27 jul

MICHEL_BARCELLOS

O contrabaixo tem a função de conduzir a música, onde, através de seus grooves, pizzicatos e sua harmonia, o instrumento permite possibilidades infinitas! Além disto, é considerado a ponte para a unir  instrumentos mais agudos como o violão, a guitarra com a bateria e também é considerado um dos instrumentos da “cozinha da banda”, pois através dele, a música  se movimenta!

 

Michel Barcellos é um contrabaixista que vem se destacando no cenário musical brasileiro, com composições marcantes, musicalidade e técnica que impressionam a todos que o escuta! O músico, que já acompanhou grandes nomes como Sandra de Sá, Marcelo Martins e Léo Gandeman, atualmente acompanha a cantora gospel Gabriela Rocha.

 

No #MichaelEntrevista de hoje, Michel fala sobre suas composições, workshops ministrados pelo Brasil e o trabalho que vem realizando com Gabriela Rocha!

 

Michael: Você tem composições incríveis, como “Barulho das Águas”, “Dom” e “Tempo de Infância”. No que você se inspira ao compor?! Existe um processo de criação, ou você não segue um padrão específico?

 

Michel Barcellos: O que sempre me inspirou, foi ouvir Ivan Lins, Yellow Jackets, Arthur Maia, grupos ou músicos, que tinham álbuns ricos em melodia. Eu não sigo um protocolo de composição, já teve vezes da música sair no avião, na rua, ou até mesmo estudando em casa.

 

M: Qual composição sua você considera mais marcante, e por qual motivo?!

 

MB: “Amar a Deus” é a composição que mais me marcou, fiz ela em um momento triste de minha vida, e ela revela meu amor por Deus, e minha fascinação pela presença dEle.

 

M: Como músico, quem são suas maiores influências?!

 

MB: Yellow Jackets, Arthur Maia, Victor Bailey, Richard Bona, Ivan Lins, Esperanza Spalding, Marcus Miller, Christian Scott, Bethel Music, entre outros.

 

MICHEL_BARCELLOS
M: Você realiza inúmeros workshops pelo Brasil. O que mais te motiva a ensinar nesses eventos?!

 

MB: Saber que quando a galera sair de lá, terá um encorajamento maior para estudar e se dedicar ao seu instrumento, saber que pude somar no conhecimento de alguém.

 

M: Já aconteceu durante um dos workshop que você realizou, alguma história engraçada ou marcante que você lembre em especial?

 

MB: Workshop sempre nos marcam, eu sempre fico apreensivo com as perguntas, não somos mestres né (rsrs), mas agora realmente não me lembro de algum fato, mas sempre tem aqueles que fazem perguntas inusitadas.

 

M: O trabalho da Gabriela, vocês fazem shows em várias partes do mundo e em todo o Brasil. Como é trabalhar com uma cantora tão querida no país?!

 

MB: Somos uma Família na estrada, meus companheiros de Banda são meus irmãos, temos muito carinho e respeito uns pelos outros, e me sinto honrado de fazer parte disso. Eu me sinto realizado em poder levar Jesus através da música, é isso que tem me motivado a sair de casa, e pegar alguns dias de estrada.

 

 

M: Além de contrabaixista e compositor, você também é arranjador.  No trabalho da Gabriela você participa da criação de arranjos?!

 

MB: Nos trabalhos “ao vivo”, nos shows e ministrações nós palpitamos, uma coisinha ou outra, marcamos um ensaio, e nesse ensaio formatamos início meio e fim… Agora nós trabalhos gravados não faço parte dos arranjos.

Até o próximo Michael Entrevista!

20 jul

EXPOMUSIC 2 e 3 DIA 0271

 

Tirar um solo de ouvido não é uma coisa muito fácil, exige bastante estudo! É preciso também uma boa percepção musical e também desenvolvimento técnico para que ele saia bonito e preciso. Hoje, no Blog da Michael iremos dar dicas de como você pode desenvolver esta habilidade!

 

 1ª:TOM DA MÚSICA
É importante saber qual o tom da música que você irá tirar o solo. Sem essa informação, a tendência é que você fique confuso. Poderá até tirar partes dele, mas sua memória vai ficar “rodando”, sem saber para onde ir. O tom da música irá funcionar como “atalho”, a referência correta para o solo.

 

2ª: ESCALAS
Identificou o tom, agora é hora de repassar as escalas que fazem parte dele.  No primeiro, momento faça este exercício sozinho, antes de ir para o solo. Isso é importante para que sua mente consiga “mapear” a sonoridade das possíveis notas.  Após tocar a escala na guitarra ou violão, toque-a do começo ao fim junto da música. Você irá perceber que em alguns trechos as notas se encaixam melhor. Quando ouvir o solo, estarão mais firmes na sua memória!

 

3ª: DICA: DIVIDA O SOLO
Uma outra dica é dividir os solos em partes ou compassos. Esta é um maneira de você “enxergar” os pequenos detalhes que fazem total diferença. Identifique também quais foram as técnicas utilizadas: bends, slides, tappings, pull-of, arpegios, etc. Caso não estejam firmes, faça exercícios delas para que o solo saia com mais facilidade.

 

4ª: DICA: OUÇA O SOLO

Esta é uma dica elementar. Você não irá conseguir tirar de ouvido algo que você não conhece bem. Escute cada parte do solo separadamente, até que você consiga decorá-lo. Quando você conseguir “cantá-lo”, sem auxílio do instrumento é o momento certo de praticar. Com o solo memorizado, com as técnicas afiadas e mapeado fica mais fácil de você encurtar este processo. Não tente tirar todo o solo de uma vez! Divida-o e só passe para a próxima parte quando sentir que está bem afiado.

 

Por último! Tenha paciência e não pule etapas! Com disciplina e treino você irá naturalmente tocar com facilidade. O importante é respeitar o processo e não desistir jamais!

 

Grande abraço!

13 jul

O desenho da escala pentatônica funciona como desenho de acordes. Por exemplo, você não sabe fazer dois tipos de Sol Maior? Um acorde com pestana na terceira casa e o outro acorde na segunda casa?

 

Fazendo uma analogia fácil, seriam dois desenhos para representar a mesma coisa. A grosso modo a escala pentatônica funciona também como um desenho, porém, ele se mantém o mesmo, só varia a posição do braço no violão pela referência da nota tônica que você escolher.

 

 Nesta dica de hoje, a escala pentatônica que iremos ensinar tem duas notas por corda e vamos chamar parte do desenho de pequeno (Duas notas a um tom de distância) e outra de grande (Duas notas a um tom e ½ de distância), somando eles a partir de uma nota principal, no caso a Dó,  temos a escala pentatônica em Dó. Observe o desenho

desenhopentatonica
Vamos subdividi-lo para ficar fácil de entender:

Desenho pequeno: Duas notas a um tom de distância

Desenho grande:  Duas notas a um tom e ½ de distância

desenho
Identificando a tônica: A nota verde do desenho inteiro é a principal e é a partir dela que eu defino o tom. Como escolhemos a escala pentatônica em C, a terceira nota na quinta corda é a referência. Caso queira mudar para outro tom, basta deslizar o braço identificar a nota principal e repetir o mesmo desenho.

pentatonicado
Vamos praticar? Para facilitar o exercício, lembre-se cada dedo deve tomar contar de cada traste.

desenhomao
Assim, só utilizaremos o indicador, o segundo dedo e o mindinho.

dedocadacasa
Vamos passar por toda as notas indicadas, do mais grave para o mais agudo e depois voltar. Seguindo a sequência: Pequeno/Pequeno/Grande/Grande/Pequeno/Pequeno/ domaisgravepromaisagudo

Para completar o exercício, recomece do mais grave para o mais agudo terminando na nota tônica.

finalizar
 

Então é isso, vá identificando as tônicas e fazendo este exercício. Só lembre de respeitar os intervalos das casas na hora de fazer o desenho em todo o braço.

 

 

 

 

22 jun

A bateria é muito versátil, pois além de sua importância rítmica e de toda a técnica que pode ser aplicada ao instrumento, ela também possui a função de conduzir a música. Como os próprios músicos gostam de dizer, “é um instrumento que faz a música andar”! E saber aplicar os detalhes no lugar certo, trazem para a música sensações singulares.

 

Nosso Artista Michael Vitor Vieira pertence a categoria de baterista do mais altíssimo nível! Com uma pegada autêntica e bem aplicada, aliado ao seu grande conhecimento rítmico, Vitor passeia por vários estilos que vão do Maracatu ao Jazz, de uma forma precisa e extremamente técnica, deixando sua marca única em tudo que toca!

 

Em sua trajetória, além de seu trabalho autoral, Vitor acompanhou grandes nomes da música, como Ed Motta, e tocou com o ícone da MPB – que tinha uma voz inconfundível e que nos deixou precocemente em 2017 -, o cantor e compositor Luiz Melodia.

 

No Michael Entrevista de hoje, Vitor conta sobre a experiência de trabalhar e gravar o dvd “ZERIMA” com Luiz Melodia. Confira a entrevista na íntegra!

 

Michael: É verdade que o nome “ZERIMA” se refere ao nome da irmã do Luiz Melodia ao contrário (MARIZE), e esse trabalho foi uma homenagem para ela?

 

Vitor: Sim. O Luiz tinha um carinho muito grande pela Marize e ele fez este CD e DVD em homenagem a querida irmã!!!

 

M: Como foi para você a experiência de gravação desse DVD?

 

V: Bom, foi uma experiência única porque tocar com um artista como o Luiz não acontece todo dia. A banda era composta por músicos excelentes e uma equipe extraordinária. Foi muito emocionante no dia da gravação para todos nós, sabendo que ali iria ficar registrado mais um momento deste grande artista da música popular brasileira. Estava super preocupado com o meu set up que iria usar para chegar na sonoridade que o trabalho precisava. Mas no final deu tudo certo e conseguimos atingir o objetivo.

 

M: E como aconteceu o processo de criação dos arranjos? O Luiz chegou com algumas sugestões para você, ou vocês foram criando juntos?

 

V: Os arranjos foram feitos exclusivamente pelo maravilhoso arranjador, que também era produtor musical da época, Humberto Araújo. Por sinal, diga-se de passagem, lindos arranjos. O Luiz, nos ensaios para o DVD, sempre aprovava os arranjos. Ele, neste momento, estava mais preocupado com sua performance e dos demais. Na verdade, ele já sabia o que queria e o Humberto já o conhecia.

M: Durante a turnê, houve algum fato engraçado que aconteceu nos bastidores?

 

V: Teve sim! (Risos). Em uma cidade do interior de São Paulo, após o show, estávamos em um restaurante, eu e o Luiz, conversando sobre várias coisas e quando nos demos conta, já era alta madrugada. Fomos para o hotel e lá chegando, o Luiz pediu a chave do seu quarto de número 1108. O recepcionista olhou para ele e disse: “senhor, este hotel só vai até o nono andar!!!!”

 

M: Em 2015, o Luiz recebeu com esse trabalho o “Prêmio Música Popular Brasileira” na “Categoria Mpb – Canção Popular – Melhor Cantor”. Como foi esse momento para vocês?

 

V: Ficamos muito felizes pelo reconhecimento do trabalho que ele desenvolveu ao longo de todos esses anos. Com certeza, ele mereceu porque seu timbre e sua interpretação eram inconfundíveis.

 

M: Nesse álbum, vocês voltaram às origens do cantor, passeando entre o Samba e a Bossa. Quais foram as principais técnicas que você utilizou para os arranjos das músicas?

 

V: Como o repertório dele era muito eclético, onde ia da bossa ao samba rock, do jazz ao reggae e rock roll, usei várias técnicas básicas como Rimshot, Flam, Drag e Rudimento Buzz Roll. Sempre muitas dinâmicas nas levadas porque os arranjos exigiam.

 

M: De todo o repertório que vocês tocavam, tem alguma música que você goste em especial?

 

V: Esta pergunta é muito difícil! (Risos). Isso porque as músicas escolhidas para o DVD eram umas mais lindas que as outras. Baladas lindas, levadas black music divertidíssimas de tocar, ouvir e dançar, sucessos transformados em swing jazz, e tudo mais. Mas se eu só posso escolher uma, vou ficar com “Magrelinha”, porque tinha um arranjo excepcional e era a última música do show, que era um turbilhão de emoções.

 

M: A Michael agradece a entrevista! É uma honra conhecer um pouco da história desse super trabalho que vocês fizeram juntos. Qual recado você gostaria de deixar para os fãs do eterno Luiz Melodia?!

 

V: O artista vai para as estrelas, mas a sua obra fica eternizada. O que podemos fazer é sempre ouvir o poeta nas suas discografias e matar a saudade nas suas imagens em entrevistas e números musicais registrados na telinha.

 

Sem dúvida, o DVD “ZERIMA” marcou a MPB e sempre irá reverberar na memória e no coração dos fãs de Luiz Melodia.

 

Até o próximo #MichaelEntrevista!

15 jun

violãoaacorde
Como são formados os acordes? Obra do além? Seriam filhos de algum cidadão perdido no tempo e espaço que cismou colocar os dedos em qualquer lugar dizendo, como em um passe de mágica: “pronto, mundo! Eis aqui um acorde”. Acho que não, ein?

 

Hoje, vamos ensinar como eles são construídos, usando o exemplo de um acorde maior, para ficar fácil de entender! Então aprenda ou fique nesse aí de ficar olhando revistinha apertando os dedos, sem procurar saber que tocar violão é um exercício lógico.

 

Vamos aprender primeiro o “segredo do universo” chamado de Tríade! Ela é a referência primaria para entender tudo. Os acordes são montados a partir da 1ª, 3ª e 5ª nota a partir da fundamental, (fundamental é a nota, mais importante do acorde, a que dá nome para o acorde), ou seja, 3 notas. Vejamos o exemplo, usando referência um violão:

 

Vamos fazer o acorde: Lá Maior (Depois é só usar este raciocínio para todos os acordes).

-Começamos identificando a nota Lá, quinta corda solta, que no caso é a nota fundamental do acorde. Seguindo a escala, pulamos a segunda nota, o Si, e encontramos a terceira, que é o Dó sustenido

 

Então, por enquanto temos duas notas: Lá e Dó# (Dó sustenido)

 

-Continue na escala. Pule a 4ª nota, que é o Ré, e pegue a quinta que é o Mi

 

-Temos então o acorde montado com as notas: Lá, Dó# e Mi.

 

Vamos conferir. O acorde de Lá maior é esse, certo?

la3
-Quinta corda solta é um Lá. (Bordão é a nota mais grave do acorde, neste caso a Tônica, que é da nome para o acorde)

La
-Quarta corda Ré apertada na segunda casa é um Mi, ou seja, nossa quinta nota da escala.

MI
-Terceira corda apertada na segunda casa é um outro Lá (A). Observação, não tem problema, podemos usar um Lá mais grave e agudo.

Lá2
- Faltou quem? O Dó# (dó sustenido). Olha só, a corda 2 apertada na casa dois temos a que estava falando a terceira nota o (Dó#)

dó sustenido

EUREKA! Temos o acorde! Viram, não é feitiçaria!

Assim são formados tantos os acordes Maiores e menores. A única diferença entre eles está na 3ª. Na tríade, o acorde Maior é feito a partir do intervalo de 2 tons. Se usarmos o exemplo da nota fundamental Lá, a 3ª é o Dó#, no acorde maior, já no acorde menor é 1 tom e ½, no caso, a 3ª será o Dó
Espero que tenham gostado, até a próxima.

 

Abraços,
 
Equipe Michael,
  

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25 mai

post

 

 

Tocar violão é algo que exige uma boa coordenação! Tanto é que existem exercícios específicos para desenvolver somente a mão direita e outros para a mão esquerda.

Com o tempo e bastante prática seus dedos começam a agir de maneira independente, sem interferir no movimento um do outro.

 

Muitos associam o tamanho de seus dedos a falta de flexibilidade. Mas antes de dar a dica de hoje é importante esclarecer um ponto: dedos longos ajudam sim , mas não são justificativa para que deixe de exercitar e aprimorar.

 

Existem vários violonistas habilidosos que não tem dedos compridos, mas que se tornaram exímios músicos por serem dedicados.

 

Nesse artigo, vamos apresentar um exercício que vai ajudá-lo muito na independência dos dedos. Se estiver aprendendo ainda, é capaz que tenha alguma dificuldade, mas com a prática, verá que irá ajudá-lo bastante.

 

exercicio1

 

O exercício acima será feito utilizando quatro dedos da mão esquerda. A sequência 1-2-3-4 será repetido em todas as cordas, começando na primeira casa. Recomendo que faça esta sequência até a décima segunda casa para que seus dedos se acostumem com a diferença dos espaçamentos.

 

exercicio2

 

Este é exercício acima é uma variação do primeiro. Você vai fazer a sequência 4-3-2-1 em todas as cordas, só que agora fazendo de cima para baixo. Também recomendo que faça essa sequência até a casa 12 também para se acostumar com espaçamento.

 

Bons estudos!

03 mai

 

as unhas no violao e na guitarra

 

Temos 3 universos bem específicos para as técnicas de dedilhado, que é a execução com a unha, dedo ou palheta. Cada violonista irá escolhê-las de acordo com o estilo sonoro, velocidade e timbre que quer valorizar. Hoje, no blog da Michael, iremos falar exclusivamente sobre a técnica com a unha.

 

No geral, a técnica de dedilhado com as unhas é mais utilizada no violão erudito. As unhas permitem uma variação incrível de timbres, além de valorizarem bastante a dinâmica do músico. Mas como funciona isso na prática? Os grandes violinistas conseguem tocar variando as técnicas. A combinação das unhas com a polpa do dedos, por exemplo, permite uma gama sonora variada, proporcionando uma sonoridade mais rica.

 

Mas qual o tamanho ideal das unhas? Primeiro é importante entender que quanto mais unha, mais brilhante e preciso sairá o som e quanto mais carne do dedo, mais arredondado, suave e “velado” será o timbre.

 

Na verdade, elas precisam ter um tamanho médio. Unhas curtas demais atrapalham na hora de tocar, pois o violinista é obrigado a virar demais o pulso para atacar as cordas, trazendo pouca definição e precisão. Em contrapartida, unhas grandes demais deixam a sonoridade muito metalizada, e por aumentar a distância entre o dedo e corda, podem fazer com que o violinista perca um pouco do controle dos movimentos.

 

Para definir o tamanho perfeito é bastante fácil. Faça o seguinte: ponha a mão na frente do rosto, com a palma virada. As unhas precisam crescer um pouco acima do tamanho dos dedos. Este é o padrão utilizado pela maioria dos violonistas, apesar de alguns escolherem um tamanho menor ou até maior, como é o casos dos que tocam flamenco.

 

violão
 

 

Fica outra dica. Tão importante quando o tamanho, é saber cuidar bastante destas “palhetas naturais”.  É fundamental que você as lixe, deixando-as arrendondadas. Isso irá aumentar a precisão, além de não marcar o encordoamento.

 

Então é isso, pessoal. Espero que tenham gostado das dicas!

20 abr

 

violao2

 

 

Olá, pessoal. Hoje no Blog da Michael daremos dicas de como fazer arpejo no violão. Para quem não sabe, esta técnica se dá quando as notas de um determinado acorde são tocadas uma a uma, sucessivamente e individualmente.

 

É importante ressaltar que os arpejos podem acontecer em quaisquer acordes (maiores, menores, com sétima, aumentados e diminutos), podendo ser simples, quando são tocadas apenas as três últimas notas do acorde, ou composto, quando são tocadas todas as notas do acorde.

 

 O 1º passo para aprender esta técnica é ter um bom conhecimento do braço do violão e das notas. Falamos isso porque os acordes possuem suas notas definidas e podem ser trabalhados em várias regiões do braço do violão. Por exemplo, eles podem ser feitos em uma ou mais notas por corda. Você pode fazê-los também soando com timbre diferente, usando notas mais agudas ou graves. É possível também executá-los com sequência de notas invertidas dos acordes.

 

Por isso, é hora de trabalhar a memória! É fundamental aprender sobre as casas do violão. Faça diariamente, este exercício: passe os dedos sobre cada nota da escala, sem tocar, mentalizando, uma a uma, as notas do instrumento. Com o tempo você reconhecerá cada uma delas, só olhando para o violão sem precisar tocar.

 

Depois estude a escala cromática, identificando os bemóis e sustenidos. Por último, treine bastante o uso da palheta, principalmente, na dinâmica de tocar as cordas para cima ou para baixo. Ao fazer isso lembre-se de movimentar os dedos e não punho. Além disso, não deixe-a muito presa para você executar com naturalidade e dinâmica.

 

 

Então é isso, estando afiados nestas dicas, com certeza farão os arpejos com facilidade! Esperam que tenham gostado! Bons estudos!

13 abr

Neste vídeo, Débora Ildêncio, mostra na prática, como perceber e encontrar o tom mais adequado para você cantar. Confira!

02 mar

violaomichael

 

Já falamos que a unha é a palheta natural do violão. Hoje, vamos abordar as diferentes formas de dedilhado ou arpejo no violão!

 

Na música popular, a maioria deles são feitos em compassos simples de dois, três ou quatro tempos. Neles, os baixos se alternam, sendo divididos em dois grupos de dois em cada compasso.

 

Para dedilhar é importante prestar atenção na postura. A sua palma da mão deve ficar paralela as cordas. Muito cuidado para não jogar o pulso para “fora”, causando dor na articulação. É fundamental também manter os dedos próximos às cordas para garantir agilidade em dedilhados mais rápidos.

 

Vale ressaltar que dedilhar próximo à boca do instrumento é diferente de arpejar próximo ao cavalete. No último caso, a palma da mão sobre este componente, por trás do rastilho, facilita na hora de abafar os bordões, criando uma textura sonora peculiar que surge da mistura da linha rítmica e melódica.

 

No geral, os dedilhados podem ser feitos de duas maneiras:

 

Com dois dedos
O polegar nos bordões da 6ª, 5ª e 4ª cordas, de cima para baixo. O indicador e o médio tocam a melodia nas primas, 3ª, 2ª e 1ª cordas, no geral de baixo para cima.

 

Com três dedos
O polegar ou o dedo anular toca os bordões. O indicador toca a 3ª corda, o médio a 2ª e o anular a 1ª. Em algumas situações, o indicador passa para a 4ª corda, o médio para a 3ª e o anular para a 2ª corda.

 

Confira variados tipos de dedilhados e outras grandes dicas neste vídeo da Artista Michael, Débora Ildêncio.

 

 

F.Gênia