavra jazz já era popularmente utilizada pelos norte-americanos como uma gíria.

 

Com a popularização do estilo musical também passou a ser o nome do dele, ou seja,

antes não tinham nenhum nome para este estilo musical na época.

O jazz é um encontro de ritmos e tradições. Quando as manifestações musicais dos afrodescendentes

começaram a ser influenciadas pela música europeia, surgiram alguns estilos

musicais que deram origem ao jazz: ragtime, blues e o spirituals,

que essencialmente é um estilo musical de natureza vocal.

Cada um destes estilos contribuiu em algum grau para o surgimento do jazz.

A cidade de New Orleans, em Louisiana, é considerada a cidade berço do jazz,

pois haviam, no início do século, muitos africanos residentes, negros norte-americanos e japoneses.

JAZZ

Todo esse ambiente diversificado favoreceu o crescimento e a popularização deste lindo estilo musical por lá e pelo resto do país.

A partir do século XX começaram a surgir os primeiros grupos e bandas de jazz.

Originalmente as bandas eram compostas por: trombone, contrabaixo, piano,

corneta e clarineta. Com o passar dos anos outros instrumentos foram sendo

introduzidos e fizeram com que o estilo se popularizasse ainda mais, tais como a

guitarra elétrica e a bateria acústica com montagem simples: caixa, bumbo,

shimbal e um prato de ataque pequeno.

 

Só depois da popularização do estilo, a partir dos anos 30, em show’s,

teatros e grandes bares do país, é que o estilo começou a se tornar uma

opção nas prateleiras das lojas de discos e com isso, abrindo mais portas para o mercado musical.

Se você é amante de jazz não deixe de compartilhar com quem gosta também!

Até semana que vem no próximo post, galera!

01 fev

Vamos começar 2019 falando como a música pode trazer benefícios a você! Segundo um número cada vez maior de estudos acadêmicos em todo o mundo, aprender um instrumento como piano, violão ou flauta, pode ser muito mais benéfico para o seu desempenho mental do que a parafernália tecnológica que supostamente melhora funções cognitivas como memória e concentração.

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“A música faz algo provavelmente único: estimula o cérebro de um modo poderoso a partir da nossa conexão emocional com ela”, afirma a neuropsicóloga Catherine Loveday, da Universidade de Westminster, ao site do jornal “The Guardian”.

Tocar um instrumento é uma experiência complexa, que exige que o seu cérebro integre informações de diversos sentidos, como visão, audição e toque. Isso sem falar na sofisticada coordenação motora necessária para fazer um solo de guitarra ou criar ritmos com as baquetas de uma bateria, por exemplo.

A prática da música tem uma influência tão poderosa sobre as pessoas que pode até alterar sua anatomia. Pesquisadores alemães descobriram que o corpo caloso — estrutura nervosa que conecta os hemisférios direito e esquerdo do cérebro — é significativamente maior nos músicos do que nos não-músicos.

Outro estudo, publicado na prestigiada revista Nature, mostrou que pessoas que tocavam instrumentos como o teclado ou o piano, tinham um desenvolvimento acima da média de regiões cerebrais responsáveis por audição, visão e raciocínio espacial. O treinamento musical também tem uma relação direta com a memória verbal e até com as habilidades linguísticas, apontam estudiosos chineses.

Assim como o aprendizado de idiomas, a prática da música tem resultados mais profundos, quanto mais cedo for iniciada. A regularidade e a intensidade dos estudos proporcionam benefícios de acordo com o tempo de prática, ou seja, quanto mais você se dedicar, mais você se beneficiará.

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No entanto, há evidências científicas de que, mesmo períodos curtos de prática musical na infância, podem ter efeitos vitalícios sobre um indivíduo, como o aumento da capacidade de diferenciar sons e até o adiamento da perda da audição na velhice.

Ao contrário de aplicativos e outras ferramentas comerciais feitas para estimular as atividades mentais e aumentar a produtividade, o treinamento musical tem uma influência mais profunda sobre o intelecto. “A música atinge partes do cérebro que nenhuma outra coisa atinge”, diz Loveday ao Guardian.

A perspectiva de aprender a tocar um instrumento parece distante ou improvável para você? Há um alento: até escutar música traz benefícios incríveis para o seu desempenho.

De acordo com cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, pôr os fones e curtir os seus artistas favoritos no trabalho impulsiona o rendimento em diversas tarefas — desde que elas não exijam raciocínio verbal e se organizem em padrões repetitivos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

25 jan

Afinal, quais as diferenças entre um ukulele e um cavaquinho?

Olá, como vai? Se essa pergunta ai em cima trouxe você até aqui, significa que,

ou você gosta de cavaquinho, ou você gosta de ukulele ou você gosta dos dois!

Mas já que é assim vamos sanar as dúvidas sobre estes instrumentos.

 

Para começar as diferenças entre estes dois belíssimos instrumentos,

podemos pegar logo de cara a diferença histórica entre os dois. Veja só:

 

O cavaco chegou ao Brasil junto com os portugueses na época da colonização.

Este instrumento é antigo e tem origem conhecida como sendo da cidade de Minho,

no norte de Portugal, tendo como seu primeiro nome Braga ou Braguinha e lá,

é usado para tocar o Fado, que é um ritmo popular português.

aqui no Brasil, é muito utilizado em rodas de samba e choro

e é popularmente conhecido como cavaquinho,

cavaco ou machete. Sua afinação é feita em D4 B4 G4 D5.

Possui um som estridente, cortante e com brilho, em função

de suas cordas de aço e o pequeno espaçamento de suas trastes no braço.

Ele pode ser encontrado nas versões acústico e eletroacústico.

Não possui variedade no tamanho e pode ser

tocado com palheta ou com a mão, como os portugueses o fazem.

CAVAQUINHO

Já o ukulele possui uma história bem diferente,

mas que descende da história do cavaco.

Segundo o “Ukulele Guild Of Hawai’i”, um navio vindo de uma ilha

chamada Madeira, por volta de 1879, chegou na ilha de Hawaii

portando o instrumento. O rei Havaiano ficou encantado com o som e o movimento

que o instrumento proporcionava. Ele disse que o tal “violão português”

era tocado de uma maneira muito ágil, quem nem uma “ukulele”,

que em havaiano significa “pulga saltitante”.

O rei, sem querer, acabou batizando o instrumento com o apelido que ele o deu.

Este instrumento é tocado somente com cordas de nylon e

possui o som leve e tranquilo, por este motivo combina bastante

com música havaiana, jazz, indie e pop

e o mais comum é de se tocar usando os dedos. 

Aqui neste vídeo, você pode aprender batidas para ukulele

para tirar uma onda com seu instrumento.

Ukuleles

Este possui 3 tamanhos diferentes, soprano, tenor e concert, com afinação das cordas em G4, C4, E4, A4.

Apesar de existirem estilos e batidas diferentes para cada um deles,

este instrumento pode é tocado com os dedos, ou seja, não se faz necessário o uso da palheta.

E ai, vai tocar samba, fado, musica havaiana ou um jazz de fim de tarde?

Se você tem um ukulele comenta ai embaixo ou chama no facebook  pra gente bater um papo.

Até semana que vem no próximo post!

18 jan

A bateria é um instrumento muito versátil, pois além de sua importância rítmica e de toda a técnica que pode ser aplicada ao instrumento, ela também possui a função de conduzir a música. Contudo, nada é mais determinante para o som de uma bateria, do que as peles que se usa!

 

Peles transparentes, hidráulicas, de ataque e de resposta: cada uma desempenha um papel e som diferentes e são fundamentais na hora de tocar uma bateria acústica. Dedê Silva, baterista profissional, é o nosso convidado para o #MichaelEntrevista de hoje, escolheu as peles da Michael para usar em seus shows e apresentações.

Dedê Silva, nome artístico de Esdras Silva da Cruz, demonstrou desde a infância grande desenvoltura na música. Atualmente, o baterista acompanha a cantora Anitta, mas já trabalhou com nomes como Cassiane, Eli Soares, Naldo Benny, entre outros.

No Michael Entrevista de hoje, Dedê fala sobre carreira, inspirações e muito mais!

 Dedé Silva

Equipe Michael: Você começou a estudar bateria com apenas 4 anos, tendo aulas com seu tio Natinho Battera. Quais lembranças você tem desta época?

Dedê Silva: Eu lembro algumas coisas desta época mas eu tentava reproduzir o que o meu tio estudava. A forma como ele tocava me impressionava, ele parecia que dançava (rsrs) e era isso que me chamava a atenção. Mas ele me dava muita Bronca também, pegava no meu pé com andamentos e rudimentos.

 

Equipe Michael: Além de baterista você também atua como cantor, produtor musical e compositor. Como você concilia tantas habilidades com as muitas viagens fazendo shows?

Dedê Silva: Neste ano de 2019 estou lançando meu single (cantando) e minhas produções eu faço no meu estúdio, que fica na minha casa. Então sempre que estou em casa eu estou trabalhando.

 

Equipe Michael: Você viajou pelo Brasil e diversos países como a França por exemplo. Qual momento mais lhe marcou vivendo tantas experiências positivas musicalmente?

Dedê Silva: De tantas viagens legais e lugares bonitos, o lugar que mais gostei de tocar foi no rock in rio Lisboa (2018) público Sensacional energia lá em cima.

 

Equipe Michael: No seu setup de peles quais você mais utiliza? Há alguma diferença entre seus kits de show e de gravação?

Dedê Silva: Para o show eu uso Pele hidráulica NPSM e para algumas gravações também dependendo do estilo, mas geralmente em gravações eu tenho usado pele porosa NPOM em todos os tambores.

 

Equipe Michael: Como músico, quem são suas maiores influências?!

Dedê Silva: As minhas principais influências são meu tio e minha mãe. Foi com eles que eu aprendi música.

 

Equipe Michael: Você já acompanhou músicos de estilos musicais completamente distintos, como a Cassiane e Naldo Benny, por exemplo. Você segue um padrão de estudos para manter sua versatilidade ou é um processo natural?

Dedê Silva: Foi tudo um processo bem natural. Fui ouvindo bastante estilos diferentes. Por exemplo: com a Cassiane eu ouvia as músicas na igreja, então já era muito natural tocar, já o Naldo queria as coisas mais gravadas (e eu já ouvia com meu tio e minha mãe) mas a parte de funk eu ouvi na rua mesmo e sinceramente, eu gosto de ouvir funk (rsrs)! Então fica mais fácil de tocar quando você gosta do ritmo.  

 

Equipe Michael: Durante as turnês que você já participou, houve algum fato engraçado que aconteceu nos bastidores?

Dedê Silva: Teve! (rsrs na hora não foi engraçado – ele diz) teve um Show que eu passei mal e desmaiei tocando e o meu Roadie teve que tocar no show. Aí o povo não sabia se fazia festa pro Roadie ou se me ajudava a levantar (hahahahah – disse ele dando risadas).

 

Fim da entrevista!

 

Até a próxima pessoal, boa música para vocês!

 

11 jan

Você sabe escolher bem um violão para comprar?

 

Existem vários tipos de violões no mercado e assim fica difícil escolher realmente aquele que será o ideal para você.

A seguir vamos lhe dar algumas informações que poderão ajudar na hora de comprar seu instrumento.

Caso não tenha familiaridade com os termos usados, deixa seu comentário no feed do post o que nós reponderemos.

Mas afinal, quais são estes tipos de violão e como escolhe-los?

 

Violão Clássico

Este é o mais popular no mercado. Apesar de não possuir nenhum detalhe especial em sua estrutura,

seu ponto forte vai para a equalização que é totalmente acústica, ou seja, é feita no próprio corpo do instrumento.

Não possui captação eletrônica de áudio e é muito indicado para iniciantes na arte, pois, além de possuir um baixo

custo de aquisição este tipo de violão geralmente acompanha encordoamento de nylon,

o tornando mais macio para quem pratica, apesar de alguns modelos também serem compatíveis com cordas de aço.

 

VM09E NA

 

FOLK

Talvez este seja o segundo modelo mais popular entre os violões. Possui um traço mais fino e arredondado,

seu corpo é maior com um leve acinturamento e geralmente possui cutaway (aquele corte abaixo do final do braço),

para alcançar os trastes mais agudos. É usado mais popularmente com cordas de aço e por isso é vendido nas formas acústica e eletroacústica.

Em função de sua alta performance sonora não é indicado a iniciantes.

 

VIOLÃO FOLK

 

  JUMBO

Já este se parece bastante com os dois tipos anteriores,pois, seu formato do corpo lembra bastante o modelo clássico,

porém sua performance sonora se assemelha ao modelo FOLK, que possui um som estridente,

mais vivo e a base do corpo bem mais larga, deixando-o com uma boa reverberação sonora. 

Tornou-se popularmente conhecido por ser o modelo usado pelo Rei do Rock’n Roll Elvis Presley,

que o utilizava bastante em seus shows. Este modelo também não é indicado para iniciantes.

 

VM825DTC ST

 

FLAT e semi-FLAT

Já estes modelos são totalmente elétricos. Seu corpo é bem estreito ou pode até nem possuir caixa acústica,

pois, sua captação é 100% eletrônica na maioria das vezes. 

Por este motivo, possuem pouca ressonância acústica ou nenhuma fazendo com que dependa

totalmente de um amplificador externo para ser usado estes modelos são compatíveis com acordoamento de nylon e aço.

De toda forma também não é indicado para músicos iniciantes, pois,

requerem um investimento extra de equipamento. Nem com cordas de nylon daria pra tocar muita coisa, no caso dos violões flat.

VM225F ST

 

 

VM219 SH

 

 

 

Dica extra: Violões acústicos, elétricos e eletroacústicos.

Um violão acústico utiliza apenas a equalização feita em seu corpo ou caixa acústica.

Um violão elétrico possui equalização feita com o auxílio de uma caixa amplificadora externa.

E o violão eletroacústico pode ser usado nas duas formas, com caixa amplificadora ou sem.

 

Curtiu o post? Então comenta ai e compartilha com os amigos de rodinha!

 

Até o próximo post galera!

F.Gênia