01 fev

Vamos começar 2019 falando como a música pode trazer benefícios a você! Segundo um número cada vez maior de estudos acadêmicos em todo o mundo, aprender um instrumento como piano, violão ou flauta, pode ser muito mais benéfico para o seu desempenho mental do que a parafernália tecnológica que supostamente melhora funções cognitivas como memória e concentração.

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“A música faz algo provavelmente único: estimula o cérebro de um modo poderoso a partir da nossa conexão emocional com ela”, afirma a neuropsicóloga Catherine Loveday, da Universidade de Westminster, ao site do jornal “The Guardian”.

Tocar um instrumento é uma experiência complexa, que exige que o seu cérebro integre informações de diversos sentidos, como visão, audição e toque. Isso sem falar na sofisticada coordenação motora necessária para fazer um solo de guitarra ou criar ritmos com as baquetas de uma bateria, por exemplo.

A prática da música tem uma influência tão poderosa sobre as pessoas que pode até alterar sua anatomia. Pesquisadores alemães descobriram que o corpo caloso — estrutura nervosa que conecta os hemisférios direito e esquerdo do cérebro — é significativamente maior nos músicos do que nos não-músicos.

Outro estudo, publicado na prestigiada revista Nature, mostrou que pessoas que tocavam instrumentos como o teclado ou o piano, tinham um desenvolvimento acima da média de regiões cerebrais responsáveis por audição, visão e raciocínio espacial. O treinamento musical também tem uma relação direta com a memória verbal e até com as habilidades linguísticas, apontam estudiosos chineses.

Assim como o aprendizado de idiomas, a prática da música tem resultados mais profundos, quanto mais cedo for iniciada. A regularidade e a intensidade dos estudos proporcionam benefícios de acordo com o tempo de prática, ou seja, quanto mais você se dedicar, mais você se beneficiará.

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No entanto, há evidências científicas de que, mesmo períodos curtos de prática musical na infância, podem ter efeitos vitalícios sobre um indivíduo, como o aumento da capacidade de diferenciar sons e até o adiamento da perda da audição na velhice.

Ao contrário de aplicativos e outras ferramentas comerciais feitas para estimular as atividades mentais e aumentar a produtividade, o treinamento musical tem uma influência mais profunda sobre o intelecto. “A música atinge partes do cérebro que nenhuma outra coisa atinge”, diz Loveday ao Guardian.

A perspectiva de aprender a tocar um instrumento parece distante ou improvável para você? Há um alento: até escutar música traz benefícios incríveis para o seu desempenho.

De acordo com cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, pôr os fones e curtir os seus artistas favoritos no trabalho impulsiona o rendimento em diversas tarefas — desde que elas não exijam raciocínio verbal e se organizem em padrões repetitivos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

25 jan

Afinal, quais as diferenças entre um ukulele e um cavaquinho?

Olá, como vai? Se essa pergunta ai em cima trouxe você até aqui, significa que,

ou você gosta de cavaquinho, ou você gosta de ukulele ou você gosta dos dois!

Mas já que é assim vamos sanar as dúvidas sobre estes instrumentos.

 

Para começar as diferenças entre estes dois belíssimos instrumentos,

podemos pegar logo de cara a diferença histórica entre os dois. Veja só:

 

O cavaco chegou ao Brasil junto com os portugueses na época da colonização.

Este instrumento é antigo e tem origem conhecida como sendo da cidade de Minho,

no norte de Portugal, tendo como seu primeiro nome Braga ou Braguinha e lá,

é usado para tocar o Fado, que é um ritmo popular português.

aqui no Brasil, é muito utilizado em rodas de samba e choro

e é popularmente conhecido como cavaquinho,

cavaco ou machete. Sua afinação é feita em D4 B4 G4 D5.

Possui um som estridente, cortante e com brilho, em função

de suas cordas de aço e o pequeno espaçamento de suas trastes no braço.

Ele pode ser encontrado nas versões acústico e eletroacústico.

Não possui variedade no tamanho e pode ser

tocado com palheta ou com a mão, como os portugueses o fazem.

CAVAQUINHO

Já o ukulele possui uma história bem diferente,

mas que descende da história do cavaco.

Segundo o “Ukulele Guild Of Hawai’i”, um navio vindo de uma ilha

chamada Madeira, por volta de 1879, chegou na ilha de Hawaii

portando o instrumento. O rei Havaiano ficou encantado com o som e o movimento

que o instrumento proporcionava. Ele disse que o tal “violão português”

era tocado de uma maneira muito ágil, quem nem uma “ukulele”,

que em havaiano significa “pulga saltitante”.

O rei, sem querer, acabou batizando o instrumento com o apelido que ele o deu.

Este instrumento é tocado somente com cordas de nylon e

possui o som leve e tranquilo, por este motivo combina bastante

com música havaiana, jazz, indie e pop

e o mais comum é de se tocar usando os dedos. 

Aqui neste vídeo, você pode aprender batidas para ukulele

para tirar uma onda com seu instrumento.

Ukuleles

Este possui 3 tamanhos diferentes, soprano, tenor e concert, com afinação das cordas em G4, C4, E4, A4.

Apesar de existirem estilos e batidas diferentes para cada um deles,

este instrumento pode é tocado com os dedos, ou seja, não se faz necessário o uso da palheta.

E ai, vai tocar samba, fado, musica havaiana ou um jazz de fim de tarde?

Se você tem um ukulele comenta ai embaixo ou chama no facebook  pra gente bater um papo.

Até semana que vem no próximo post!

18 jan

A bateria é um instrumento muito versátil, pois além de sua importância rítmica e de toda a técnica que pode ser aplicada ao instrumento, ela também possui a função de conduzir a música. Contudo, nada é mais determinante para o som de uma bateria, do que as peles que se usa!

 

Peles transparentes, hidráulicas, de ataque e de resposta: cada uma desempenha um papel e som diferentes e são fundamentais na hora de tocar uma bateria acústica. Dedê Silva, baterista profissional, é o nosso convidado para o #MichaelEntrevista de hoje, escolheu as peles da Michael para usar em seus shows e apresentações.

Dedê Silva, nome artístico de Esdras Silva da Cruz, demonstrou desde a infância grande desenvoltura na música. Atualmente, o baterista acompanha a cantora Anitta, mas já trabalhou com nomes como Cassiane, Eli Soares, Naldo Benny, entre outros.

No Michael Entrevista de hoje, Dedê fala sobre carreira, inspirações e muito mais!

 Dedé Silva

Equipe Michael: Você começou a estudar bateria com apenas 4 anos, tendo aulas com seu tio Natinho Battera. Quais lembranças você tem desta época?

Dedê Silva: Eu lembro algumas coisas desta época mas eu tentava reproduzir o que o meu tio estudava. A forma como ele tocava me impressionava, ele parecia que dançava (rsrs) e era isso que me chamava a atenção. Mas ele me dava muita Bronca também, pegava no meu pé com andamentos e rudimentos.

 

Equipe Michael: Além de baterista você também atua como cantor, produtor musical e compositor. Como você concilia tantas habilidades com as muitas viagens fazendo shows?

Dedê Silva: Neste ano de 2019 estou lançando meu single (cantando) e minhas produções eu faço no meu estúdio, que fica na minha casa. Então sempre que estou em casa eu estou trabalhando.

 

Equipe Michael: Você viajou pelo Brasil e diversos países como a França por exemplo. Qual momento mais lhe marcou vivendo tantas experiências positivas musicalmente?

Dedê Silva: De tantas viagens legais e lugares bonitos, o lugar que mais gostei de tocar foi no rock in rio Lisboa (2018) público Sensacional energia lá em cima.

 

Equipe Michael: No seu setup de peles quais você mais utiliza? Há alguma diferença entre seus kits de show e de gravação?

Dedê Silva: Para o show eu uso Pele hidráulica NPSM e para algumas gravações também dependendo do estilo, mas geralmente em gravações eu tenho usado pele porosa NPOM em todos os tambores.

 

Equipe Michael: Como músico, quem são suas maiores influências?!

Dedê Silva: As minhas principais influências são meu tio e minha mãe. Foi com eles que eu aprendi música.

 

Equipe Michael: Você já acompanhou músicos de estilos musicais completamente distintos, como a Cassiane e Naldo Benny, por exemplo. Você segue um padrão de estudos para manter sua versatilidade ou é um processo natural?

Dedê Silva: Foi tudo um processo bem natural. Fui ouvindo bastante estilos diferentes. Por exemplo: com a Cassiane eu ouvia as músicas na igreja, então já era muito natural tocar, já o Naldo queria as coisas mais gravadas (e eu já ouvia com meu tio e minha mãe) mas a parte de funk eu ouvi na rua mesmo e sinceramente, eu gosto de ouvir funk (rsrs)! Então fica mais fácil de tocar quando você gosta do ritmo.  

 

Equipe Michael: Durante as turnês que você já participou, houve algum fato engraçado que aconteceu nos bastidores?

Dedê Silva: Teve! (rsrs na hora não foi engraçado – ele diz) teve um Show que eu passei mal e desmaiei tocando e o meu Roadie teve que tocar no show. Aí o povo não sabia se fazia festa pro Roadie ou se me ajudava a levantar (hahahahah – disse ele dando risadas).

 

Fim da entrevista!

 

Até a próxima pessoal, boa música para vocês!

 

11 jan

Você sabe escolher bem um violão para comprar?

 

Existem vários tipos de violões no mercado e assim fica difícil escolher realmente aquele que será o ideal para você.

A seguir vamos lhe dar algumas informações que poderão ajudar na hora de comprar seu instrumento.

Caso não tenha familiaridade com os termos usados, deixa seu comentário no feed do post o que nós reponderemos.

Mas afinal, quais são estes tipos de violão e como escolhe-los?

 

Violão Clássico

Este é o mais popular no mercado. Apesar de não possuir nenhum detalhe especial em sua estrutura,

seu ponto forte vai para a equalização que é totalmente acústica, ou seja, é feita no próprio corpo do instrumento.

Não possui captação eletrônica de áudio e é muito indicado para iniciantes na arte, pois, além de possuir um baixo

custo de aquisição este tipo de violão geralmente acompanha encordoamento de nylon,

o tornando mais macio para quem pratica, apesar de alguns modelos também serem compatíveis com cordas de aço.

 

VM09E NA

 

FOLK

Talvez este seja o segundo modelo mais popular entre os violões. Possui um traço mais fino e arredondado,

seu corpo é maior com um leve acinturamento e geralmente possui cutaway (aquele corte abaixo do final do braço),

para alcançar os trastes mais agudos. É usado mais popularmente com cordas de aço e por isso é vendido nas formas acústica e eletroacústica.

Em função de sua alta performance sonora não é indicado a iniciantes.

 

VIOLÃO FOLK

 

  JUMBO

Já este se parece bastante com os dois tipos anteriores,pois, seu formato do corpo lembra bastante o modelo clássico,

porém sua performance sonora se assemelha ao modelo FOLK, que possui um som estridente,

mais vivo e a base do corpo bem mais larga, deixando-o com uma boa reverberação sonora. 

Tornou-se popularmente conhecido por ser o modelo usado pelo Rei do Rock’n Roll Elvis Presley,

que o utilizava bastante em seus shows. Este modelo também não é indicado para iniciantes.

 

VM825DTC ST

 

FLAT e semi-FLAT

Já estes modelos são totalmente elétricos. Seu corpo é bem estreito ou pode até nem possuir caixa acústica,

pois, sua captação é 100% eletrônica na maioria das vezes. 

Por este motivo, possuem pouca ressonância acústica ou nenhuma fazendo com que dependa

totalmente de um amplificador externo para ser usado estes modelos são compatíveis com acordoamento de nylon e aço.

De toda forma também não é indicado para músicos iniciantes, pois,

requerem um investimento extra de equipamento. Nem com cordas de nylon daria pra tocar muita coisa, no caso dos violões flat.

VM225F ST

 

 

VM219 SH

 

 

 

Dica extra: Violões acústicos, elétricos e eletroacústicos.

Um violão acústico utiliza apenas a equalização feita em seu corpo ou caixa acústica.

Um violão elétrico possui equalização feita com o auxílio de uma caixa amplificadora externa.

E o violão eletroacústico pode ser usado nas duas formas, com caixa amplificadora ou sem.

 

Curtiu o post? Então comenta ai e compartilha com os amigos de rodinha!

 

Até o próximo post galera!

04 jan

Pestana-Perfeita-P

Deixe sua pestana excelente

Para a maioria dos iniciantes no mundo dos acordes de violão,

uma das maiores dificuldades e mistérios é aprender a fazer uma pestana com o som limpo e perfeito.

Para tal é necessário obrigatoriamente várias horas de treino e dedicação,

mas, porém, contudo, entretanto, toda via, temos dicas valiosas para acelerar o processo.

Separamos então aqui 5 ótimas dicas para uma pestana perfeita.

 

1 – Você pode usar duas ou mais cordas

A pestana é uma posição na qual o músico necessita apertar mais de uma corda na mesma casa,

você não terá que necessariamente usar pestana em todas as 6 cordas sempre,

alguns acordes exigem que use 5 ou menos cordas na mesma casa.

 

2 – Use o indicador

Basicamente você pode usar qualquer dedo para fazer uma pestana, porque com qualquer um você pode apertar mais de uma corda,

entretanto se você for um iniciante da nobre arte da música recomendamos que use o dedo indicador

em função da praticidade na hora de fazer as posições. Usando o dedo indicador você irá sentir um conforto maior para aprender.

Pratique sempre e com o tempo você irá fazer até com o mindinho.

 

3 – Tem que ter postura

A maioria dos praticantes tem dificuldade neste tipo de acorde por causa da postura.

A postura bem feita para tocar violão exige que você permaneça com a coluna ereta

e com os braços posicionados em uma altura favorável e que deixe seus braços livres.

Nada de sentar e ficar encurvado em cima do instrumento. Acertando a postura já é meio caminho andado.

 

4 – Não use a barriga do dedo

Ao contrário do que a maioria dos músicos acham, apertar as cordas com a barriga do dedo não garante uma sonoridade melhor.

Usar a lateral do dedo indicador é melhor, pois você tem mais força usando esta parte do dedo.

O que garante um excelente som para um acorde com pestana.

 

5 – Pratique, se não as dicas acima não irão ajudar

Não se desespere e nem desanime. É normal que nas primeiras vezes o som

dos acordes com pestana não saia tão limpo. Por isto, pratique bastante as posições

e treine cifras de músicas que tenham acordes com pestana, quanto mais você praticar

mais rápido o som da sua pestana sairá com aquela qualidade que todo mundo gosta.

Gostou? Continue acompanhando o nosso blog e você terá sempre nosso conteúdo a sua disposição.

 

Até semana que vem!

21 dez

cordasdeaconylon

 

Olá, pessoal. Esta é uma das principais perguntas que recebemos nas redes sociais e no site da Michael! “Posso colocar cordas de aço no meu violão nylon?”. Neste vídeo, nossa Artista Michael, Débora Ildêncio, desvenda o mistério desta dúvida que ainda permeia na cabeça de muito músico! Confira:

 

26 out

O papo dos captadores é muito comum entre os guitarristas. Não é raro escutar conversas do tipo: “os Humbucker da minha guitarra deixam meu som encorpado” ou “curto demais os estalados dos captadores Single Coil”. Mas vocês conseguem entender o porquê disso? Vamos explicar hoje, no blog da Michael.

 

Primeiro é preciso entender a função dos captadores. Eles são dispositivos que captam as vibrações do instrumento, no caso das cordas e da própria madeira, transformando-as em sinal elétrico para depois serem amplificadas!

Os tipos e a combinação deles interferem na sonoridade da guitarra, alguns valorizando o aveludado e outros o brilho! Conheça os dois modelos de captadores mais comuns!

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Single Coil: é um pickup muito utilizado nas guitarras Strato e Teleca. Utilizam uma bobina e valorizam mais o brilho. Possuem um sinal com um pouco mais de ruído, mas, talvez, esse seja o detalhe que mais chama atenção em que curte, pois realçam bastante o estalado! Muitas guitarras possuem dois deles (centro e braço) e outras três (ponte, centro e braço). Há quem combine-os com os modelos humbucker, variando entre ponte e corpo, deixando o som mais versátil.

 

Humbucker : Este tipo de captador produz um sinal bem “quente” e mais potente! Muitos são construídos com 2 bobinas que deixam o som mais grave e encorpado, sem os ruídos dos modelos Single-Coil. No modelo com uma bobina, é construído enrolado “ao contrário” para o cancelamento dos “chiados”. É bastante utilizado em guitarras como LP, SG, Semiacústica, entre outras!

 

É importante lembrar que existem diversas variações dentro de cada um destes gêneros como Open Humbucker, Mini-humbuckers, Lipstick, P-90s, entre outros!

 

Na Michael, existem guitarras com os dois modelos Single Coil e Humbucker! É só escolher sua preferida e fazer aquela sonzeira!

19 out

guitarman

 

 

Hoje no Blog Michael iremos falar de “Dropagem” de guitarras, principalmente, para que curte som pesado! O legal é que explorar estas afinações possibilita que o guitarrista consiga texturas sonoras diferentes, matadoras. Porém, não basta “trocar” as cordas, é preciso entender a construção dos acordes, para dar o tom correto.

 

Afinação em Drop D

 

A afinação de guitarra padrão, ou mais utilizada, é a standard (EADGBE). No caso da Drop D, a ideia é mudar a 6ª corda de “E” (Mi) para “D” (Ré), ou seja, um tom abaixo. O resto da sequência das cordas fica igual. Esta é uma afinação que foi bastante popularizada nos anos 90, pelo movimento grunge, porém, é encontrada no rock clássico também. Você consegue uma sonoridade com um bom peso.

 

Observe a sequência:

 

A afinação standard é:

 

6ª – E
5ª – A
4ª – D
3ª – G
2ª – B
1ª – E

 

Drop D

 

6ª – D
5ª – A
4ª – D
3ª – G
2ª – B
1ª – E

 

Afinação Drop C

 

Nesta afinação o “trabalho” é um pouco maior. O 1º passo é afinar todas as cordas um tom abaixo do padrão standard. Depois disso, afina-se a 6ª corda um tom abaixo para ficar C(Dó). O bacana deste padrão é que você consegue realizar um power acorde de C com as 3 últimas cordas soltas. Então com apenas um dedo, pode arrastar pra cima ou para baixo para produzir outros power acordes com facilidade e ainda com mais peso. Ela é bastante utilizada no metal e seus subgêneros.

 

 

Observe a sequência:

 

A afinação standard:

 

6ª – E
5ª – A
4ª – D
3ª – G
2ª – B
1ª – E


Todas as cordas 1 tom abaixo

 

6ª – D
5ª -
G
4ª –
C
3ª –
F
2ª –
A
1ª –
D

 

6ª Corda em C

 

6ª – C
5ª – G
4ª – C
3ª – F
2ª – A
1ª – D

12 out

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Olá, pessoal. Hoje, aqui no Blog, vamos dar dicas de como utilizar o breu corretamente no arco do violino.

 

O primeiro passo é apertar o arco até o ponto em que a crina não toque a madeira. Depois disso, passe-o sobre o breu fazendo movimento suaves. Lembrando que é o arco que deve ser passado sobre breu e não o breu sobre ele. Durante o processo, vire o breu constantemente para que a crina não passe somente em um só local, formando um “caminho”, diminuindo a vida útil.

 

É importante também ficar atento as partes do arco. O recomendado é passar primeiro a ponta, em seguida o talão e por último o meio. Sobre a questão da quantidade a ser usada, não existe um padrão. No entanto, o excesso pode produzir um som mais “arranhado”. Além disso, recomenda-se passar no arco 1x por semana.

 

Outra dica é, não misture várias marcas de breu para não prejudicar a qualidade do arco.

 

Então é isso, pessoal. Até a próxima!

 

 

04 out

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Olá, pessoal! Neste post vamos tirar dúvidas sobre a questão dos calibres dos encordoamentos para a guitarra. Este é um assunto muito importante porque as cordas muitas vezes são colocadas em “segundo plano”, mas são fundamentais para o timbre, afinação e até mesmo para a “pegada” do guitarrista.

 

Primeiro, vamos explicar como funciona a lógica da numeração do calibre. Quando falamos de .009, .010, .011 e .012 estamos nos referindo à 1ª corda, a mais aguda, a mizinha. Já a 2ª referência, .042, .046, .050 e .052, trata-se do calibre da mizona, 6ª corda, a mais grossa.

 

Então, o princípio é fácil.  Em um jogo de cordas  .009 – .042, temos a numeração das cordas das extremidades, mizinha e mizona, nesta ordem.

 

É importante lembrar também que no mercado existem cordas híbridas, que misturam por exemplo, .009 com .010, entre outras. Porém, as mais comuns são:

 

Extra-light = .008 – .038

Light  = .009 – .042

Custom light = .009 – .046

Regular  = .010 – .046

Reg.-medium = .010 – .052

Medium = .011 – .052

Jazz hard = .012 – .056

 

Agora vou explicar as características de cada tipo de encordoamento.

 

.008 = Extremamente leve, são recomendáveis apenas para aqueles que não tocam com muita força. Nos anos 80, este tipo de encordoamento foi muito popular, pois era usado pela maioria de guitarristas que tocavam heavy-metal, devido à facilidade de digitação e de execução de técnicas. A desvantagem é que acaba gerando um som de guitarra mais fraco e “magrinho”, com pouca projeção de som.

 

.009 = Possivelmente a mais vendida de todos os tipos. Som razoável e tocabilidade fácil, porém, arrebentam com facilidade.

 

.010 = Para muitos guitarristas são as melhores cordas. O som vem na medida certa, possibilitando graves suficientes. Os bends ainda continuam fáceis, e cordas novas, de boa marca, em uma guitarra bem regulada (ponte e braço), mantêm a afinação estável e dificilmente arrebentam.

 

.011 = Pesadas. Dificilmente encontradas numa guitarra com ponte flutuante (a ponte possivelmente vai ficar inclinada). O som é muito bom, com estabilidade de afinação e boa projeção de som, indicadas principalmente para os modelos Strato e LP. Nas guitarras semiacústicas são excelente escolha para quem toca jazz e R&B.

 

.012 = Muito pesada, dura e de difícil aplicação de técnicas, como os bends. Dependendo do tipo de guitarra pode até mesmo prejudicar/empenar o braço do instrumento devido à tensão gerada. Os encordoamentos .012 podem conviver bem em uma guitarra com braço grosso e mais “gordo”, como os das semiacústicas.

 

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Então é isso, pessoal. Até semana a próxima!

F.Gênia