07 jun

Novos Artistas Michael:

A banda ID2 é uma das principais bandas de rock cristã da atualidade. Em 2018 participaram do Troféu Louvemos, uma das premiações mais importantes do segmento e ganharam nas categorias: Melhor banda e Artista do ano.

A banda é formada pelo vocalista André Leite, com sua voz marcante, potência e técnica precisa, é um dos mais renomados cantores de rock no país. Antes do ID2 integrou bandas seculares e cristãs de prestígio internacional como a banda Iahweh. Também dividiu os palcos com nomes renomados da música católica como Rosa de Saron, Pe. Fábio de Melo, Guilherme de Sá, entre outros. Andinho e Guil trazem toda musicalidade e riffs marcantes para as canções através de suas guitarras, no contrabaixo Vinny e bateria Danilo Santos que completam o time com seus grooves precisos e toda pressão que um bom e autêntico rock pede. Os clipes da banda possuem milhões de visualizações no Youtube e se preparam para lançar novos trabalhos em 2019. Na Michael a banda ID2 representará o violão Michael Galaxy Folk VM925DT SS, guitarras HB Michael Jazz Action GM1159N, contrabaixo MB BM705N VS e bateria Michael Elevation DM853 MP.

ID2 agora é Michael!

31 mai

Jeison Coelho é músico, produtor, professor e drum coach. Iniciou sua carreira como baterista em 1988, com técnica precisa e muita versatilidade tocou em inúmeras bandas de diversos estilos musicais, além de participar de workshops com músicos renomados como: Albino Infantozzi, Cuca Teixeira, Lilian Carmona, Carlos Bala, entre outros. Gravou vários DVD´s e mais de 70 álbuns ao longo de sua carreira. Na Michael Jeison irá representar a bateria Michael Elevation na cor madrepérolas e também as Peles Michael by Remo.

Confira esse super vídeo do nosso novo batera! Aperte o play!

 

24 mai

 

 

 

Você já pensou em rearmonizar uma canção?

 

Imaginar a possibilidade de acrescentar outros acordes em uma música já composta parece algo difícil e pode gerar muita dúvidas, não é verdade? Mas você já pensou em deixar a música com a sua cara?

A técnica é um dos caminhos que permite trazer identidade para a sua interpretação, seja na música instrumental ou cantada.

De uma forma  sucinta rearmonizar é pegar uma canção e alterar sua harmonia mantendo sua melodia original.

As dúvidas de quais  caminhos seguir pode ser algo pertinente para quem nunca rearmonizou uma música.

Pensando nisso, nossa Artista Débora Ildêncio preparou uma super aula pra você que nunca fez uma rearmonização e não sabe como começar a aplicar a técnica. Então pegue seu violão, aperte o play e mãos na massa!

 

Rearmonização sem segredo

Rearmonização sem segredo

Rearmonização sem segredo com Débora Ildêncio

Rearmonização sem segredo com Débora Ildêncio

17 mai

Sabe aqueles solinhos que fazem toda diferença durante a música?

 

Essa técnica é chamada de clichê e pode ser usada em qualquer estilo musical e qualquer tonalidade, permitindo assim maior criatividade e identidade para a canção.

Em algumas músicas esses clichês já são esperados e já viraram marca registrada da canção como: Aonde quer que eu vá, Segundo Sol, entre outras.

Essas pequenas frases devem ser aplicadas durante a música enquanto o violonista faz a base e podem ser tocadas dentro do acordo ou durante as mudanças de um acordo para o outro.

O mais interessante da técnica é que você pode aplicar as mesmas notas de formas diferentes. Por exemplo, uma frase para o acorde de G maior, se você fizer as mesmas notas em estilos diferentes, como poderá inovar ou deixar com que sua métrica funcione em estilos tão diversos?

Uma opção é modificar a duração das notas, ou fazer a frase musical maior ou encurtá-la por exemplo, isso trará ainda mais versatilidade!

Pensando nisso, nossa Artista Débora Ildêncio preparou essa vídeo aula para que você comece a utilizar a técnica e tenha ainda mais personalidade no seu violão!

 

Confira!

10 mai

 

 

 

 

 

Tem aquele velho ditado que diz que “um raio não cai duas vezes no mesmo lugar”. Mas e quando o amor pela música e o talento passa de geração para geração, trazendo cantores e músicos incríveis na mesma família? Aproveitando o embalo do Dia das Mães, conheça algumas mães que são cantoras sensacionais e que influenciaram os filhos a seguirem os mesmos passos na carreira:

 

Cássia Eller e Chico Eller:

Cássia com seu jeito único e sucessos inesquecíveis, fez fãs apaixonados por todo Brasil durante toda a sua carreira, fazendo história na música brasileira e conquistando o seu lugar como uma das vozes mais marcantes de todos os tempos. Seu filho, Francisco, conhecido Chico Chico, acabou por herdar não somente seus traços físicos marcantes, mas também, o enorme talento musical da mãe.
Com uma voz de arrepiar e trejeitos que lembram Cássia, Chico vem conquistando um espaço na música nacional com seus projetos. Iniciou sua carreia aos 18 anos, no grupo Zarapatéu, lançou o álbum 2 x 0 Vargem Alta e hoje faz vários shows pelo país dividindo os palcos com João Mantuano. Vale super a pena conferir de perto os trabalhos do cantor.

Chico Eller (reprodução: YouTube

Chico Eller (reprodução: YouTube)

 

 

Baby do Brasil e Pedro Baby:

Baby do Brasil começou a fazer a sua história na música lá nos anos 70, com o grupo Os Novos Baianos, dono de vários sucessos. Quando o grupo se desfez, ela optou por seguir carreira solo. Baby é uma mãezona de 6 filhos, Sarah, Zabelê, Nana, Xaxá, Pedro e Pitito. Dentre eles, vários seguiram carreira musical. As três mulheres montaram o grupo SNZ. Pedro Baby também seguiu carreira de musicista. Desde o final da década de 90, Baby se encontrava afastada dos grandes palcos para se dedicar 100% à música Gospel. Sendo assim, Pedro Baby entrou na tarefa de convencê-la a voltar a cantar as músicas de seu repertório dos anos 70 e 80, o que conseguiu com muito êxito. Hoje em dia, Pedro acompanha os shows da Mãe tocando com ela.

Pedro Baby, Pepeu Gomes e Baby do Brasil (Crédito: Gabriel Quintão)

Pedro Baby, Pepeu Gomes e Baby do Brasil (Crédito: Gabriel Quintão)

 

 

 

Zizi e Luiza Possi

Com mais de 30 anos de carreira, Zizi Possi repassou o seu talento para sua filha, que desde pequena, frequenta os estúdios e backstages ao lado da mãe. Aos 18 anos, Luiza Possi lançou o seu primeiro álbum e iniciou a sua carreira musical. Além disso, Luiza e Zizi já dividiram os palcos por diversas vezes. Premiada e indicada à prêmios, a cantora também participou do The Voice como assistente do cantor Daniel,  foi apresentadora no programa Jovens Tardes, jurada especial do programa Popstar e Ídolos.

Luiza Possi (reprodução: Instagram)

Luiza Possi (reprodução: Instagram)

 

 

 

Rita Lee e Beto Lee

Que Rita Lee é a rainha do rock nacional e influenciou toda uma geração, todo mundo sabe. Agora, você sabia que seu filho Beto Lee é um talentoso guitarrista que segue os passos da mãe com a carreira musical? Beto integra a banda da mãe assumindo os solos de guitarra e arrebentando nos palcos.

Rita Lee e Beto Lee (reprodução: Instagram)

Rita Lee e Beto Lee (reprodução: Instagram)

 

 

 

Elis Regina e Maria Rita

A sempre saudosa e espetacular Elis Regina é um ícone da música brasileira. A cantora que encantou a todos com sua voz e sua interpretação, foi mãe de 3 filhos. E é claro, o seu talento também virou uma herança genética. Maria Rita, Pedro Mariano e João Marcello Bôscoli também seguiram a carreira musical. Maria Rita, que tinha apenas 4 anos quando a mãe faleceu e também já é mamãe, comandou uma das edições do programa Sai do Chão, na Rede Globo, além de gravar diversos álbuns e sucessos e arrebentar nos palcos. Pedro Mariano é um grande cantor e compositor e João Marcello é produtor musical.

Elis Regina e seus filhos (reprodução: Instagram)

Elis Regina e seus filhos (reprodução: Instagram)

 

 

 

Lembrou de mais exemplos? Deixe aqui nos comentários!

 

26 abr

Uma dúvida muito comum para os iniciantes no mundo dos instrumentos musicais é a
diferença entre os captadores ativos e passivos.
A principal diferença entre os dois é que o captador ativo além de ser um modelo mais novo,
possui um circuito de pré-amplificação embutido no instrumento que é alimentado através de
bateria. Já o passivo não necessita dessa alimentação para funcionar.
Por ser pré-amplificado o captador ativo possui maior ganho e mais clareza nos sinais emitidos,
eliminando ruídos indesejáveis e valorizando os sustains. É ótima para a aplicação de
harmônicos artificiais, ou técnicas que se utilizam muito drive.
O captador passivo, também possuem suas vantagens, mesmo sendo um modelo mais antigo,
sua resposta é maior e mais orgânica, permitindo maior variação de timbres e dinâmicas
aplicadas no instrumento.
Cada tipo de captação possui características próprias, por isso, não existe uma captação
melhor em detrimento a outra, a utilização de cada uma será de acordo com o estilo e técnicas
que você for aplicar.
Conseguiu entender um pouco das respostas dos captadores?
Então agora é só escolher o seu captador e começar a fazer aquele som!

CONTRABAIXO JB MICHAEL BM675N

12 mar

A bateria é um instrumento versátil, entre groove, rimshot, papa mama e outras técnicas, o instrumento permite montagens híbridas entre sua versão acústica e eletrônica que possibilitando ao músico ainda mais personalidade no seu som!

Pensando nisso, toda semana, nosso Artista Alex Curi abordará um papo musical na série Falando de Música,  onde trará dicas  e irá tirar as principais dúvidas da galera!

Então, acompanhe em nosso Instagram todas as terças-feiras, compartilhe e comente. Quem sabe o próximo vídeo pode ser para esclarecer a sua dúvida?!

Os quatro primeiros vídeos da série  já estão disponíveis também  em nosso canal do Youtube.

Então aperte o play e bem-vindo ao universo da bateria!!

Falando de Música com Alex Curi

MINI ALEX 2

 

MINI ALEX 4

22 fev

A forma peculiar de tocar violão do cantor Lenine é assunto para toda as rodas de violão para a galera que curte MPB!

Pensando nisso, nossa Artista Débora Ildêncio explica nesse vídeo como são montados os acordes e a levada feita pelo artista em uma de suas principais canções: Jack Soul Brasileiro!

Confira a aula!

lenine

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cifra completa:

JACK SOUL BRASILEIRO – LENINE

INTRODUÇÃO: Em7 G7/13  Em7  G7  Em7 Gm6 Gbm6 Fm6

 

Em7                                                         A7/11

Jack Soul Brasileiro e que o som do pandeiro

É certeiro e tem direção

Em7

Já que subi nesse ringue

A7/11

E o país do swing,   é o país da contradição

Em7

Eu canto pro rei da levada

          A7/11

Na lei da embolada, na língua da percussão

 G7  

A dança mugango dengo

A7/11

A ginga do mamulengo  é o charme dessa nação

 

              Em7                 G

Quem foi que fez o samba embolar?

                             A              C6/9

(E quem foi ?) que fez o coco sambar?

                           Em7         G                        A  C6/9

(Quem foi ?) que fez a ema gemer na boa?

                  Em7                         G

(E quem foi ?) que fez do coco um cocar ?

                                 A            C6/9

(E quem foi?) que deixou o oco no lugar?

                                   Em7   G                           A  C6/9

(E que foi?)  que fez o sapo cantor de lagoa?

 

                Em7    A7/11

Diga, Tião? (oi)

 G7

Fostes? (fui)

           A7/11

Compraste? (comprei)

 Em7

Pagaste? (paguei)

A7/11   

Me diz quanto foi? (foi 500 reais)

 G7         

Me diz quanto foi? (foi 500 reais)

  

Em7               A7/11

Jack Soul Brasileiro do tempero

Em7                                  A7/11

Do batuque, do truque, do picadeiro e do pandeiro

Em7                                    A7/11

E do repique, do pique do funk rock

G7

Do toque da platinela

A7/11

Do samba na passarela

Em7

Dessa alma brasileira

A7/11

Despencando na ladeira

              Em7  A7/11

Na zoeira da banguela

Em7

Dessa alma brasileira

A7/11

Despencando na ladeira

G7   A7/11

Na zoeira da banguela

 

 

REFRÃO

 

 

PONTE  ( A  E  B  E  A  E  B  E )

 

 

 

Em7                              G

Eu só ponho BEBOP no meu samba

A                            C6/9

Quando o tio Sam pegar no tamborim

Em7                                  G

Quando ele pegar no pandeiro e no zabumba

A                          C6/9

Quando ele entender que o samba não é rumba

Em7                    G         A                 C6/9

Aí eu vou misturar, Miami com Copacabana

Em7                    G

Chiclete eu misturo com banana

A                       C6/9                 Em7

E o meu samba, e o meu samba vai ficar assim

 

G                   A     C6/9         Em  

Ah, ema gemeu,   ah, ema gemeu

G     A       C6/9

Ah, ema gemeu

Em7

Eu digo deixe, que digam

  G
Que pensem, que falem!
A

Eu digo deixa isso pra lá

C6/9
Vem pra cá o que que tem?

Em                          G
Tô fazendo nada você também

A                   C6/9
Não faz mal bater um papo assim gostoso com alguém

 

 

REFRÃO

 

 

 

15 fev

06030060737001g

 

Alô galera do mundo música, já ouviram falar do Breu?

 

Algumas pessoas já devem ter ouvido falar no Breu, uma resina vegetal sólida muito utilizada

por músicos para gerar aderência em instrumentos de arco e corda.

Popularmente o breu é mais conhecido por violinistas, violoncelistas e baixistas de orquestra.

Mas o que a maioria das pessoas não sabia é que este “acessório” na verdade é uma resina

naturalmente endurecida que possui várias propriedades e aplicações, como por exemplo

na manutenção de elevadores para dar aderência nos cabos de aço e até na medicina fitoterápica.

 

Extraído da Almécega (árvore aromática em todas as suas partes), árvore da floresta amazônica,

esta resina é considerada sagrada para os indígenas e ribeirinhos, e carinhosamente chamada de Breuzinho ou Breu.

Utilizado em cerimônias, rituais de cura, para afastar maus espíritos e para curar problemas físicos.

Ela é bastante utilizada na medicina popular para a cura de dores de cabeça, descongestionante nasal,

para imobilizar fraturas e principalmente, como repelente natural de insetos.

breu-beneficios

O Exército Brasileiro, durante treinamento de soldados em cursos de sobrevivência,

sugere a utilização de breu não só como repelente natural, mas também como material de

fácil combustão para se iniciar uma fogueira. O breu, que possui cheiro característico

semelhante a incensos ou terpenos, também é utilizado pela população local

para fazer a calafetação de embarcações como canoas e balsas.

 

Ingerido em pequenas quantidades juntamente com a banana, é um ótimo aliado

contra a osteoporose, artrite e artrose, basta quebra-la envolta por um pano usando

um martelo até que se torne um pó bem fino, daí é só aplicar esse pó sobre as bananas na hora de comer.

 

Na Amazônia, o  breu é queimado para afastar os mosquitos e outros insetos.

Os índios utilizam esta resina natural para tratar doenças respiratórias.

Na fitoterapia a resina é utilizada para tratar doenças venéreas, pois,

o óleo tem ação anti-inflamatória e analgésica e também antipruriginosa,

indicado para uso em furúnculos e abscessos. Na aromaterapia é usado para

tratamento de artrite, reumatismo, bronquite, sinusite e outras inflamações.

 

Ele pode ser encontrado em sua forma natural para venda, mais comumente no norte do país, na floresta amazônica,

ou em sua forma industrializada em lojas de música, farmácias fitoterápicas ou lojas especializadas.

 

Gostou do post? Então compartilhe com seus amigos esta curiosidade e nos acompanhe

em nossas redes sociais para ficar por dentro das novidades e lançamentos da Michael.

 

Até o próximo post, humanos do mundo música!

08 fev

Se você gosta de jazz e blues não pode deixar de continuar lendo.

commuter-jazz2

Originado na virada do século XIX para o século XX nos Estados Unidos,

este estilo musical surgiu sob forte influência da música religiosa afro-descendente

e se tornou popularmente conhecido pelos seus arranjos improvisados e seu alto nível

de desempenho musical. Antes mesmo de seu surgimento,

a palavra jazz já era popularmente utilizada pelos norte-americanos como uma gíria.

 

Com a popularização do estilo musical também passou a ser o nome do dele, ou seja,

antes não tinham nenhum nome para este estilo musical na época.

O jazz é um encontro de ritmos e tradições. Quando as manifestações musicais dos afrodescendentes

começaram a ser influenciadas pela música europeia, surgiram alguns estilos

musicais que deram origem ao jazz: ragtime, blues e o spirituals,

que essencialmente é um estilo musical de natureza vocal.

Cada um destes estilos contribuiu em algum grau para o surgimento do jazz.

A cidade de New Orleans, em Louisiana, é considerada a cidade berço do jazz,

pois haviam, no início do século, muitos africanos residentes, negros norte-americanos e japoneses.

JAZZ

Todo esse ambiente diversificado favoreceu o crescimento e a popularização deste lindo estilo musical por lá e pelo resto do país.

A partir do século XX começaram a surgir os primeiros grupos e bandas de jazz.

Originalmente as bandas eram compostas por: trombone, contrabaixo, piano,

corneta e clarineta. Com o passar dos anos outros instrumentos foram sendo

introduzidos e fizeram com que o estilo se popularizasse ainda mais, tais como a

guitarra elétrica e a bateria acústica com montagem simples: caixa, bumbo,

shimbal e um prato de ataque pequeno.

 

Só depois da popularização do estilo, a partir dos anos 30, em show’s,

teatros e grandes bares do país, é que o estilo começou a se tornar uma

opção nas prateleiras das lojas de discos e com isso, abrindo mais portas para o mercado musical.

Se você é amante de jazz não deixe de compartilhar com quem gosta também!

Até semana que vem no próximo post, galera!

F.Gênia