14 jan

A escolha de um violão faz toda a diferença no seu som! Mas não podemos esquecer de outro item muito importante: o encordoamento. Nas cordas de nylon, existem várias tensões: leve, normal, pesada e extra pesada. Mas como escolher a tensão ideal? Para decidir qual a melhor tensão para você, o recomendável é que teste todas, até encontrar a que seja mais adequada.

 

Além disso, é importante que você esteja com o braço do instrumento regulado. Um destaque nos violões da Michael, é que todos os modelos possuem tensor Dual Action, que permite uma regulagem perfeita e completa do braço. Caso você tenha dificuldade em fazer a regulagem do seu instrumento, o ideal é que leve o mesmo a um luthier de confiança para que ele coloque a corda ideal pra você e faça a regulagem do braço.

 

Para ter uma maior durabilidade nas cordas, o cuidado com elas é essencial. Um segredo: não trocamos as cordas somente quando elas arrebentam! A corda tem sua vida útil, então vai chegar um momento em que você não vai conseguir ter a mesma sonoridade, e isso vai atrapalhar até mesmo a afinação do violão.

 

Então confira algumas dicas para aumentar ainda mais a durabilidade das suas cordas:

 

– É muito importante que após tocar, você passe uma flanela limpa e seca em cada corda, evitando assim o desgaste por transpiração;

 

– Para você manter a regulagem do seu instrumento, é importante que quando for trocá-las você não retire todas as cordas de uma vez e sim que substitua uma a uma;

 

– Quanto menos você amarrar a corda no cavalete, melhor será a reverberação e a projeção sonora.

 

São dicas simples, mas que são valiosas no dia a dia! Quer ver essa matéria em formato de vídeo? Então acesse o link abaixo, e não esquece de deixar a sua curtida lá em nosso canal hein? Abraços!

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07 jan

2020 já está entre nós! Agora é hora de criar novas promessas, desafios e nos planejar para o ano que se iniciou. Mas, qual a melhor forma de fazer isso?

 

Pensando em te ajudar, separamos algumas dicas para que você comece o ano com tudo em relação ao seus estudos musicais. Bora conferir?

 

  1. Planejamento: Primeiramente, indicamos que faça todo um planejamento antes de começar a estudar. Defina o tempo de estudo, crie uma rotina. Estudar todos os dias? Somente aos finais de semana? Defina o que é melhor para você e planeje-se.

 

  1. Fonte dos estudos: já pensou de onde vai aprender tudo o que deseja? É importante que você estruture bem a sua fonte de informação, para que seja de qualidade e não uma perda de tempo. Alguns preferem ingressar em uma escola de música, outros preferem se aventurar sozinhos. Então analise qual é o melhor meio para você aprender.

 

  1. Invista: você já tem o instrumento desejado? Não? Então planeje-se e invista em um. Mesmo que seja mais simples, é normal começarmos de baixo mesmo. A medida do tempo vamos evoluindo, e aperfeiçoando nossos instrumentos. Só não deixe sua vontade de aprender música morrer, sem antes tentar cultivá-la.

 

  1. Dedicação: talvez seja o fator mais importante de todos! Não adianta montar toda uma rotina de estudos, planejar, juntar material, comprar o instrumento, se você não se dedicar! Não desperdice o seu tempo e esforço, dedique-se e você verá um excelente resultado em um curto período de tempo!

 

São essas as dicas que preparamos para que você tenha um rumo antes de começar os estudos em 2020! Ah, não esqueça que a Michael tem um canal no Youtube super rico de conteúdo, com várias dicas e técnicas completas para você! Se inscreva e acompanhe pelo link abaixo. Abraços!

https://www.youtube.com/user/michaelinstrumentos

Woman writing on her daily planner

24 dez

E junto com ele, o sentimento de solidariedade, de gratidão e alívio por mais um ano vencido. A Michael agradece e parabeniza a cada um que compartilha da mesma paixão que a gente, que é falar a língua da música! Que este natal seja cheio de alegria, bons momentos, pessoas especiais, e claro, muitas melodias!

 

E por falar em melodias, você sabe quais são as canções natalinas mais famosas? Fizemos um top 3, vem conferir!

 

  1. Jingle bell rock: mesmo sendo uma canção em inglês, é muito conhecida. Foi gravada inicialmente por Bobby Helms em 1957 com grande sucesso. Ao longo dos anos a canção recebeu várias versões diferentes de diversos artistas, como Girls Aloud, Hilary Duff, Chris Brown e Lindsay Lohan. O cover mais notável da canção foi do grupo Bill Haley & His Comets, liberado nos anos 90.

 

  1. Noite feliz: Quem nunca cantou “noite feliz, noite feliz”, não está comemorando o natal da maneira certa rsrs. “Stille Nacht”, traduzida para o português como “Noite Feliz”, foi escrita pelo padre Joseph Mohr e a composição foi feita por Franz Xaver Gruber em 1818, na cidade de Oberndorf, Áustria. Tem versões em, pelo menos, 45 línguas, e em 2011 foi considerada um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

 

  1. Sino de Belém: talvez seja a mais conhecida de todas, a melodia automaticamente vem em nossa cabeça quando falamos de natal: “bate o sino pequenino, sino de Belém”. A versão original foi escrita e composta por James Lord Pierpont e publicada como One Horse Open Sleigh em 16 de setembro de 1857.

 

Aposto que você conhece todas, não é mesmo? Até porque não importa o idioma, a música é uma linguagem universal! Então, no embalo dessas canções, desejamos a todos vocês um feliz natal! Até a próxima!

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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

17 dez

É algo normal ver alguém com fones de ouvidos na rua, no ônibus, pessoas passando de carro ouvindo música, ou um vizinho com um som alto no final de semana. Mas e na hora de dormir? Faz bem ou mal a saúde?

 

Muitas pessoas alegam que a música ajuda na hora de pegar no sono, e isso é realmente verdade. Já foi comprovado cientificamente que ouvir músicas calmas antes de dormir nos tranquilizam e nossa memória pode ser melhorada através de estímulos musicais.

 

Porém, deve-se ficar atento ao tipo de canção. Se a música for em um estilo mais agitado, pode trazer efeitos opostos aos descritos acima. As batidas nos deixam mais animados, e consequentemente podemos não ter uma boa noite de sono, o que pode nos deixar com mal humor e indisposição no dia seguinte. Além disso, ainda ficamos desatentos e temos nossa capacidade de memorização afetada. E mais uma observação: não deixe a música rolando a noite toda, pois também é necessário que seu cérebro descanse. Se somos estimulados por alguma luz ou som podemos não chegar ao sono profundo, que é o que nos faz descansar de fato.

 

Então, se você tem hábito de escutar música para adormecer, escolha uma canção mais tranquila, e não se esqueça de ajustar o volume moderadamente. Coloque sua saúde sempre em primeiro lugar!

música na hora de dormir

Fonte: https://cuidadospelavida.com.br/cuidados-e-bem-estar/dormir-bem/dormir-ouvindo-musica-prejudicar-qualidade-sono

11 dez

Você já sentiu alguma dor ou desconforto nas mãos/dedos ao tocar um instrumento? Saiba que isso pode ser evitado com o alongamento, antes e depois da prática. Mas você pode pensar “mas eu toco sentado, mexo apenas os dedos, não preciso me exercitar”. Pois aí é que você se engana.

 

É super importante criar esse hábito de se “aquecer”, para que não desenvolva problemas futuros. Um dos problemas mais comuns causados pela falta de alongamento é a tendinite, que se trata de uma inflamação ou irritação de um tendão (parte final do músculo, como uma corda fibrosa que faz a fixação dos músculos aos ossos).

 

Exercícios simples podem evitar todos esses transtornos, e por isso separamos algumas dicas para vocês. Vem conferir:

 

1. Aqueça os dedos: Esfregue as mãos antes de fazer qualquer tipo de exercício.

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2. Dobre cada um dos dedos: Puxe os dedos para trás (um de cada vez) até sentir um leve alongamento e depois faça o mesmo para frente. Evite forçá-los até sentir dor.

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3. Coloque as mãos espalmadas sobre uma superfície plana: Apoie suas mãos sobre uma mesa, por exemplo, e estique os dedos o máximo possível. Fique assim por 30 a 60 segundos, e faça 4 repetições.

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4. Faça os “dedos em garra”: Dobre os dedos de maneira que as pontas repousem contra a base das articulações dos dedos, e mantenha o ritmo do exercício anterior: 30 a 60 segundos, com 4 repetições.

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5. Faça um “levantamento” dos dedos: Apoie novamente as mãos na mesa. Levante um dedo por vez e abaixe-o. No fim, levante todos os quatro dedos e o polegar, abaixando-os ao mesmo tempo. Faça 4 repetições.

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Agora que você já aprendeu alguns exercícios e sabe da importância de se alongar antes de tocar, crie esse hábito e coloque em prática todo o aprendizado. Para mais dicas de exercícios, recomendamos o livro Isometrics Guitarrits de Milton Raskin, professor, pianista e arranjador renomado da década de 70. Cuide sempre da sua saúde, e até a próxima!

 

Fonte: https://pt.wikihow.com/Exercitar-Seus-Dedos

26 nov

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O nosso mundo foi praticamente tomado pela tecnologia. Temos informações em tempo real, com apenas um clique. Através da internet temos acesso à um variado conteúdo de entretenimento, como filmes, séries e inclusive, músicas. Em meio a essa evolução, muitos músicos se perguntam: ainda devo produzir álbuns físicos?

 

Apesar da rápida adaptação da sociedade com a tecnologia, ainda existem pessoas que preferem o físico. Pela simples experiência de “ter” algo do artista que gosta. Se estiver autografado, a experiência vale o dobro! Os álbuns físicos são uma forma de aproximar o fã do artista. Além de despertar o lado sentimental, também é um meio de oferecer aos fãs conteúdos exclusivos, como fotos e informações do ídolo.

 

Por outro lado, pensando em alcance, investir em plataformas digitais é o caminho. É essencial que os músicos dessa geração tenham suas músicas em plataformas como Spotify, Deezer, Itunes, Google Music e afins. Encontrar álbuns nessas plataformas por vezes é mais acessível do que encontrar um álbum em alguma loja física. Além disso, o cliente final tem uma experiência mais personalizada, podendo escutar somente as músicas que gostam, não precisando ouvir o álbum todo.

 

Então, em nossa opinião, o ideal é habitar nos “dois mundos”. Apesar do gosto pelo físico ser menor, não é vantajoso excluir essa parcela de fãs, que ainda possuem apego no “pegar, sentir”. O importante é levar sua música para pessoas que irão apreciá-las, seja de forma física ou digital. E você, o que pensa a respeito? Compartilhe conosco suas ideias!

19 nov

Quando começamos a aprender um instrumento, ficamos cheios de gás e queremos estudar o dia todo. Mas depois de um certo tempo, esse ânimo começa a diminuir e sentimos que não estamos evoluindo ou aprendendo tão rápido quanto esperávamos. Por isso, nossa artista Débora Ildêncio preparou algumas dicas de como gerenciar seu tempo nos estudos para evoluir no instrumento. Vem conferir!

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Planeje seu tempo de estudo! Não adianta passar o dia todo com o instrumento na mão, se não tiver um planejamento. Sugerimos que divida seu tempo em 70% para repertório, 20% para técnica e 10% para teoria. Não entendeu essa proporção? Iremos explicar:

 

  • 70% para repertório: é muito importante você estudar músicas que você já sabe, para que quando for tocar perto de alguém, você não “trave”, mas que toque de forma natural, sem precisar pensar muito. Mas não se prenda sempre a ele, não esqueça de treinar novas músicas. Isso faz com que você fique mais criativo, evolui a sua técnica e deixa seu repertório mais atrativo. O importante é saber balancear!

 

  • 20% para técnica: independente do seu objetivo na música, sendo ele por prazer ou profissionalmente, a técnica é de extrema importância, pois você quer tocar bem! Mas pra isso, você deve saber o tanto que você quer se dedicar e evoluir. A evolução não vem sem o esforço. Por isso, é importante que você tente pegar técnicas e músicas mais difíceis, mas claro, antes disso avalie o seu nível atual, e vá avançando gradativamente, não tente pular logo para o mais difícil.

 

  • 10% para teoria: não é só porque a proporção é menor, que quer dizer que ela seja menos importante. Você tem que estudar para entender o que está fazendo, e assim como as técnicas, é importante que a teoria esteja alinhada com o seu nível. Se você pegar para estudar algum conteúdo mais avançado, você vai achar muito difícil e isso pode ser um fator desmotivador, por não conseguir pegar a teoria e transformar em prática.

 

Portanto, o segredo para evoluir musicalmente se baseia em três ingredientes especiais: vontade + planejamento + ação! Colocando todos eles em prática, você começará a notar a evolução! Gostou dessas dicas? Temos um vídeo em nosso canal no Youtube, onde discutimos mais sobre o assunto. Acesse o link e confira:

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Até a próxima! :)

06 nov

Já passou por sua cabeça de algum dia ser um(a) grande cantor(a)? Imagino que sim, porque esse é o sonho de muita gente, não é mesmo? Alguns não o seguem por falta de oportunidade, outros por falta de planejamento mas aqui a gente te ajuda e incentiva a botá-lo em prática.

Por isso batemos um papo com o Márcio Durães, músico, cantor, compositor e diretor da escola de música EMP que deu cinco dicas para quem deseja dar os primeiros passos:

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A primeira dica: procurar desde o início uma ajuda profissional que vai te ensinar os recursos técnicos para trabalhar da melhor forma sua voz, sem causar danos futuros. Mesmo que você já ache que tenha o dom do canto, sempre terá algo novo para ser trabalhado que vai potencializá-la ainda mais.

Segunda: Se aventurar pelos estilos que você não domina. É comum as pessoas quererem cantar somente aquilo que já são boas mas o ideal é você treinar também aquilo que não é fácil e te desafia. Isso vai moldar sua personalidade como cantor e vai te ajudar a não ficar estagnado.

Terceira: Aplicar o aquecimento vocal no seu dia a dia e não somente horas antes de se apresentar. Existem vários exercícios possíveis de fazer e aplicar em sua rotina que vão evitar problemas futuros.

Quarta: Quando for cantar uma música de alguém para se apresentar, ouça a música repetidas vezes até enjoar (rs). Aqui, a palavra de ordem é REPETIÇÃO. É no processo de interiorização da música, que você acaba colocando nela o seu estilo e personalidade.

Quinta: É muito importante cantar no tom correto. Jamais escolha um tom que seja o seu limite. Uma porque não é todo dia que acordamos com a voz boa e outra porque as vezes somente uma parte da música se encaixa nesse tom. Portanto, pense na música como um todo e avalie o melhor tom para você.

01 nov

O Michel Barcellos, é compositor, arranjador e artista Michael, que cada vez mais tem se destacado na música instrumental brasileira. Com suas composições marcantes e uma musicalidade impressionante, o músico que hoje é baixista da cantora gospel Gabriela Rocha, já acompanhou outros grandes nomes da música como Marcelo Martins, Léo Gandeman, Sergio Chiavazzolli, Fátima Regina, Josué Lopez, Mariana Valadão e Sandra de Sá. Michel acabou de lançar o seu primeiro álbum, Decolagem em todas as plataformas digitais. O músico agora segue no desafio de conciliar a carreira solo com suas outras agendas para divulgação de seu novo trabalho pelo país.

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Entrevistamos o Michel para saber um pouco mais do processo de criação desse álbum.

Quando você começou a pensar nesse nome, Decolagem, de onde vieram as inspirações?

Esta faixa decolagem, eu compus dentro do avião, uma de minhas inspirações para isso foi a comissária falando e a vista da pista de Pouso/decolagem do lindo aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro.

São 10 faixas exclusivas instrumentais. Eu queria saber quais foram os principais desafios para compô-las?

Nove faixas são de minha composição, e uma é de domínio público, um hino da harpa Cristã que eu fiz uma nova versão. Para mim, o maior desafio foi visualizar todo o arranjo, ideias, e referências, tudo pronto para ouvir, Mix, Master, sonoridade, e etc… é difícil criar uma concepção, algo que as pessoas irão ouvir.

Nesse álbum, você contou com a participação de diversos artistas, inclusive o Dedê Silva, baterista e também artista Michael. Como foi a escolha desses convidados?

Além de músicos talentosíssimos, eles são grandes amigos, 95% dos músicos que tocaram no meu disco, também fazem parte da minha casa, são amigos da família, então já tocamos juntos.

 A gente sabe que por trás de toda música tem uma boa história também. Tem alguma que foi dedicada para alguém em especial?

A Música Pulsação, é uma faixa que eu tenho muito carinho, pois com ela eu pude dizer através da música a importância do Arthur Maia na minha formação. Eu tive a honra, de antes dele partir, ele poder ouvir a música Pulsação… “oh sorte”… É uma composição minha, que me lembra o meu grande amigo e professor Arthur Maia.

 E como você está fazendo para conciliar as agendas, tendo que divulgar o novo álbum e ao mesmo tempo se apresentando com a Gabriela Rocha, grande nome do gospel e outros tantos artistas?

Olha, não é fácil não, além disso, ainda temos a vida de casa, às vezes sinto saudades do meu lar… Mas fora isso, está sendo um grande desafio, mas muito prazeroso também. Graças a Deus a produção da Gabriela me deixa bem à vontade para cumprir também minhas agendas, agendas do disco, então eu tento me organizar para atender a todos, gravações, shows dos outros artistas, mas sem deixar de cumprir com meus shows do novo álbum também! Quero ressaltar aqui que as músicas foram gravadas com o Baixo da Michael… Sem efeitos, apenas usando um pré-UNIVERSAL. Eu tenho diariamente recebido feedback falando da sonoridade do CD, falando do grande som de Baixo.

Muito orgulho em usar a marca!!!

24 out

Já sabe de quem se fantasiar nesse Halloween? Separamos 5 dicas de músicos conhecidos por seus estilos bem peculiares! Confira cada um deles e se inspire para fazer bonito da festa de Dia das Bruxas!

 

Alice Cooper: O cantor chocava o público nos anos 70 com seus shows macabros. Suas apresentações tinham direito a letras obscuras, cobras, muito sangue no palco, cenas de enforcamento, guilhotina e tudo o que você puder imaginar de mais assustador! 

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Marilyn Manson: Pode falar, eu sei que você já se assustou a primeira vez que viu o astro na televisão em algum de seus clipes bizarros! Só para ter uma noção: o cantor formou seu nome artístico inspirado em duas de suas grandes inspirações, a atriz Marilyn Monroe e Charles Manson. E não é difícil se fantasiar de Marilyn não: basta caprichar na maquiagem, no sorriso metálico e na lente branca.

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Slipknot: A Banda composta por integrantes mascarados usando macacões com códigos de barras já assustou muita gente por aí! Um fato curioso é que eles não tem nomes, cada um chama o outro por números de 0 a 8 e pouquíssimas vezes, durante anos, os fãs os viram sem as máscaras (pasmem!). Junta aquela turma de nove amigos aí e arruma máscara pra todo mundo que a fantasia é certa!

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Kiss: Talvez esses sejam os queridinhos de quem topa se fantasiar nessa data! A banda formada por quatro integrantes, fez enorme sucesso na década de 70 devido o visual marcante e suas pinturas na face, símbolo de muito sucesso até hoje: Starchild, Catman, Demon e Spaceman. Se já tem o seu preferido, fica fácil escolher a fantasia do dia 31!

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Black Sabbath: Quando estrearam com o som pesado do Heavy Metal no final da década de 60, os integrantes da banda chamavam atenção pelo visual obscuro, principalmente o do vocalista Ozzy Osbourne sempre com esmalte preto nas unhas, inúmeros anéis, lápis preto no olho, cabelo grande, crucifixos dourados e óculos escuro!

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Se você estava indeciso, espero que tenha te dado uma luz (eu sei que a palavra luz não cabe nesse tema, mas aqui foi necessário, rs)! Agora é só entrar no embalo de gostosuras e travessuras e curtir muito!

F.Gênia