24 fev

 

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As marchinhas de carnaval, como conhecemos hoje, tem origem no final do século XIX e foram baseados na cadência da marcha portuguesa. Ao ritmo foram acrescentados instrumentos como o saxofone e trompete, inspirados nas bandas de jazz americanas.

 

Em 1889, surge a primeira canção reconhecida como uma marcha de Carnaval. “Abre Alas”, um dos clássicos deste período, foi composta por Chiquinha Gonzaga, pianista e regente, para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro

 

Porém, o período áureo deste estilo musical foi entre 1920 a 1960. Novas canções surgiram, mas os sucessos antigos não foram esquecidos, aumentando ainda mais o repertório das festas pelo país.

 

As temáticas das marchinhas são bastante diversas, sendo o espelho da própria sociedade brasileira. Debochadas, maliciosas e divertidas, muitas canções abordam questões políticas, além de costumes e fatos históricos do país. É comum também frases de duplo sentido, sem espaço para o politicamente correto.

 

marchinhas

Muitos compositores se destacam neste gênero. Podemos citar nomes como  Braguinha, Lamartine Babo, João Roberto Kelly, Roberto Roberti, Manoel Ferreira, Ruth Amaral, Haroldo Lobo e muitos outros.

 

Conheça algumas das principais marchinhas:

 

1. Abre alas

“Ô abre alas que eu quero passar!”  Criada por Chiquinha Gonzaga

 

2. Mamãe eu quero

“Mamãe eu quero, mamãe eu quero… mamãe eu quero mamar! Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorar” Criada por Jararaca e Vicente Paiva, regravada por Carmem Miranda.

 

3. Aurora

“Ôôôô, Aurora… Veja só que bom que era… Ôôôô, Aurora!”  Criado por Mario Lago

 

4. Me dá um dinheiro ai

“Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí!”  Criada pelo Trio: Ivan, Homero e Glauco Ferreira e gravada por Moacir Franco.

 

5. Cabeleira do Zezé

“Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é?”  Criada por João Roberto Kelly

 

6. A  pipa do vovô

“A pipa do vovô não sobe mais, a pipa do vovô não sobe mais!” Canção original de Manoel Ferreira e Ruth Amaral

 

22 fev

 

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Hoje iremos das dicas de como cuidar do seu instrumento!

 

1 - Evite usar produtos abrasivos e/ou solventes. Caso não tenha o material adequado, use um pano seco ou um pano levemente umedecido. É aconselhado limpar totalmente o instrumento ao trocar o encordoamento, pois fica mais prático fazer a limpeza.

 

2 – Ao terminar de tocar utilize um pano seco sobre as cordas, retirando qualquer resíduo de suor ou sujeira. Isso irá aumentar a vida útil do encordoamento, evitando o enferrujamento. Além disso, manter as cordas limpas e novas irá valorizar e muito o som do instrumento!

 

3 - Nunca deixe seu instrumento musical em qualquer local ou guardado de maneira imprópria.  De preferência guarde-o em um case ou em uma capa, toda vez que terminar de tocar. Caso você seja um músico que toque todos os dias, é bom ter um apoio próprio para o seu instrumento. Caso não tenha um suporte, deixe o instrumento de cordas para baixo em uma superfície lisa, ou se for encostado em uma parede, deixe-o com as cordas viradas para a parede.

 

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4 – Jamais deixe seu instrumento no sol ou em ambientes de alta temperatura. O calor pode empenar o braço dele. Evite também a exposição em locais úmidos, pois poderá afetar as partes elétricas do instrumento e as cordas, além de comprometer a afinação.

25 jan

A escolha de um encordoamento correto é muito importante não somente pela qualidade sonora e tocabilidade, mas também pela conservação do instrumento. Em outro post, falamos sobe qual a importância de manter seu violão com as cordas indicadas para ele, hoje daremos dicas sobre encordoamento em aço.

Corda de aço para violão

Corda de aço para violão

 

Vamos lá. Primeiro é importante entender que os encordoamentos para violões “aço” são construídos com 2 tipos de materiais bronze ou fósforo/bronze. No geral, as cordas de bronze 80/20 têm um som com mais brilhante, mais ácido. Já as cordas de fósforo/bronze oferecem um som mais suave. Então o ideal é ir testando, até encontrar seu timbre preferido.

 

Quando pensamos no calibre, as diferentes espessuras interferem diretamente na sonoridade. Quanto mais grosso, mais o som será encorpado, cheio. Já calibre mais fino, valoriza mais o conforto e deixa o som mais médio. Se você estiver começando a tocar, uma dica é usar a 0.10, pois exige menos força.

 

Já quando o tema é durabilidade, tudo depende do tempo de uso e a maneira como você trata seu violão. Nesta vida tudo oxida, inclusive suas cordas. Se você é um cara cuidadoso, que ao terminar de tocar passa a flanela nas cordas para retirar a umidade e a sujeira, a tendência é que elas durem até 4 meses. Mas o ideal é sempre trocar periodicamente para deixar também seu “som” em dia.

 

Outro ponto importante é que a troca de um calibre afeta a regulagem do tensor. Por exemplo, se o seu violão está regulado para .010 e você coloca .012, será necessário regulagem para não correr o risco de empenar o braço. Fique sempre atento!

18 jan

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Olá, pessoal do Blog! Como vão todos? Já estávamos com saudades! Este ano continuaremos publicando diversos assuntos e contamos com suas sugestões, ok? Sem mais delongas, hoje falaremos sobre “Hardware” .

 

Para quem não sabe, este termo se refere a todo o conjunto de peças metálicas que compõem uma guitarra ou contrabaixo, sendo parte fundamental  na composição do instrumento, pois podem influenciar na estrutura, estabilidade e sonoridade.

 

O Hardware é normalmente composto pelas tarraxas, ponte (base, saddles e molas), parafusos, placa do braço, placa do jack e tensor.

 

Os materiais normalmente utilizados são o aço inox e/ou o latão, podendo ser de cor e modelo diferente de um instrumento para outro, mas, o mais importante é a funcionalidade desses itens.

 

Vale destacar a “ponte” como um item de grande importância, pois influencia diretamente no timbre, no sustain e, em alguns casos, na estabilidade de afinação do instrumento.

 

Quanto maior a densidade da “massa” do material da ponte, maior a sua resistência e, por consequência, maior vibração das cordas, maior sustain e volume projetado.  Uma combinação de materiais da base da ponte com os saddles pode proporcionar timbres e tonalidades distintas.

 

Os saddles que, sustentam as cordas de guitarras e contrabaixos, também podem apresentar grande variedade de materiais (aço, latão, ferro, antimônio, nylon, grafite) e por consequência influenciam também no timbre.

 

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Os mais comuns são feitos em ZAMAC (liga de Zinco) ou antimônio e posteriormente cromados. Uma forte característica desse material é um timbre com tonalidade médio-grave, enquanto os saddles de aço produzem um timbre mais agudo e com grande sustain.

 

É através dos “saddles” que os ajustes de oitavas (entonação) e da ação das cordas (altura) são feitos. Portanto, trata-se de item relevante na composição do instrumento por influenciar diretamente na sua tocabilidade, na qualidade tonal (afinação) e no sustain do instrumento.

 

Então é isso, espero que tenham gostado!

06 jan

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Com a companha de volta às aulas da Michael começando, ressaltamos a importância da iniciação musical desde a mais tenra idade. Entenda:
Iniciação musical infantil de bebês e crianças
A música está sendo introduzida na educação das crianças em idades pré-escolares, devido a importância que representa no seu desenvolvimento intelectual, auditivo, sensorial, da fala e motor.
A música é um elemento fundamental nesta primeira etapa do sistema educativo. A criança começa a se expressar de outra maneira e é capaz de integrar-se ativamente na sociedade, porque a música ajuda a ganhar independência nas suas atividades habituais, assumir o cuidado de si mesma e do meio, e ampliar seu mundo de relações. A música tem o dom de aproximar as pessoas.
A música como estímulos para as crianças
A criança que vive em contato com a música aprende a conviver melhor com outras crianças, estabelecendo uma comunicação mais harmoniosa. Nesta idade a música as encanta, dá-lhes segurança emocional, confiança, porque sentem-se compreendidas ao compartilhar canções, e inseridas num clima de ajuda, colaboração e respeito mútuo.
Na etapa de alfabetização a criança é mais estimulada com a música. Através das canções infantis, nas que as sílabas são rimadas e repetitivas, e acompanhadas de gestos que se fazem ao cantar, a criança melhora sua forma de falar e de entender o significado de cada palavra. E assim, se alfabetizará de uma forma mais rápida.
A música também é benéfica para a criança quanto ao poder de concentração, além de melhorar sua capacidade de aprendizagem em matemática. A música é pura matemática. Além disso, facilita a aprendizagem de outros idiomas, potenciando sua memória.
Com a música, a expressão corporal da criança se vê mais estimulada. Utilizam novos recursos ao adaptar seu movimento corporal aos ritmos de diferentes músicas, contribuindo desta forma na potencialidade do controle rítmico de seu corpo. Através da música, a criança pode melhorar sua coordenação e combinar uma série de movimentos. Movimente-a para que possa dançar enquanto você canta. Pode abraçá-la e carregá-la no seu colo entoando outros ritmos infantis.
O que proporciona a música às crianças
Escutar música é uma das atividades mais estimulantes para o intelecto das crianças. Además é um dos aprendizados mais agradáveis e divertidos. A música proporciona:
Melhor coordenação motora
Desperta a sensibilidade e criatividade
Ajuda à criança a comunicar-se
Trabalho em grupo
Aumento da autoestima
Aprendizagem do alfabeto, de ritmos, etc.
Fonte: guiainfantil.com

31 dez

reveillon

 

Olá, pessoal. Todo mundo aí pronto para a passagem de fim de ano? Espero que sim! Porém, não podíamos deixar de passar aqui para desejar um ano de 2017 maravilhoso a todos vocês. Hoje vamos falar sobre o playlist mais tocado no reveillon. Onde quer que vá fatalmente escutará alguma dessas 5 canções.

 

Adeus ano velho, feliz ano novo! – David Nasser / Francisco Alves. A canção diz por si só! Resume tudo aquilo que as pessoas desejam. “Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender”. Vale lembrar que a música tem uma segunda estrofe! “Para os solteiros, sorte no amor. Nenhuma esperança perdida. Para os casados, nenhuma briga, paz e sossego na vida”. Não vem com esse papo de “Eu já sabia!” Aprende aí para cantar bonito hoje à noite!

 

Marcas do que se foi – Os incríveis. Uma das músicas mais emblemáticas! Se existe uma canção com cara de ano novo é esta. É uma música que reforça grandes valores, como a amizade, esperança, paz e união! “Marcas do que se foi, sonhos que vamos ter, como todo dia nasce. Novo em cada amanhecer”

 

Não quero dinheiro” – Tim Maia. Essa sem dúvidas, é uma das canções mais tocadas! É uma maneira de começar o ano valorizando o amor, o sentimento maior. Pena que amor acaba quando você vê lembra das contas para pagar no começo do ano! Mas deixa isso para depois!

 

 

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Não quero dinheiro, do Tim Maia, é um clássico no reveillon

 

Pescador de Ilusões – Rappa!. Seu refrão é uma maneira de dizer ao mundo. Que “tudo valeu a pena”, apesar das ilusões da vida. Mas o importante é sempre aprender com a caminhada, não é?

 

Estrada – Cidade Negra:   É outra ótima canção! Tem uma mensagem otimista. Fala da estrada da vida, ou seja, das dificuldades e alegrias que é viver. Porém, reforça também a esperança. “Com a fé no dia-a-dia, encontro a solução”.

 

Então é isso! Ótimas festas e muita alegria a todos vocês!.

24 dez

Desejamos a todos um Feliz Natal! Aproveitem este momento de reflexão e estreitem ainda mais seus laços fraternos! Sempre há tempo de sermos pessoas melhores e construir grandes momentos! Que esta data especial possa inspirá-los, assim como a música faz! Continuem falando a língua da música com a Michael!

 

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16 dez

Hoje vamos falar sobre circuitos passivos e ativos de contrabaixo. Mas como eles se diferenciam? Como identificá-los? Então, vamos do começo!  A principal diferença entre eles está no sistema de captação do som.

 

Os circuitos chamados “passivos”, utilizados por muitos baixistas das décadas de 60 e 70, possuíam timbre suave, definido, com médios proeminentes. Outra forte característica é a de não “acrescentarem” frequências (graves ou agudas), mas somente cortá-las. Na década seguinte, com o advento dos circuitos “ativos”, as maiores possibilidades de controles das frequências, o aumento de ganho e a inexistência de ruídos conquistaram muitos baixistas de todos os estilos, principalmente os mais virtuosos.

 

Uma das vantagens do circuito passivo é de não precisar de “alimentação” (bateria) para o seu funcionamento, basta plugar o baixo no amplificador e tocar.  É muito comum músicos optarem pelos modelos “passivos” para obterem o timbre “vintage” presente em gravações antigas. Normalmente captadores passivos possuem timbre mais “orgânico” e com dinâmica de resposta ao conjunto do instrumento, ou seja, o som tem relação direta com matéria-prima de todo o contrabaixo.

 

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Captadores passivos, em sua maioria, possuem os “ímãs” expostos, que os deixam mais suscetíveis às interferências externas.

 

No circuito ativo é comum a existência de um “pré-amplificador”, alimentado por bateria 9V (alocada em compartimento no corpo do instrumento), que processa os sinais dos captadores antes de chegarem ao amplificador, otimizando o ganho, o sustain e eliminando ruídos indesejáveis. Também podem possuir mais controles para a equalização como Booster, Blender, Médios, Paramétricos e outros, além dos tradicionais controles de volume e de tonalidade, deixando o som do instrumento “limpo” e ainda mais versátil.

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Normalmente, os circuitos ativos possuem os captadores “fechados” ou “blindados”, com superfície lisa, sem exposição dos ímãs.

 

Não há como apontar que um é melhor que o outro. São apenas diferentes, a preferência musical e a disponibilidade de investimento de cada um é que vão ajudá-lo a escolher o contrabaixo certo para cada tipo de ocasião.

Até, mais pessoal!

09 dez

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Hoje em dia é comum a utilização de recursos eletrônicos para uma performance musical. Vejo isso como algo muito positivo, nós, músicos, temos que nos valer das novas tecnologias desenvolvidas.

 

 

Um dos recursos bastantes utilizados atualmente é a microfonização, principalmente, para instrumentos solos, como violinos ou saxofones. Porém, quais os pontos devem ser observados?

 

  • Dê preferência aos equipamentos que reproduzam com fidelidade o som de seu instrumento. Alguns possuem baixa qualidade e costumam distorcer a sonoridade, desvalorizando o timbre.

 

  • Procure equipamentos que foram desenvolvidos especificamente para seu instrumento, como os microfones de lapela, que vão captar apenas o som do seu instrumento, além de permitir uma maior mobilidade, sem perder a qualidade da performance.

 

  • Valorize equipamentos que se encaixem com facilidade em seus instrumentos, sem danificá-los. Evite garras de encaixe improvisadas.

 

  • Hoje em dia, existem equipamentos sem fio que proporcionam uma maior mobilidade ao músico, garantindo ainda mais conforto nas mudanças de posição no momento da apresentação.

 

  • Conheça bem os equipamentos que irá usar. Alguns necessitam de baterias para funcionarem, por isso, sempre tenha opções reservas para evitar surpresas e sufocos na hora de tocar.

 

  • Para instrumentos como saxofones, existe alguns outros recursos mais complexos que podem trazer bons resultados como as pedaleiras para guitarras e pedais de efeitos. Estes equipamentos podem duplicar vozes, fazendo duetos e ou inserir uma pitada de reverb ou outras modulações. Estes recursos podem ser utilizados de acordo com o ambiente ou de acordo com o perfil de cada músico. Vale a pena pesquisar e aprofundar para descobrir novos horizontes. 

02 dez

 

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Os Artistas Michael realizaram workshops no final do mês de novembro, com apoio das lojas parcerias da Michael.

 

No dia 24/11, Andre Neiva (RJ), baixista do Jorge Vercillo, mostrou seu talento e falou sobre o contrabaixo BM675, além de outros assuntos musicais, na loja Casa da Música, de Volta Redonda (RJ).

 

O evento contou também com a participação da Débora Ildêncio (MG), Artista Michael de violão, que abrilhantou ainda mais a performance musical.

 

Já no dia 31/11, Andre Neiva se uniu aos Artistas Michael, Dino Rangel (RJ) e Claudio Infante (RJ), para uma performance musical de alto nível em um workshop na loja Sonic Som, que fica em Duque de Caxias (RJ).

 

Eles mostraram grande desenvoltura musical e compartilharem um pouco mais das suas experiências com o público presente.

 

 

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F.Gênia