20 set

“Ah, estou sem tempo” “Ah, mas eu não sei pestana” “Que preguiça”

Se identificou com algumas dessas frases acima? Espero sinceramente que não. Pois elas são só algumas desculpas e manias de pessoas que preferem postergar algo e acabam não evoluindo musicalmente.

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Já reparou como existem aqueles que falam para alguém que já é profissional: “Se eu tivesse o seu talento eu também tocaria assim!” O que eles não sabem ou acabam se esquecendo é a trajetória toda dedicada em aprender e se aperfeiçoar do outro, afinal de contas, música é estudo e muito treino, sem fórmula mágica por enquanto.

Para te incentivar (sim, queremos ver você se dando bem), listamos as cinco manias que mais te impedem de evoluir como músico para que assim se livre delas:

 

Preguiça de estudar: Não existe fórmula mágica para o seu desenvolvimento. Só desenvolvemos em qualquer instrumento, seja ele violão, guitarra, contrabaixo, violino, etc, quando estudamos coisas novas. Então se você tiver dificuldade, comece devagar e acelere gradativamente. Resumindo: O estudo é a chave para o sucesso.

 

Aprender a música pela metade: É bem cômodo tocar a música até determinado solo, aquela sua parte favorita da música né? Mas e o restante? Então quando for pegar uma música para tocar, aprenda do início ao fim mesmo que uma parte dela seja um pouco mais complicada. Os desafios é que movem o músico.

 

Tocar sempre as mesmas músicas: Quando a gente já domina determinados acordes, achamos a coisa mais legal do mundo e é difícil desapegar. Porém é importante estar atento e renovar o repertório sempre que possível até mesmo para deixar o seu trabalho mais customizado e imprimir um pouco do seu estilo em suas apresentações.

 

Fugir das pestanas: Todo mundo se apavora com essa palavrinha no início! É complicado mesmo fazer os acordes saírem do jeito certinho e logo você já acha que nunca vai conseguir fazer a temida pestana! Mas garantimos a você que com muito treino você consegue, mesmo aquelas com duas, três e até seis cordas. Então treine devagar as mudanças desses acordes para não se tornar um músico limitado.

 

Tentar aprender tudo de uma vez: É meus amigos, a ansiedade também atrapalha né? Você começa tocando uma música que tenha solo, se empolga e já quer começar a base também. Mas em muitos casos não é possível fazê-los ao mesmo tempo. Atente-se para quando há solo e base na mesma música: é ideal que você estude cada um separadamente para depois trabalha-los simultaneamente. Sabe por que? Pode ser que a parte da harmonia já esteja dominada mas aí o solo já seja mais difícil. Então siga a nossa dica e segura essa ansiedade ai que no final tudo dá certo!

12 set

Você quer estudar música mas se depara sempre com uma enorme insegurança sem saber qual a escola certa? Isso é muito comum mesmo, mas essa insegurança só não pode ser maior do que sua vontade de aprender algo e de se tornar um profissional, correto?

Existem muitas escolas hoje que fazem um trabalho brilhante de formação musical, inclusive algumas super conceituadas são parceiras da Michael!

Bom, para te ajudar, levantamos alguns pontos cruciais que vão auxiliar muito na tomada de decisão para você parar de postergar e partir logo para a ação:

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1 – Um dos pré-requisitos é pesquisar se a escola tem o instrumento que você deseja aprender, caso contrário,  estudando um instrumento que não tenha tanto interesse é bem provável que em pouco tempo você desanime e deixe de frequentar às aulas. Pensa só: você ama violão e está certo de que quer fazer aulas e por algum motivo, a escola te convence em estudar outro instrumento que você não tenha a mesma paixão ou afinidade, ao longo das aulas a desmotivação pode acontecer.  Então não caia nessa! Se você já tem um objetivo, faça de tudo para cumpri-lo.

 

2 – Pesquise a respeito do corpo docente, se realmente os profissionais são capacitados. Isso evitará o aprendizado equivocado do instrumento e posteriormente lesões que podem prejudicar o seu desenvolvimento musical. Isso também vale para os futuros cantores!

 

3 – Quando for visitar a escola, pergunte se lá tem aulas de prática em conjunto e audições periodicamente. Isso é importante para manter a interação entre os alunos e te dará maior noção sobre a função do seu instrumento ao tocar com outras pessoas.

 

4 – Fique atento (a) quanto a metodologia de ensino. Algumas escolas trabalham conforme o grau de conhecimento do aluno, com metodologia voltada para quem já tem algum conhecimento (aprofundando-se de forma mais técnica), outras para quem é completamente leigo e precisa começar do zero.  Veja qual sua necessidade para não se arrepender depois.

 

5 – Lembre-se de conferir se os instrumentos da escola estão em boas condições, se estão novos e se conseguem atender sua expectativa. Afinal, você passará boa parte do tempo junto a um deles. Além disso, um instrumento novinho interfere diretamente na tocabilidade e na qualidade do seu som.

 

6 – Por último mas não menos importante: Fuja de métodos milagrosos ou promessas de curto prazo! Música requer dedicação, portanto leva tempo. A não ser que você queira ter conhecimentos rasos e com pouca técnica, talvez escolas com cursos de curta duração sejam ideais para você. Mas tenha em mente que você será apenas mais um!

 

Se você está lendo este texto e chegou até aqui é por que realmente deseja buscar alguma escola para começar e esperamos ter ajudado! Mas se por alguma razão ainda tem dúvidas sobre por quê começar a estudar música, este artigo pode te ajudar.

06 set

GUITARRA

Nunca foi tão fácil criar o seu próprio timbre. E digo isso por causa das inúmeras possibilidades que a função MX-7 permite a você, músico.

Primeiramente, esclarecendo algumas dúvidas para quem ainda não sabe o significado de MX-7: MX de mixagem e 7 pois você pode fazer sete timbres diferentes com ele, já que ele permite comutar os captadores do braço, do meio e da ponte, criando timbres intermediários normalmente não possíveis num circuito de Strato tradicional.

A Michael desenvolveu essa função em suas guitarras ST Advanced (GM227N, GM237N, GM247) e para utilizar não é nenhum bicho de sete cabeças. Até o fim desse texto você estará concordando comigo, rs:

  • Basta girar o controle MX-7 no sentido anti-horário para se obter combinações e timbres totalmente novos, como o de uma telecaster, jaguar e muitos outros que vão marcar o seu som com muita personalidade
  • Experimente as mais variadas possibilidades e texturas de timbres mixando “gradativamente” o potenciômetro MX-7 em cada um dos captadores e combinações da chave seletora.
  • A guitarra estará no seu funcionamento normal (Standard) quando o cursor do potenciômetro MX-7 for for girado completamente no sentido horário.

Para facilitar a leitura, exemplificamos abaixo:

mx7

Agora que você já sabe como utilizar melhor essa função, conheça as guitarras ST que a Michael desenvolveu e que farão enorme diferença em suas apresentações:

GM227N | GM237N | GM247

Mas se de tudo você ainda não tiver convencido da potência e vantagens do circuito MX-7, assista a esse vídeo do nosso artista Fabinho Gonçalves, onde dá vários exemplos com sua guitarra GM227N.

video fabinho mx-7

29 ago

Oasis wonderwallEm agosto de 2019 fazem exatos dez anos que os irmãos Gallagher resolveram encerrar de vez a banda Oasis após um desentendimento nos bastidores de um festival francês. Entre altos e baixos, ao longo da carreira eles foram alvo de inúmeras críticas tanto pelo comportamento explosivo e brigas constantes, quanto pelas músicas que lançavam, tão aclamadas pelo público. Uma dessas músicas, de enorme sucesso e que até hoje está presente nas rodas de amigos e na playlist de vários músicos, é Wonderwall.

Essa música ganhou o coração das pessoas e já foi eleita a melhor música britânica de todos os tempos, em votação feita pela emissora de rádio inglesa Radio X.

Para você que fã dos caras e que ainda não superou esse término ou você que aprendeu a tocar Wonderwall no violão já que ela permite um trabalho bem interessante de dinâmicas entre as estrofes e refrão, separamos algumas curiosidades a respeito dela que você provavelmente ainda não sabia, veja só:

 

  •  Ela foi composta em 1994 por Noel Gallagher que, inicialmente nomeou a canção como Wishing Stone.

 

  •  Outro fato curioso é que a arte do single, nesta foto abaixo, a moça que aparece na imagem substituiu Liam de última hora após o irmão Noel discordar que Liam sairia na arte. Oasis

 

  • Muitas pessoas pensam que Wonderwall foi escrita para a esposa de Noel mas na verdade não é bem assim: Ele compôs essa música para ele mesmo, em uma fase que vivenciava momentos de agonia e um amigo imaginário apareceu para lhe salvar.

 

  •  Apesar da banda dos irmãos ser considerada uma das bandas britânicas de rock de maior sucesso, Noel se irritava quando diziam que Wonderwall era uma música que representava o estilo.

 

Bom, e claro que depois de toda essa história acima, o melhor que a gente pode fazer pra matar a saudade é ouvir esse clássico do rock. Olha só essa versão bem diferente e criativa da nossa artista Polly Angel com participação de Débora Ildêncio na percussão. Clique na foto e assista:

polly e debora

22 ago

Você sabe escolher a melhor palheta na hora tirar aquele som maneiro? Vamos combinar que apesar delas parecerem a parte mais simples de todos aqueles itens utilizados por guitarristas, violonistas e baixistas, elas fazem uma baita diferença no resultado final e é um elemento que precisa ser encarado com a devida importância.

 

palheta

Não existe uma palheta ideal para todo mundo, isso vai depender muito da sua pegada, do seu som e do estilo de música que pretende tocar. Mas temos algumas dicas que são unânimes no meio dos músicos e podem te ajudar, veja só:

Palheta extra fina e leves: Estas são bastante flexíveis e muito confortáveis e, por isso, possuem maior elasticidade. Em contrapartida, apresenta sonoridade de “plástico” e pouca estabilidade no swing. Ideal para técnica de trinado e ritmos, por exemplo.

Palheta média: Nem muito firme, nem muito flexível.  Essas palhetas são as mais usadas entre as leves, médias e pesadas e garantem que o músico imprima mais força nas cordas. Geralmente muito utilizadas por quem está começando e ainda não sabe qual palheta escolher.

Pesada: Ideais para solos pois não se curvam tão facilmente. São mais rígidas e apresentam som mais rígido. Outro ponto importante é que a durabilidade delas também é maior.

Extra pesada: A queridinha dos baixistas e ideal para solos de Jazz e Rock’n roll pois ajudam na sincronia das notas.

E aí? Deu pra esclarecer um pouco mais agora? Geralmente as pessoas também escolhem a palheta de acordo com a espessura dela, mas aqui nesse artigo, preferimos utilizar os termos extra fina, leve, média, pesada e extra pesada, para não te confundir!

Muitos especialistas dizem que o ideal é você se adaptar a um tipo só quando for tocar mas nada te impede de querer fazer um solo mais específico, por exemplo, com outra palheta, afinal são tantas variedades que a gente se empolga e quer usar todas!

16 ago

Exercitar os dedos e praticar independência deles é um fator primordial para quem deseja ser um violonista de sucesso. Para te ajudar nessa difícil, porém não impossível tarefa, nossa artista Débora Ildêncio gravou esse vídeo com dicas valiosas para você seguir estudando e ficando melhor a cada dia.

Algumas das técnicas utilizadas no vídeo são “arraste” e “varredura”. Confira:

 

fortalecimento dedos

13 ago

Tem Artista Michael lançando um álbum novo? Tem sim! Marcelo Costa, acaba de disponibilizar seu disco na íntegra para os amantes da boa música. O que podemos adiantar é que o trabalho está lindo e recheado de sucessos da MPB.

 

 

Marcelo Costa_01

 

Requisitado por 10 entre 10 artistas da MPB, o baterista e percussionista Marcelo Costa coleciona colaborações e admiradores. A lista inclui Caetano Veloso (com quem gravou 11 CDs e fez 7 turnês nacionais e internacionais), Lulu Santos, Adriana Calcanhotto, Maria Bethânia, Marisa Monte, Jaques Morelenbaum, Gal Costa, Zizi Possi, Ana Carolina, Bebel Gilberto, Chico Buarque, Flávio Venturini, Gilberto Gil, Mart’nália, Maria Gadú, Roberta Sá, Zeca Baleiro e muitos outros.

Marcelo começou a ganhar visibilidade aos 14 anos, como integrante do grupo A Barca do Sol, com o qual gravou 3 discos. Com apenas 16 fez a sua primeira gravação profissional no álbum “Limites das Águas”, de ninguém menos do que Edu Lobo.  Com o final da Barca do Sol, passou a tocar com grandes nomes da nossa música, alguns deles presentes no álbum que começou a se desenhar há alguns anos e que agora está sendo lançado pela gravadora Biscoito Fino.

 

Marcelo Costa Vol. 1 reúne registros feitos em estúdio, entre 1994 e 1999, com exceção de “Na Cadência do Samba”, gravada há 2 anos. A ideia inicial era comemorar os 25 anos de profissão, que agora já somam 45: “Ao invés de dar uma festa, fiz esse disco. Com um repertório escolhido por mim, ele é um encontro de artistas e amigos que estiveram e estão na minha vida. Cantando, tocando e celebrando a música do Brasil”, comenta Marcelo. É antigo – gravado na era pré Pro Tools – e novo, porque só agora chega ao público. “Toda a minha alegria e felicidade em pertencer ao que aprendi a chamar de MPB, que para mim é toda música que se produz no Brasil, está presente nesse disco”.

Ouça, aqui, o repertório completo, disponível em diversas plataformas de streaming:

 

MEU BOM (Marcelo Costa Santos)

Intérprete: Caetano Veloso

NA CADÊNCIA DO SAMBA (Ataulpho Alves / Mathilde  Alves de Souza / Paulo Gesta)

Citação :  “POÉTICA I” (Vinicius de Moraes )

Incidental: Meu Mundo é Hoje (Wilson Batista / José Batista)

Intérprete: Marcelo Costa

Participação Especial de Everson Moraes

BEIJA-ME (Roberto Martins / Mário Rossi)

Intérprete: Gal Costa

Part. Especial: Caçulinha

DO FUNDO DO MEU CORAÇÃO (Erasmo Carlos / Roberto Carlos )

Intérprete: Adriana Calcanhotto

PESAR DO MUNDO (José Miguel Wisnik / Paulo Neves)

Intérpretes: Eveline Hecker e José Miguel Wisnik

Participação Especial de Laudir de Oliveira

ELE FALAVA NISSO TODO DIA (Gilberto Gil)

Intérprete: Lulu Santos

QUEM NASCEU (Péricles)

Intérpretes: Marcelo Costa / Péricles Cavalcanti

Participação Especial de Jaques Morelembaum

FEITIÇO DA VILA (Noel Rosa / Vadico)

Intérprete: Caetano Veloso

Participação especial: Zeca Assumpção

IGREJA DO PILAR (Toninho Horta )

Intérprete: Toninho Horta

Participação especial: Yuri Popoff

ALEGRIA (Arnaldo Antunes )

Intérprete: Boca Livre

Participação Especial de Trio Madeira

FAIXAS BÔNUS MONSIER (Muri Costa)                Intérprete: Muri Costa/ Participação Especial de Davi Gang

VARIAÇÕES SOBRE CORAÇÃOZINHO  (Trilha do filme Tieta do Agreste)

Intérprete: Caetano Veloso/ Intérprete: Jaques Morelembaum e orquestra

09 ago

Sabemos que a música é algo que nos alegra, aproxima e por muitas vezes a sua inicialização começa dentro de casa, nos inspirando em pessoas que amamos! Quem aqui já resolveu seguir carreira artística por influência do pai e até hoje o agradece por isso? Ou então, quem se lembra das canções de ninar que seu pai cantava para você na incrível missão de conseguir fazê-lo dormir? São muitas lembranças…e para comemorar esse Dia dos Pais de uma maneira especial, batemos um papo com nosso artista André Neiva, que é baixista e contou sobre a importância da música em seu relacionamento com as filhas, Carolina e Mariana.

ANDRE NEIVA

 

MCH: O que a música representa na relação de pai e filhas entre vocês? 

Música sempre foi um grande motivo de aglutinação aqui em casa. Mostrar a elas o quanto a música é mais do que o glamour de estar em um palco, é mostrar que a música transforma pessoas, une pessoas ao seu redor e saber identificar o que é uma música que constrói de uma que é apenas passageira sempre foi meu foco. Acho que num balaço geral acertei mais do que errei nisso. 

 

MCH: Quando suas filhas começaram a se interessar pela música e o quanto isso te surpreendeu?

Dei a mais velha uma guitarra de presente e logo vi que, embora seja muito musical, seu interesse na época era mais pra fazer algo que o pai ama do que realmente ela queria fazer. De qualquer forma, no caso dela, pude notar o tamanho interesse pela arte tanto que se transformou em uma tatuadora de primeira mão.

A mais nova foi um pouco mais adiante e quis fazer aulas de piano mas essa, mais objetiva e mais “afobadinha”, queria tocar logo e se irritava quando não conseguia. Mostrou-se de um talento enorme com desenhos tanto que faz alguns para a mais velha tatuar.

 

 

MCH: Vocês tem alguma música em especial que faz parte da vida de vocês? 

Quando elas eram pequenas, tinha por hábito mudar a letra das músicas infantis como “eu sou o lobo (Bom)”, “pela estrada a fora eu vou “bem feliz”, etc…Sempre quis que vissem que a música é algo tão lindo que não deveria assustar, dai mudava as letras.

 

 

MCH: Qual música você costumava cantar para elas dormirem? 

Eu fiz uma para elas e cantei muito com ambas no colo.

 

 

MCH: Vocês tocam juntos? Em quais ocasiões costumam tocar ou se envolver de alguma forma com a música?

Em reuniões que fazemos em casa onde há sempre amigos músicos onde logo se forma uma roda de violões, elas acabam cantando e se envolvendo e eu amando isso.

 

 

MCH: Geralmente os filhos costumam influenciar o trabalho dos pais. Como elas já influenciaram o seu? 

Elas me fizeram um homem mais sério, mais responsável, mais feliz…Nisso sempre me influenciam, para que eu dê o meu melhor sempre pois não é mais por mim e sim por elas.

 

 

MCH: Se elas resolverem seguir a mesma carreira do pai, qual conselho você daria a elas e quais erros você diria para evitarem? 

Que saibam respeitar a profissão que escolherem, que amem a profissão que escolherem, que façam dela LUZ na vida de outras pessoas e que sejam felizes no que fazem em todos os sentidos. Errar faz parte do processo da busca do acerto.

01 ago

Você piscou e o primeiro semestre do ano chegou ao fim mas ainda dá tempo de você começar a cumprir aquela promessa que fez lá no fim de 2018, de que iria começar a estudar música, se lembra?

Pois é, que tal aproveitar o segundo semestre para se dedicar e procurar profissionais e escolas para enfim, se tornar um um grande músico e tocar aquele instrumento que tanto gosta?

E como somos legais e gostamos de incentivar a música, separamos 5 razões para você começar a estudar já:

 

#1 CONHECER NOVOS INSTRUMENTOS

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Finalmente você vai ter a chance de aprender um pouco mais sobre instrumentos musicais e decidir se aquele instrumento que tanto sonhou em aprender a tocar combina de verdade com você. Muitas pessoas começam a estudar música já decidias em aprender determinado instrumento e acabam mudando de ideia por se identificar com outro ou, como também acaba acontecendo, aprendem mais de um e se tornam multi-instrumentistas. Vai que é seu caso?!

 

#2 DESENVOLVER PERCEPÇÃO AGUÇADA

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Já está comprovado cientificamente que quem estuda ou convive diretamente com a música, tem uma melhora significativa nas percepções cognitivas.

 

#3 SE INSERIR NO MEIO ARTÍSTICO

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Quando decidimos começar uma nova atividade, passamos a conviver com pessoas que dividem das mesmas vontades e sonhos que a gente, o que acaba se tornando um incentivo a mais. No meio musical isso é extremamente importante pois a partir das suas novas conexões você pode conhecer pessoas renomadas no mundo da música e acabar fazendo parte desse meio muito antes do que imaginava.

 

#4 DAR ADEUS À ANSIEDADE

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Os estudos na música refletem uma melhora significativa em pessoas ansiosas, deprimidas e solitárias. Quando se tem para onde direcionar os seus esforços, você se mantém centrado e foca no que realmente é importante. Afinal é preciso se dedicar para evoluir.

 

#5 DESENVOLVER VALORES SOCIAIS

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Quem estuda música passa a conviver melhor em grupo, a desenvolver empatia pelo próximo e ótimo relacionamento interpessoal.

As razões para você começar suas aulas de música são muitas e o mais importante disso tudo é você querer! Aí é só definir como e onde. A Michael apoia ha muitos anos escolas parceiras por todo o Brasil pois acredita na importância da música para a formação do cidadão. Caso você pretenda mesmo dar início a essa nova fase da sua vida, podemos te ajudar indicando algumas renomadas instituições de ensino. Clique Aqui e veja a mais próxima de você!

26 jul

Os cuidados com o violão e a sua manutenção fazem toda diferença no resultado final do seu som. Trocar as cordas com frequência além de ser algo necessário permitirá uma melhor sonoridade, mais brilho, afinação e execução do seu instrumento. Para algumas pessoas essa hora pode causar tensão, ou parecer algo difícil, mas existem algumas técnicas que facilitam ainda mais esse processo. O primeiro passo na hora de substituir suas cordas é trocar uma a uma, isso evitará a movimentação do braço do violão, mantendo assim a regulagem do mesmo.

Então por exemplo, substitua a corda Mi usada pela nova e somente depois retire a próxima corda fazendo o mesmo procedimento até que todas as cordas sejam substituídas.

Um erro muito comum é enrolar toda a corda no pino da tarraxa, que acaba sobrecarregando o seu mecanismo,  acarretando menor durabilidade da mesma.  Outro hábito comum dos violonistas e guitarristas é deixar a sobra da corda ou enrolar a sua ponta, algo que dificulta, caso precise de uma substituição rápida, além da estética também não ficar legal!  Fazer o acabamento correto da corda evitará que você machuque o dedo ao esbarrar a mão no headstock ou que a sua capa comece a rasgar na parte interna do instrumento devido o contato da corda.

Então se liga nessa super dica:

 

Para ver com mais detalhe assista o VÍDEO:

1- Afrouxe a corda da tarraxa até retirá-la por inteiro e depois e retire o pino do cavalete;

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2 – Pegue a nova corda e prenda primeiro no cavalete e, em seguida, leve sua ponta até o headstock do violão;

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3 – Deixe o orifício do pino (aquele buraquinho na tarraxa por onde passamos a corda) na mesma direção da corda;

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4 – Passe toda a corda pelo orifício e calcule uma distância até a próxima tarraxa,  marcando com o próprio  dedo essa distância, esse é o tamanho ideal que a corda deverá ficar presa na tarraxa.

*Utilize a referência do final do headstock para medir o tamanho ideal das cordas nas tarraxas referentes as cordas Ré e Sol;

 

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5 –  Após medir a distância da corda até a próxima tarraxa, utilizando o seu dedo como marcador, volte a corda, em seguida dobre a corda para dentro do headstock;

 

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5.1 – Agora  segurado a corda com a mão direita próximo ao nut, enrole a mesma;

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6- Após enrolar a corda, você deverá fazer o movimento de vai e vem para poder quebrar essa sobra.  Ao fazer a quebra dessa maneira sem auxílio do alicate, você permitirá que a corda seja quebrada sem ficar pontas, evitando assim que a mesma perfure os dedos ou rasgue a sua capa.

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Agora que você já aprendeu,  pode trocar as cordas do seu violão de aço!

 

 

F.Gênia