01 ago

Você piscou e o primeiro semestre do ano chegou ao fim mas ainda dá tempo de você começar a cumprir aquela promessa que fez lá no fim de 2018, de que iria começar a estudar música, se lembra?

Pois é, que tal aproveitar o segundo semestre para se dedicar e procurar profissionais e escolas para enfim, se tornar um um grande músico e tocar aquele instrumento que tanto gosta?

E como somos legais e gostamos de incentivar a música, separamos 5 razões para você começar a estudar já:

 

#1 CONHECER NOVOS INSTRUMENTOS

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Finalmente você vai ter a chance de aprender um pouco mais sobre instrumentos musicais e decidir se aquele instrumento que tanto sonhou em aprender a tocar combina de verdade com você. Muitas pessoas começam a estudar música já decidias em aprender determinado instrumento e acabam mudando de ideia por se identificar com outro ou, como também acaba acontecendo, aprendem mais de um e se tornam multi-instrumentistas. Vai que é seu caso?!

 

#2 DESENVOLVER PERCEPÇÃO AGUÇADA

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Já está comprovado cientificamente que quem estuda ou convive diretamente com a música, tem uma melhora significativa nas percepções cognitivas.

 

#3 SE INSERIR NO MEIO ARTÍSTICO

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Quando decidimos começar uma nova atividade, passamos a conviver com pessoas que dividem das mesmas vontades e sonhos que a gente, o que acaba se tornando um incentivo a mais. No meio musical isso é extremamente importante pois a partir das suas novas conexões você pode conhecer pessoas renomadas no mundo da música e acabar fazendo parte desse meio muito antes do que imaginava.

 

#4 DAR ADEUS À ANSIEDADE

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Os estudos na música refletem uma melhora significativa em pessoas ansiosas, deprimidas e solitárias. Quando se tem para onde direcionar os seus esforços, você se mantém centrado e foca no que realmente é importante. Afinal é preciso se dedicar para evoluir.

 

#5 DESENVOLVER VALORES SOCIAIS

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Quem estuda música passa a conviver melhor em grupo, a desenvolver empatia pelo próximo e ótimo relacionamento interpessoal.

As razões para você começar suas aulas de música são muitas e o mais importante disso tudo é você querer! Aí é só definir como e onde. A Michael apoia ha muitos anos escolas parceiras por todo o Brasil pois acredita na importância da música para a formação do cidadão. Caso você pretenda mesmo dar início a essa nova fase da sua vida, podemos te ajudar indicando algumas renomadas instituições de ensino. Clique Aqui e veja a mais próxima de você!

16 jul

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A CAEM está realizando o seu I Festival de Bandas, que reuniu professores e alunos de várias partes do país. Foram duas diferentes categorias e os finalistas vão se apresentar no grande palco do VI Congresso CAEM que acontece em São Paulo neste mês de julho. E como a Michael acha importante incentivar e valorizar estes artistas, entramos como apoiadores para premiar os grandes vencedores com violões, ukuleles e guitarras. Além dos prêmios, vale lembrar que todos esses artistas ganham também reconhecimento e projeção, devido a credibilidade e tradição construída pela CAEM durante todos esses anos. Boa sorte a todos e e que essa final seja repleta de emoção!

Confira a lista dos finalistas:

 

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12 jul

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Um gênero um tanto quanto inovador que surgiu lá na década de 50, no Rio de Janeiro para movimentar a música brasileira e que mais tarde originou a MPB.  Já deu para imaginar que estamos falando da Bossa Nova, certo? Hoje, já popular em todo o mundo, a Bossa Nova veio conquistando as pessoas por seus ritmos derivados do samba com influências do jazz. Lançada e popularizada por grandes nomes da música como Tom Jobim, Vinícius de Moraes e o pai do estilo, João Gilberto, suas letras abordavam temas leves, atuais e claro, cheios de amor, como é o caso da música Chega de Saudade, Garota de Ipanema e Desafinado. É importante lembrar que graças a esse gênero, carreiras de artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil foram consolidadas e tiveram o devido reconhecimento. Hoje, o legado deixado por João, está principalmente, no ritmo, forma de cantar e tocar o violão. E neste vídeo, gravado em homenagem ao cantor, violonista e compositor que nos deixou na última semana, nossa artista Débora Ildêncio separou excelentes dicas de levadas de Bossa Nova, para você aprender e fazer no seu violão. Aqui ela utiliza o Michael Venetian Taurus VM681DT ST com cordas nylon que valoriza a tocabilidade da técnica.

Miniatura Levadas de Bossa Nova

26 abr

Uma dúvida muito comum para os iniciantes no mundo dos instrumentos musicais é a
diferença entre os captadores ativos e passivos.
A principal diferença entre os dois é que o captador ativo além de ser um modelo mais novo,
possui um circuito de pré-amplificação embutido no instrumento que é alimentado através de
bateria. Já o passivo não necessita dessa alimentação para funcionar.
Por ser pré-amplificado o captador ativo possui maior ganho e mais clareza nos sinais emitidos,
eliminando ruídos indesejáveis e valorizando os sustains. É ótima para a aplicação de
harmônicos artificiais, ou técnicas que se utilizam muito drive.
O captador passivo, também possuem suas vantagens, mesmo sendo um modelo mais antigo,
sua resposta é maior e mais orgânica, permitindo maior variação de timbres e dinâmicas
aplicadas no instrumento.
Cada tipo de captação possui características próprias, por isso, não existe uma captação
melhor em detrimento a outra, a utilização de cada uma será de acordo com o estilo e técnicas
que você for aplicar.
Conseguiu entender um pouco das respostas dos captadores?
Então agora é só escolher o seu captador e começar a fazer aquele som!

CONTRABAIXO JB MICHAEL BM675N

25 jan

Afinal, quais as diferenças entre um ukulele e um cavaquinho?

Olá, como vai? Se essa pergunta ai em cima trouxe você até aqui, significa que,

ou você gosta de cavaquinho, ou você gosta de ukulele ou você gosta dos dois!

Mas já que é assim vamos sanar as dúvidas sobre estes instrumentos.

 

Para começar as diferenças entre estes dois belíssimos instrumentos,

podemos pegar logo de cara a diferença histórica entre os dois. Veja só:

 

O cavaco chegou ao Brasil junto com os portugueses na época da colonização.

Este instrumento é antigo e tem origem conhecida como sendo da cidade de Minho,

no norte de Portugal, tendo como seu primeiro nome Braga ou Braguinha e lá,

é usado para tocar o Fado, que é um ritmo popular português.

aqui no Brasil, é muito utilizado em rodas de samba e choro

e é popularmente conhecido como cavaquinho,

cavaco ou machete. Sua afinação é feita em D4 B4 G4 D5.

Possui um som estridente, cortante e com brilho, em função

de suas cordas de aço e o pequeno espaçamento de suas trastes no braço.

Ele pode ser encontrado nas versões acústico e eletroacústico.

Não possui variedade no tamanho e pode ser

tocado com palheta ou com a mão, como os portugueses o fazem.

CAVAQUINHO

Já o ukulele possui uma história bem diferente,

mas que descende da história do cavaco.

Segundo o “Ukulele Guild Of Hawai’i”, um navio vindo de uma ilha

chamada Madeira, por volta de 1879, chegou na ilha de Hawaii

portando o instrumento. O rei Havaiano ficou encantado com o som e o movimento

que o instrumento proporcionava. Ele disse que o tal “violão português”

era tocado de uma maneira muito ágil, quem nem uma “ukulele”,

que em havaiano significa “pulga saltitante”.

O rei, sem querer, acabou batizando o instrumento com o apelido que ele o deu.

Este instrumento é tocado somente com cordas de nylon e

possui o som leve e tranquilo, por este motivo combina bastante

com música havaiana, jazz, indie e pop

e o mais comum é de se tocar usando os dedos. 

Aqui neste vídeo, você pode aprender batidas para ukulele

para tirar uma onda com seu instrumento.

Ukuleles

Este possui 3 tamanhos diferentes, soprano, tenor e concert, com afinação das cordas em G4, C4, E4, A4.

Apesar de existirem estilos e batidas diferentes para cada um deles,

este instrumento pode é tocado com os dedos, ou seja, não se faz necessário o uso da palheta.

E ai, vai tocar samba, fado, musica havaiana ou um jazz de fim de tarde?

Se você tem um ukulele comenta ai embaixo ou chama no facebook  pra gente bater um papo.

Até semana que vem no próximo post!

12 out

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Olá, pessoal. Hoje, aqui no Blog, vamos dar dicas de como utilizar o breu corretamente no arco do violino.

 

O primeiro passo é apertar o arco até o ponto em que a crina não toque a madeira. Depois disso, passe-o sobre o breu fazendo movimento suaves. Lembrando que é o arco que deve ser passado sobre breu e não o breu sobre ele. Durante o processo, vire o breu constantemente para que a crina não passe somente em um só local, formando um “caminho”, diminuindo a vida útil.

 

É importante também ficar atento as partes do arco. O recomendado é passar primeiro a ponta, em seguida o talão e por último o meio. Sobre a questão da quantidade a ser usada, não existe um padrão. No entanto, o excesso pode produzir um som mais “arranhado”. Além disso, recomenda-se passar no arco 1x por semana.

 

Outra dica é, não misture várias marcas de breu para não prejudicar a qualidade do arco.

 

Então é isso, pessoal. Até a próxima!

 

 

30 jun

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A Michael acaba de lançar os novos violões da Linha Professor, instrumentos indicados à profissionais que buscam alta performance! São 3 modelos, VM90e, VM87E e VM85E, com até duas opções de cor: Natural (NA) e Natural Satin (ST). Encontre opções com tampo, laterais e fundo em madeira sólida, tarraxas com borboletas em Ébano, Nut e Osso em Osso, entre outras matérias-primas nobres! Um dos grandes diferenciais da linha Professor é o cavalete Double Hole Michael, sistema duplo de ancoragem para melhor reverberação das cordas! Confira mais detalhes do VM90E e dos outros violões acústicos da linha neste vídeo produzido no canal da Michael!

 

25 jan

A escolha de um encordoamento correto é muito importante não somente pela qualidade sonora e tocabilidade, mas também pela conservação do instrumento. Em outro post, falamos sobe qual a importância de manter seu violão com as cordas indicadas para ele, hoje daremos dicas sobre encordoamento em aço.

Corda de aço para violão

Corda de aço para violão

 

Vamos lá. Primeiro é importante entender que os encordoamentos para violões “aço” são construídos com 2 tipos de materiais bronze ou fósforo/bronze. No geral, as cordas de bronze 80/20 têm um som com mais brilhante, mais ácido. Já as cordas de fósforo/bronze oferecem um som mais suave. Então o ideal é ir testando, até encontrar seu timbre preferido.

 

Quando pensamos no calibre, as diferentes espessuras interferem diretamente na sonoridade. Quanto mais grosso, mais o som será encorpado, cheio. Já calibre mais fino, valoriza mais o conforto e deixa o som mais médio. Se você estiver começando a tocar, uma dica é usar a 0.10, pois exige menos força.

 

Já quando o tema é durabilidade, tudo depende do tempo de uso e a maneira como você trata seu violão. Nesta vida tudo oxida, inclusive suas cordas. Se você é um cara cuidadoso, que ao terminar de tocar passa a flanela nas cordas para retirar a umidade e a sujeira, a tendência é que elas durem até 4 meses. Mas o ideal é sempre trocar periodicamente para deixar também seu “som” em dia.

 

Outro ponto importante é que a troca de um calibre afeta a regulagem do tensor. Por exemplo, se o seu violão está regulado para .010 e você coloca .012, será necessário regulagem para não correr o risco de empenar o braço. Fique sempre atento!

18 jan

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Olá, pessoal do Blog! Como vão todos? Já estávamos com saudades! Este ano continuaremos publicando diversos assuntos e contamos com suas sugestões, ok? Sem mais delongas, hoje falaremos sobre “Hardware” .

 

Para quem não sabe, este termo se refere a todo o conjunto de peças metálicas que compõem uma guitarra ou contrabaixo, sendo parte fundamental  na composição do instrumento, pois podem influenciar na estrutura, estabilidade e sonoridade.

 

O Hardware é normalmente composto pelas tarraxas, ponte (base, saddles e molas), parafusos, placa do braço, placa do jack e tensor.

 

Os materiais normalmente utilizados são o aço inox e/ou o latão, podendo ser de cor e modelo diferente de um instrumento para outro, mas, o mais importante é a funcionalidade desses itens.

 

Vale destacar a “ponte” como um item de grande importância, pois influencia diretamente no timbre, no sustain e, em alguns casos, na estabilidade de afinação do instrumento.

 

Quanto maior a densidade da “massa” do material da ponte, maior a sua resistência e, por consequência, maior vibração das cordas, maior sustain e volume projetado.  Uma combinação de materiais da base da ponte com os saddles pode proporcionar timbres e tonalidades distintas.

 

Os saddles que, sustentam as cordas de guitarras e contrabaixos, também podem apresentar grande variedade de materiais (aço, latão, ferro, antimônio, nylon, grafite) e por consequência influenciam também no timbre.

 

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Os mais comuns são feitos em ZAMAC (liga de Zinco) ou antimônio e posteriormente cromados. Uma forte característica desse material é um timbre com tonalidade médio-grave, enquanto os saddles de aço produzem um timbre mais agudo e com grande sustain.

 

É através dos “saddles” que os ajustes de oitavas (entonação) e da ação das cordas (altura) são feitos. Portanto, trata-se de item relevante na composição do instrumento por influenciar diretamente na sua tocabilidade, na qualidade tonal (afinação) e no sustain do instrumento.

 

Então é isso, espero que tenham gostado!

19 ago

Neste vídeo, o contrabaixista Adriano Campagnani (Artista Michael) apresenta detalhes do BM515 da Michael, modelo 5 cordas e captação ativa! Fala sobre aspectos técnicos e características sonoras! Confira:

 

 

O contrabaixo Michael Modern BM515 BK (Preto Metálico) de 5 cordas e captação ativa é um instrumento imponente, de sonoridade encorpada, excelente para quem quer dar peso aos slaps e pressão ao pizzicatos.
 
Um dos seus principais destaques é o seu timbre vigoroso e vibrante que agrada tantos os músicos clássicos quanto os de vanguarda! Os graves são pulsantes e os agudos possuem ótimo brilho, além disso, possui excelente sustain que dá ainda mais “presença” aos arranjos musicais.
 
Quer saber mais? Clique aqui e confira mais informações e fotos!
 
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F.Gênia