12 mai

guitarra

 

“Qual é a vantagem de cantar se eu só quero ser guitarrista?”. Esta é uma pergunta que parece simples de responder, mas quando você deseja realizar solos precisos, este recurso pode ser um diferencial!

 

Cantar uma música, nem que seja mentalmente, é um excelente exercício porque ensina a imaginar as notas antes de tocá-las. Quando você improvisa um solo em uma escala na guitarra, não basta saber o desenho dela! É fundamental saber quais notas vão encaixar bem em cada momento do solo. Trabalhar sua imaginação neste momento, pensando no solo antes de aplicá-lo, é fundamental.

 

Outro ponto importante é que “cantando” você melhora sua sensibilidade e criatividade, evitando solos, sejam eles simples ou complexos, sem melodias interessantes.

 

Então a dica é “cante”, se possível, entre até mesmo em uma aula de canto. Este desenvolvimento irá educá-lo a pensar  em uma nota por vez.Sugerimos que pegue uma música que goste de cantar e transforme-a num solo de guitarra. E faça o contrário também, pegue um solo de guitarra que você goste e tente cantá-lo.

 

Com o tempo sua percepção irá melhorar e seus solos irão dar um salto de qualidade! Fica a dica

 

 

 

05 mai

violão

 

Nossa saúde é um bem precioso! Estar com o corpo “saudável” mantém nossa qualidade de vida e nos permite viver em plenitude. Falando do universo dos músicos, a saúde “auditiva” é algo que deve ser tratada de maneira especial.

 

Os ouvidos são ferramentas de trabalho por serem o canal que recebe estímulos e inspirações, além de serem fundamentais no aspecto técnico (timbragem, sensibilidade, dinâmica).

 

O assunto merece ser tratado com seriedade. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a perda de audição relacionada ao ruído musical é a segunda maior causa de surdez no mundo.

 

Parece um paradoxo, mas a perda auditiva funciona de maneira “silenciosa”, e no geral é por efeito cumulativo. A exposição de som elevado durante um período grande pode causar danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada.

 

Neste contexto os músicos são as grandes vítimas, ou “vilões” de si mesmo. É comum terem um fascínio por tocar músicas, ensaiar, mixar, gravar com um volume mais elevado. Por isso, seguem algumas dicas para manter a saúde dos seus ouvidos em dia:

 

 

  1. Não coloque o som do seu carro no volume de um show cada vez que for dirigir.
  2. Evite ficar perto de alto falantes e PAs enquanto estiverem com muito volume.
  3. Não utilize fones de ouvido “altos” e por muito tempo.
  4. Cuidados com os equipamentos In Ear. Só os utilize com técnicos de som experientes.
  5. Para músicos que estão no “batidão”, dê um descaso ao seu ouvido sempre que puder (livros e atividade física pode ser uma boa alternativa).
  6. Utilize os protetores de ouvidos quando ficar exposto em ambientes com muito volume.

 

Espero que tenham gostado das dicas! Lembre-se, ninguém pode gostar mais de você do que você mesmo. Então, cuide-se!

20 abr

violaomichael

 

Olá, galera. Tem coisa mais frustrante do que você afinar seu violão e pouco tempo depois sentir que as cordas voltaram? Esse tipo de situação ocorre por “n” situações, mas uma que as pessoas têm pouco controle é  quando o instrumento fica exposto às mudanças climáticas! Quando você toca em regiões de climas distintos fica difícil de fazer o encordoamento estabilizar! E neste frio então?! Puts…

 

Uma dica legal para quem acabou de trocar as cordas e vai tocar em temperaturas mais frias é dar a primeira volta da corda por cima da tarraxa e as outras por baixo, enquanto laceia. O lado ruim é que se você levar o azar de arrebentá-las será mais trabalhoso pra trocar, mas é algo que pode ajudar.

 

Além disso, é fundamental ter um afinador cromático sempre em mãos para checar a afinação. Quando, por exemplo, você entrar em um estúdio ou local mais frio, que tenha ar condicionado, é preciso deixar o instrumento acostumar com a temperatura para depois afinar. Tenha certeza, se afinar fora do local e entrar para tocar direto, a chance da afinação variar é gigante.

 

Deslizar a mão sobre o instrumento é uma importante maneira de estabilizar e equilibrar a temperatura. Além disso, para as cordas novas de náilon, uma dica é puxar a corda para cima com o indicador e ao mesmo tempo pressioná-la pra baixo com o dedão. Faça isso de corda em corda, em vários pontos do encordoamento para que tensão fique ajustada.

 

Então é isso, galera!

06 abr

michael

 

Estudar notas fantasmas, as chamadas ghost notes, é fundamental para os bateristas conseguirem arranjos rítmicos diferenciados. Para quem não sabe, elas são notas tocadas com pouca força, pianíssimo, e são feitas principalmente na caixa, apesar de poderem ser feitas em outras peças também.

 

Mas como executá-las com qualidade?  O primeiro passo é entender que elas funcionam com um movimento curto do pulso. Para tocar a técnica corretamente a baqueta tem que estar no máximo 5 centímetros da pele. É importante sempre utilizar o metrônomo e praticar com o andamento mais confortável possível.

 

É fundamental que você se concentre nas articulações das notas e nas dinâmicas. Para soar bonito, o chimbal pode ser acentuado nos tempos, tocando na sua borda com a lateral da baqueta e em cima com a ponta. Já as notas fortes funcionam também podendo ser tocadas com uma combinação de aro e pele, o rimshot

 

Confira abaixo neste vídeo nosso baterista Diego Sanches aplicando as notas fantasmas!

 

15 mar

facebook-Promoção

 

Concorra a 1 violão Michael Antares VM19E NS + 6 meses de curso de violão na Music Dot

 

Para participar é simples:

 
– Curta a página da Michael Instrumentos Musicais e da Music Dot no Facebook.

 

– Compartilhe o post oficial da promoção no Facebook em módulo público

 

– Marque 3 amigos nos comentários do post oficial da promoção no Facebook!

 

Todos os detalhes da promoção aqui no regulamento oficial! http://bit.ly/regulamento-michael

10 mar

EXPOMUSIC 2 e 3 DIA 0270

 

Olá, pessoal. No dia dos guitarristas o blog da Michael vai apresentar a lista do 50 solos de guitarra mais famosos do mundo.  Quem organizou a  listagem foi o portal da revista britânca NME, em 2012. O vencedor foi o solo de “Sweet Child O’Mine” dos Guns N´Roses.  E pra você, quem poderia sair e entrar nesta lista?  Confira abaixo o resultado completo:

 

 

01.  GUNS N´ROSES – “Sweet Child O’Mine”
02.  LED ZEPPELIN- “Stairway To Heaven”
03.  JIMI HENDRIX – “All Along Watchtower”
04. RAGE AGAINST THE MACHINE – “Killing In The Name”
05. MUSE – “Knights of Cydonia”
06. NIRVANA – “Smells Like Teen Spirit”
07. RADIOHEAD – “The Bends”
08. CHUCK BERRY – “Johnny B. Goode”
09. RADIOHEAD – “Paranoid Android”
10. PINK FLOID- “Shine On You Crazy Diamond”
11. DEEP PURPLE – “Highway Star”
12. NEIL YOUNG – “Hey Hey My My”
13. THE ROLLING STONES – “Sympathy For The Devil”
14. OASIS – “Live Forever”
15. LED ZEPPELIN – “Communication Breakdown”
16. THE EAGLES – “Hotel California”
17. MICHAEL JACKSON – “Beat It”
18. QUEEN – “Bohemian Rhapsody”
19. MUSE – “Stockholm Syndrome”
20. STONE ROSES – “I Am The Ressurrection”
21. RADIOHEAD – “Just”
22. GUNS N´ROSES – “November Rain”
23. THE STROKES – “Reptilia”
24. THIN LIZZY – “The Boys Are Back In Town”
25. LED ZEPPELIN- “Since I’ve Been Loving You”
26. LYNYRD SKYNYRD – “Free Bird”
27. THE BEATLES – “While My Guitar Gently Weeps”
28. THE STROKES – “Last Night”
29. VAN HALEN – “Eruption”
30. THE ROLLING STONES – “Sway”
31. THE LIBERTINES – ”Time For Heroes”
32. CREAM – “Crossroads”
33. TELEVISION – “Venus”
34. AC/DC – “Let There Be Rock”
35. SANTANA – “Soul Sacrifice”
36. PRINCE – “Purple Rain”
37. JOAN JETT AND THE BLACKHEARTS – “I Love Rock N Roll”
38. BLUR – “Coffee And TV”
39. BAD BRAINS – “Banned In DC”
40. THIN LIZZY – “Roisin Dubh (Black Rose)”
41. SMASHING PUMPKINS – “Soma”
42. DINOSAUR JR – “Get Me”
43. ELECTRIC PRUNES – “Holy Are You”
44. MANIC STREET PREACHERS – “La Tristesse Durera”
45. PRINCE – “I Could Never Take The Place Of Your Man”
46. THE WHITE STRIPES – “Ball And Biscuit”
47. RAGE AGAINST THE MACHINE – “Bulls On Parade”
48. SUEDE – “Animal Nitrate”
49. KANSAS – “Carry On My Wayward Son”
50. BABE RUTH – “The Mexican”

24 fev

 

1486303897193654

As marchinhas de carnaval, como conhecemos hoje, tem origem no final do século XIX e foram baseados na cadência da marcha portuguesa. Ao ritmo foram acrescentados instrumentos como o saxofone e trompete, inspirados nas bandas de jazz americanas.

 

Em 1889, surge a primeira canção reconhecida como uma marcha de Carnaval. “Abre Alas”, um dos clássicos deste período, foi composta por Chiquinha Gonzaga, pianista e regente, para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro

 

Porém, o período áureo deste estilo musical foi entre 1920 a 1960. Novas canções surgiram, mas os sucessos antigos não foram esquecidos, aumentando ainda mais o repertório das festas pelo país.

 

As temáticas das marchinhas são bastante diversas, sendo o espelho da própria sociedade brasileira. Debochadas, maliciosas e divertidas, muitas canções abordam questões políticas, além de costumes e fatos históricos do país. É comum também frases de duplo sentido, sem espaço para o politicamente correto.

 

marchinhas

Muitos compositores se destacam neste gênero. Podemos citar nomes como  Braguinha, Lamartine Babo, João Roberto Kelly, Roberto Roberti, Manoel Ferreira, Ruth Amaral, Haroldo Lobo e muitos outros.

 

Conheça algumas das principais marchinhas:

 

1. Abre alas

“Ô abre alas que eu quero passar!”  Criada por Chiquinha Gonzaga

 

2. Mamãe eu quero

“Mamãe eu quero, mamãe eu quero… mamãe eu quero mamar! Dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta, dá a chupeta pro bebê não chorar” Criada por Jararaca e Vicente Paiva, regravada por Carmem Miranda.

 

3. Aurora

“Ôôôô, Aurora… Veja só que bom que era… Ôôôô, Aurora!”  Criado por Mario Lago

 

4. Me dá um dinheiro ai

“Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí!”  Criada pelo Trio: Ivan, Homero e Glauco Ferreira e gravada por Moacir Franco.

 

5. Cabeleira do Zezé

“Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é?”  Criada por João Roberto Kelly

 

6. A  pipa do vovô

“A pipa do vovô não sobe mais, a pipa do vovô não sobe mais!” Canção original de Manoel Ferreira e Ruth Amaral

 

22 fev

 

Untitled-3

 

 

Hoje iremos das dicas de como cuidar do seu instrumento!

 

1 - Evite usar produtos abrasivos e/ou solventes. Caso não tenha o material adequado, use um pano seco ou um pano levemente umedecido. É aconselhado limpar totalmente o instrumento ao trocar o encordoamento, pois fica mais prático fazer a limpeza.

 

2 – Ao terminar de tocar utilize um pano seco sobre as cordas, retirando qualquer resíduo de suor ou sujeira. Isso irá aumentar a vida útil do encordoamento, evitando o enferrujamento. Além disso, manter as cordas limpas e novas irá valorizar e muito o som do instrumento!

 

3 - Nunca deixe seu instrumento musical em qualquer local ou guardado de maneira imprópria.  De preferência guarde-o em um case ou em uma capa, toda vez que terminar de tocar. Caso você seja um músico que toque todos os dias, é bom ter um apoio próprio para o seu instrumento. Caso não tenha um suporte, deixe o instrumento de cordas para baixo em uma superfície lisa, ou se for encostado em uma parede, deixe-o com as cordas viradas para a parede.

 

michael_3_338

4 – Jamais deixe seu instrumento no sol ou em ambientes de alta temperatura. O calor pode empenar o braço dele. Evite também a exposição em locais úmidos, pois poderá afetar as partes elétricas do instrumento e as cordas, além de comprometer a afinação.

25 jan

A escolha de um encordoamento correto é muito importante não somente pela qualidade sonora e tocabilidade, mas também pela conservação do instrumento. Em outro post, falamos sobe qual a importância de manter seu violão com as cordas indicadas para ele, hoje daremos dicas sobre encordoamento em aço.

Corda de aço para violão

Corda de aço para violão

 

Vamos lá. Primeiro é importante entender que os encordoamentos para violões “aço” são construídos com 2 tipos de materiais bronze ou fósforo/bronze. No geral, as cordas de bronze 80/20 têm um som com mais brilhante, mais ácido. Já as cordas de fósforo/bronze oferecem um som mais suave. Então o ideal é ir testando, até encontrar seu timbre preferido.

 

Quando pensamos no calibre, as diferentes espessuras interferem diretamente na sonoridade. Quanto mais grosso, mais o som será encorpado, cheio. Já calibre mais fino, valoriza mais o conforto e deixa o som mais médio. Se você estiver começando a tocar, uma dica é usar a 0.10, pois exige menos força.

 

Já quando o tema é durabilidade, tudo depende do tempo de uso e a maneira como você trata seu violão. Nesta vida tudo oxida, inclusive suas cordas. Se você é um cara cuidadoso, que ao terminar de tocar passa a flanela nas cordas para retirar a umidade e a sujeira, a tendência é que elas durem até 4 meses. Mas o ideal é sempre trocar periodicamente para deixar também seu “som” em dia.

 

Outro ponto importante é que a troca de um calibre afeta a regulagem do tensor. Por exemplo, se o seu violão está regulado para .010 e você coloca .012, será necessário regulagem para não correr o risco de empenar o braço. Fique sempre atento!

18 jan

EXPOMUSIC 2 e 3 DIA 0305

 

Olá, pessoal do Blog! Como vão todos? Já estávamos com saudades! Este ano continuaremos publicando diversos assuntos e contamos com suas sugestões, ok? Sem mais delongas, hoje falaremos sobre “Hardware” .

 

Para quem não sabe, este termo se refere a todo o conjunto de peças metálicas que compõem uma guitarra ou contrabaixo, sendo parte fundamental  na composição do instrumento, pois podem influenciar na estrutura, estabilidade e sonoridade.

 

O Hardware é normalmente composto pelas tarraxas, ponte (base, saddles e molas), parafusos, placa do braço, placa do jack e tensor.

 

Os materiais normalmente utilizados são o aço inox e/ou o latão, podendo ser de cor e modelo diferente de um instrumento para outro, mas, o mais importante é a funcionalidade desses itens.

 

Vale destacar a “ponte” como um item de grande importância, pois influencia diretamente no timbre, no sustain e, em alguns casos, na estabilidade de afinação do instrumento.

 

Quanto maior a densidade da “massa” do material da ponte, maior a sua resistência e, por consequência, maior vibração das cordas, maior sustain e volume projetado.  Uma combinação de materiais da base da ponte com os saddles pode proporcionar timbres e tonalidades distintas.

 

Os saddles que, sustentam as cordas de guitarras e contrabaixos, também podem apresentar grande variedade de materiais (aço, latão, ferro, antimônio, nylon, grafite) e por consequência influenciam também no timbre.

 

post

 

Os mais comuns são feitos em ZAMAC (liga de Zinco) ou antimônio e posteriormente cromados. Uma forte característica desse material é um timbre com tonalidade médio-grave, enquanto os saddles de aço produzem um timbre mais agudo e com grande sustain.

 

É através dos “saddles” que os ajustes de oitavas (entonação) e da ação das cordas (altura) são feitos. Portanto, trata-se de item relevante na composição do instrumento por influenciar diretamente na sua tocabilidade, na qualidade tonal (afinação) e no sustain do instrumento.

 

Então é isso, espero que tenham gostado!

F.Gênia