26 abr

Uma dúvida muito comum para os iniciantes no mundo dos instrumentos musicais é a
diferença entre os captadores ativos e passivos.
A principal diferença entre os dois é que o captador ativo além de ser um modelo mais novo,
possui um circuito de pré-amplificação embutido no instrumento que é alimentado através de
bateria. Já o passivo não necessita dessa alimentação para funcionar.
Por ser pré-amplificado o captador ativo possui maior ganho e mais clareza nos sinais emitidos,
eliminando ruídos indesejáveis e valorizando os sustains. É ótima para a aplicação de
harmônicos artificiais, ou técnicas que se utilizam muito drive.
O captador passivo, também possuem suas vantagens, mesmo sendo um modelo mais antigo,
sua resposta é maior e mais orgânica, permitindo maior variação de timbres e dinâmicas
aplicadas no instrumento.
Cada tipo de captação possui características próprias, por isso, não existe uma captação
melhor em detrimento a outra, a utilização de cada uma será de acordo com o estilo e técnicas
que você for aplicar.
Conseguiu entender um pouco das respostas dos captadores?
Então agora é só escolher o seu captador e começar a fazer aquele som!

CONTRABAIXO JB MICHAEL BM675N

25 jan

Afinal, quais as diferenças entre um ukulele e um cavaquinho?

Olá, como vai? Se essa pergunta ai em cima trouxe você até aqui, significa que,

ou você gosta de cavaquinho, ou você gosta de ukulele ou você gosta dos dois!

Mas já que é assim vamos sanar as dúvidas sobre estes instrumentos.

 

Para começar as diferenças entre estes dois belíssimos instrumentos,

podemos pegar logo de cara a diferença histórica entre os dois. Veja só:

 

O cavaco chegou ao Brasil junto com os portugueses na época da colonização.

Este instrumento é antigo e tem origem conhecida como sendo da cidade de Minho,

no norte de Portugal, tendo como seu primeiro nome Braga ou Braguinha e lá,

é usado para tocar o Fado, que é um ritmo popular português.

aqui no Brasil, é muito utilizado em rodas de samba e choro

e é popularmente conhecido como cavaquinho,

cavaco ou machete. Sua afinação é feita em D4 B4 G4 D5.

Possui um som estridente, cortante e com brilho, em função

de suas cordas de aço e o pequeno espaçamento de suas trastes no braço.

Ele pode ser encontrado nas versões acústico e eletroacústico.

Não possui variedade no tamanho e pode ser

tocado com palheta ou com a mão, como os portugueses o fazem.

CAVAQUINHO

Já o ukulele possui uma história bem diferente,

mas que descende da história do cavaco.

Segundo o “Ukulele Guild Of Hawai’i”, um navio vindo de uma ilha

chamada Madeira, por volta de 1879, chegou na ilha de Hawaii

portando o instrumento. O rei Havaiano ficou encantado com o som e o movimento

que o instrumento proporcionava. Ele disse que o tal “violão português”

era tocado de uma maneira muito ágil, quem nem uma “ukulele”,

que em havaiano significa “pulga saltitante”.

O rei, sem querer, acabou batizando o instrumento com o apelido que ele o deu.

Este instrumento é tocado somente com cordas de nylon e

possui o som leve e tranquilo, por este motivo combina bastante

com música havaiana, jazz, indie e pop

e o mais comum é de se tocar usando os dedos. 

Aqui neste vídeo, você pode aprender batidas para ukulele

para tirar uma onda com seu instrumento.

Ukuleles

Este possui 3 tamanhos diferentes, soprano, tenor e concert, com afinação das cordas em G4, C4, E4, A4.

Apesar de existirem estilos e batidas diferentes para cada um deles,

este instrumento pode é tocado com os dedos, ou seja, não se faz necessário o uso da palheta.

E ai, vai tocar samba, fado, musica havaiana ou um jazz de fim de tarde?

Se você tem um ukulele comenta ai embaixo ou chama no facebook  pra gente bater um papo.

Até semana que vem no próximo post!

12 out

breu-1

 

Olá, pessoal. Hoje, aqui no Blog, vamos dar dicas de como utilizar o breu corretamente no arco do violino.

 

O primeiro passo é apertar o arco até o ponto em que a crina não toque a madeira. Depois disso, passe-o sobre o breu fazendo movimento suaves. Lembrando que é o arco que deve ser passado sobre breu e não o breu sobre ele. Durante o processo, vire o breu constantemente para que a crina não passe somente em um só local, formando um “caminho”, diminuindo a vida útil.

 

É importante também ficar atento as partes do arco. O recomendado é passar primeiro a ponta, em seguida o talão e por último o meio. Sobre a questão da quantidade a ser usada, não existe um padrão. No entanto, o excesso pode produzir um som mais “arranhado”. Além disso, recomenda-se passar no arco 1x por semana.

 

Outra dica é, não misture várias marcas de breu para não prejudicar a qualidade do arco.

 

Então é isso, pessoal. Até a próxima!

 

 

30 jun

michael

 

A Michael acaba de lançar os novos violões da Linha Professor, instrumentos indicados à profissionais que buscam alta performance! São 3 modelos, VM90e, VM87E e VM85E, com até duas opções de cor: Natural (NA) e Natural Satin (ST). Encontre opções com tampo, laterais e fundo em madeira sólida, tarraxas com borboletas em Ébano, Nut e Osso em Osso, entre outras matérias-primas nobres! Um dos grandes diferenciais da linha Professor é o cavalete Double Hole Michael, sistema duplo de ancoragem para melhor reverberação das cordas! Confira mais detalhes do VM90E e dos outros violões acústicos da linha neste vídeo produzido no canal da Michael!

 

25 jan

A escolha de um encordoamento correto é muito importante não somente pela qualidade sonora e tocabilidade, mas também pela conservação do instrumento. Em outro post, falamos sobe qual a importância de manter seu violão com as cordas indicadas para ele, hoje daremos dicas sobre encordoamento em aço.

Corda de aço para violão

Corda de aço para violão

 

Vamos lá. Primeiro é importante entender que os encordoamentos para violões “aço” são construídos com 2 tipos de materiais bronze ou fósforo/bronze. No geral, as cordas de bronze 80/20 têm um som com mais brilhante, mais ácido. Já as cordas de fósforo/bronze oferecem um som mais suave. Então o ideal é ir testando, até encontrar seu timbre preferido.

 

Quando pensamos no calibre, as diferentes espessuras interferem diretamente na sonoridade. Quanto mais grosso, mais o som será encorpado, cheio. Já calibre mais fino, valoriza mais o conforto e deixa o som mais médio. Se você estiver começando a tocar, uma dica é usar a 0.10, pois exige menos força.

 

Já quando o tema é durabilidade, tudo depende do tempo de uso e a maneira como você trata seu violão. Nesta vida tudo oxida, inclusive suas cordas. Se você é um cara cuidadoso, que ao terminar de tocar passa a flanela nas cordas para retirar a umidade e a sujeira, a tendência é que elas durem até 4 meses. Mas o ideal é sempre trocar periodicamente para deixar também seu “som” em dia.

 

Outro ponto importante é que a troca de um calibre afeta a regulagem do tensor. Por exemplo, se o seu violão está regulado para .010 e você coloca .012, será necessário regulagem para não correr o risco de empenar o braço. Fique sempre atento!

18 jan

EXPOMUSIC 2 e 3 DIA 0305

 

Olá, pessoal do Blog! Como vão todos? Já estávamos com saudades! Este ano continuaremos publicando diversos assuntos e contamos com suas sugestões, ok? Sem mais delongas, hoje falaremos sobre “Hardware” .

 

Para quem não sabe, este termo se refere a todo o conjunto de peças metálicas que compõem uma guitarra ou contrabaixo, sendo parte fundamental  na composição do instrumento, pois podem influenciar na estrutura, estabilidade e sonoridade.

 

O Hardware é normalmente composto pelas tarraxas, ponte (base, saddles e molas), parafusos, placa do braço, placa do jack e tensor.

 

Os materiais normalmente utilizados são o aço inox e/ou o latão, podendo ser de cor e modelo diferente de um instrumento para outro, mas, o mais importante é a funcionalidade desses itens.

 

Vale destacar a “ponte” como um item de grande importância, pois influencia diretamente no timbre, no sustain e, em alguns casos, na estabilidade de afinação do instrumento.

 

Quanto maior a densidade da “massa” do material da ponte, maior a sua resistência e, por consequência, maior vibração das cordas, maior sustain e volume projetado.  Uma combinação de materiais da base da ponte com os saddles pode proporcionar timbres e tonalidades distintas.

 

Os saddles que, sustentam as cordas de guitarras e contrabaixos, também podem apresentar grande variedade de materiais (aço, latão, ferro, antimônio, nylon, grafite) e por consequência influenciam também no timbre.

 

post

 

Os mais comuns são feitos em ZAMAC (liga de Zinco) ou antimônio e posteriormente cromados. Uma forte característica desse material é um timbre com tonalidade médio-grave, enquanto os saddles de aço produzem um timbre mais agudo e com grande sustain.

 

É através dos “saddles” que os ajustes de oitavas (entonação) e da ação das cordas (altura) são feitos. Portanto, trata-se de item relevante na composição do instrumento por influenciar diretamente na sua tocabilidade, na qualidade tonal (afinação) e no sustain do instrumento.

 

Então é isso, espero que tenham gostado!

19 ago

Neste vídeo, o contrabaixista Adriano Campagnani (Artista Michael) apresenta detalhes do BM515 da Michael, modelo 5 cordas e captação ativa! Fala sobre aspectos técnicos e características sonoras! Confira:

 

 

O contrabaixo Michael Modern BM515 BK (Preto Metálico) de 5 cordas e captação ativa é um instrumento imponente, de sonoridade encorpada, excelente para quem quer dar peso aos slaps e pressão ao pizzicatos.
 
Um dos seus principais destaques é o seu timbre vigoroso e vibrante que agrada tantos os músicos clássicos quanto os de vanguarda! Os graves são pulsantes e os agudos possuem ótimo brilho, além disso, possui excelente sustain que dá ainda mais “presença” aos arranjos musicais.
 
Quer saber mais? Clique aqui e confira mais informações e fotos!
 
83_BM515-bk

27 mai

Pois é meus caros bateras, não é só chegar e sair tocando, não! Os pratos também merecem sua atenção e cuidado.
 
O post de hoje é pra você que ficou curioso se está tocando certo ou pra quem está começando a tocar.

Prato Michael

Ao bater no prato, faça o movimento de chicote e procure não usar o “pescoço” da baqueta. Use a ponta, para que o impacto não seja muito agressivo;
 
Não deixe os pratos muito presos no pedestal, senão eles podem rachar ou quebrar. O ideal é o som vibrar naturalmente. Mas cuidado para não deixar solto demais, eles podem perder a precisão;
 
Prato muito retos não é bom! Caso eles estejam assim, as chances de quebrar são maiores, pois as baquetas tendem a bater com mais pressão na borda. Tocando na superfície, você ganha mais em termos de som e tempo de uso;
 
Certifique-se que os pratos não estão em contato direto com a estante. A borracha deve estar entre eles, de maneira que absorva este contato;
 
109_elevation

Hit Hat: para para um som mais limpo, bata a ponta das baquetas na superfície do prato. Para ganhar volume e peso, bata na borda;
 
Ride: toque com a baqueta no corpo do prato, e na cúpula, use a ponta para ganhar mais volume e ter boa dinâmica;
 
Splash: Como é um prato mais fino, ele deve ser tocado da mesma maneira que um crash ou china. Mesmo com um mínimo de força, você consegue um som brilhante!
 
Mesmo com todas essas dicas, lembre-se das técnicas aprendidas e que cada prato tem sua dinâmica de uso e toque.
 
Baquetas
 
Agora, levanta e vai arrasar com sua batera!
 
Até mais!

20 mai

Vamos falar a verdade, todas as guitarras tem um timbre apaixonante! Mas o universo sonoro delas passam por detalhes que vão muito além. O tipo de madeira do corpo e do braço, o acabamento e o headstock , enfim, tudo na guitarra interfere diretamente na sua sonoridade.
 
É pelo corpo da guita que se passa toda a vibração até chegar à captação, que por fim produz o sinal sonoro. Existe uma variedade de madeiras e todas elas possuem uma densidade diferente que altera diretamente o timbre. Por isso é bom testar cada modelo para que você escolha o que tem mais haver com seu estilo.

105_Lp Strike Custom

Assim como no corpo da guitarra, o tipo de madeira usada é essencial para a definição do som. Além disso, a espessura, o tipo de corte interfere também no tipo de onda que será enviada ao corpo. Vale a dica!
 
Fiquem sempre atentos a combinação da madeira do braço com sua escala. Elas alteram a projeção, sustain e valorizam mais o grave ou agudo!

b

 

O Headstock é nada mais, nada menos do que a continuação do braço do instrumento, com exceção de uma pequena interrupção onde é colocado o capotraste.
 
Existem dois tipos headstock: os retos e os inclinados para trás. Nos retos, como há pouca pressão das cordas sobre o capotraste, o som torna-se mais vivo. Já os inclinados, tendem a dar maior pressão no capostrate, deixando o som com um sustain maior.

102_Gm1159

 

Não existe uma regra para os tipos de madeiras e headstocks a serem usados! Assim como não há regras para a própria música. O fator mais relevante é a particularidade de cada músico ao tocar e seu estilo.
 
As guitarras Michael possuem características bem definidas e que vêm agradando até aos músicos mais exigentes. Nossa equipe de especialistas se dedicam ao máximo para trazer produtos com primor em termos de acabamento e sonoridade exemplar.

 

Abraços e até mais!

13 mai

lançamento

 

O violão elétrico Michael Venetian VM625DT (Lançamento) é apresentado pela multi-instrumentista e Artista Michael, Débora Ildêncio. Ela faz uma interpretação usando técnicas de fingerstyle, valorizando ainda mais todos os detalhes deste super lançamento da Michael.
 
Confira:

 


 
Este violão com cordas de aço possui excelente tocabilidade, equilíbrio sonoro eótima definição de timbre, detalhes que irão garantir uma performance de alto nível em qualquer estilo musical.
 
Garante qualidade musical tocado tanto acusticamente quanto plugado! Seu captador Piezo produz um sinal de alto padrão, sem ruídos e distorções.
 
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F.Gênia