30 nov

A musicalização infantil é a pré-escola da música, um conjunto de atividades que visam à sensibilização e que buscam ampliar os conhecimentos musicais da criança.
 
Musicalizar é tornar a criança sensível e receptiva aos sons, promovendo o contato com o mundo musical já existente dentro dela, e, melhor ainda, fazendo com que ocorra uma apreciação afetiva e, indo mais além, uma apreciação criativa dos sons que estão à sua volta. Da mesma forma, podemos definir a musicalização como a pré-escola da música, um conjunto de atividades que visam à sensibilização e que buscam ampliar os conhecimentos musicais da criança, de forma bastante intuitiva, inclusive com sua participação criadora. Entretanto, é preciso que a musicalização seja estimulada, de alguma forma, em todo o convívio social, a começar em casa. Isso porque o desenvolvimento da musicalidade na primeira infância depende da vivência musical.
 
Musicalização
 
Por outro lado, cantar e tocar ao mesmo tempo faz com que as crianças busquem a harmonização sonora, o que contribui para a sociabilização do grupo, por conta de um interesse que é comum a todos. Ouvir música depende dos cinco sentidos humanos, um estímulo que se dá pela incorporação dos elementos rítmicos e sonoros.
 
A musicalização é um conjunto de atividades que visa à sensibilização, e que busca ampliar os conhecimentos musicais da criança. O mais interessante é que a musicalização é promovida por atividades intuitivas. Estas criam situações intelectuais favoráveis à aquisição de conhecimentos musicais. Entretanto, além da atividade formalizada na escola, é preciso que a musicalização seja estimulada em casa, oferecendo ferramentas à criança para que ela mesma possa descobrir os sons. Por exemplo: discos, objetos sonoros, instrumentos musicais, canções, e até mesmo gravuras que estejam relacionadas ao tema.
 
Já na escola, o que se propõe é o direcionamento para que se desenvolvam outros aspectos, como senso estético, criatividade, coordenação motora e lógica, entre outros. Entretanto, tenha sempre em mente que será preciso diferenciar muito bem os conceitos de musicalização e aprendizado musical. A musicalização não se propõe a ensinar manuseio técnico de um instrumento musical. Com a musicalização, pretendemos criar um vínculo entre a música e a criança. E, ainda mais, desenvolver na criança o gosto pela música.
 
Resumidamente, a musicalização contribuirá fortemente para os seguintes aspectos: socialização, alfabetização, inteligência, capacidade inventiva, expressividade, coordenação motora e tato fino, percepção sonora; percepção espacial, raciocínio lógico e matemático e estética.
 
Fonte: http://www.cpt.com.br

25 nov

Dia 30/11, Andre Neiva (RJ), Dino Rangel (RJ) e Claudio Infante (RJ), Artistas Michael, irão realizar uma performance musical de alto nível em um workshop na loja Sonic Som, que fica em Duque de Caxias (RJ).

 

Será uma oportunidade única para os músicos da região aprenderem mais sobre técnicas musicais, carreira artística, além de virem os instrumentos Michael em ação. Não percam!

 

 

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16 nov

A musicoterapia vem sendo muito utilizada no combate ao estresse. Isso porque, como fala diretamente ao emocional, ela ajuda a relaxar e promove uma sensação de bem-estar. “A música, quando é relaxante para a pessoa, ajuda muito a combater não somente o estresse, mas também ansiedade, angústia, depressão e insônia, pois faz com que o cérebro libere endorfinas e serotoninas, proporcionando prazer e sensação de bem-estar”, explica Cláudia.
 

A música também vem sendo uma grande aliada no tratamento da dor. Pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, comprovou que ouvir música pode ter efeitos benéficos no tratamento de dores crônicas, como as causadas pelo câncer. Por isso a musicoterapia já está sendo usada pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer-GRAAC como parte do tratamento.  “O que ocorre é a troca do foco da dor, ou seja, afasta-se da mente a sensação de dor e diminui-se gradativamente a ansiedade que a dor provoca no paciente”, explica Cláudia.
 

Musicoterapia
 

Apesar de ouvir música ser prazeroso e relaxante, é importante ressaltar que não dá pra fazer musicoterapia sozinho em casa. Isso só é alcançado com o trabalho com um profissional. “Só um musicoterapeuta pode conduzir uma sessão de musicoterapia, senão será apenas uma recreação com música. Nossa formação é voltada para que tenhamos todas as ferramentas teóricas e práticas para desenvolver este trabalho”, enfatiza Magali.
 

Mesmo sem efeitos terapêuticos, ouvir música apenas por lazer ou relaxamento também tem efeitos benéficos. Como cada pessoa tem seu próprio repertório musical (aquelas músicas que de alguma forma marcaram nossa vida) é possível fazer uma coletânea com as que lembram momentos especiais e prazerosos (como o primeiro beijo, aquela viagem inesquecível, o nascimento de um filho) e ouvir em casa, no trânsito, ou mesmo durante uma pausa no escritório. Especialistas apontam que isso ajuda – e muito – a restabelecer a calma e o bem-estar.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/

11 nov

Apresentação Cavallieri_018

Por Inácio Cavallieri,

 

“O objetivo da inicialização musical na mais tenra idade é fazer a criança sentir a beleza da música e desenvolver intuitivamente sua percepção e sensibilidade.

 

Na Escola de Música Cavallieri, nós seguimos a metodologia e as idéias dos grandes educadores musicais da atualidade como Keith Swanick, Dalcroze ,Willems , Carl Orff ,Suzuki e Kodály que acreditam que por meio de brincadeiras, jogos, parlendas e canções a consciência musical vai se formando , ao contrário das idéias ultrapassadas que massacravam a criança com estudos de técnica com o objetivo de formar robôs virtuoses de tenra idade.

 

As aulas exploram os elementos da música: MELODIA, RITMO, HARMONIA, PULSO, MOVIMENTO SONORO, PARÂMETROS DO SOM ( ALTURA, DURAÇÃO INTENSIDADE E TIMBRE) SOM X SILÊNCIO, CARÁTER EXPRESSIVO, FORMA, ESCALA MUSICAL ASCENDENTE E DESCENDENTE E OS INSTRUMENTOS MUSICAIS , de uma maneira lúdica e criativa.

 

A aula de música desperta a criança, globalmente, pois desenvolve:
– Audição – Fala – Canto – Afinação
– Escrita – Atenção – Reflexos
– Coordenação Motora -Noções de Grave e Agudo – Memória Musical

 

Na Musicalização Infantil  a criança experimenta todos os instrumentos, até que realmente se identifique com um ou mais e, aí sim, com maturidade, queira estudar a fundo determinado instrumento.

 

Uma criança que interioriza a música em seu próprio corpo terá enorme facilidade em tocar qualquer instrumento no futuro pois por dentro ela já é uma musicista.

Brincando, a criança aprende prazerosamente uma das mais sublimes formas de arte: A MÚSICA!”

 

 

 

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Inácio Cavallieri (Professor, multi-instrumentista e diretor da Cavallieri, escola Premium Michael. Educador da marca com a Guitarra Strike GM750. Estudou na Guitar Institute de Londres of Thames Valley University de Londres em 1997; violão clássico com Lizst Nívio; popular com Gilvan de Oliveira na Escola Música de Minas de Milton Nascimento; canto com Conceição Nicolau, Titi Walter e Babaya; guitarra elétrica com Beto e Wilsinho Lopes na escola AD LIBITUM)

08 nov

Curtir uma fossa, às vezes é bom, especialmente se for com brigadeiro e uma música bem triste, não é mesmo? Parece meio mórbido, mas todo mundo tem uma fase assim na vida e acaba se entupindo das duas coisas que citamos.
 
Até aí nenhum problema: a pessoa está triste e precisa se recompensar com o doce sabor do brigadeiro. Mas e no caso da música depressiva? Por que ouvimos esse estilo musical? Não deveríamos gostar apenas de canções alegres?
 
Música triste
 
Pesquisadores andam estudando isso e garantem que a nossa relação com as músicas “de fossa” não é tão cartesiana assim. Segundo eles, mesmo aquela canção que nos faz relembrar o fora monumental que foi levado também pode nos fazer sentir bem.
 
Conforme os cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, os ritmos que mexem intensamente com nossa emoção têm o poder de fazer com que nosso organismo libere maior quantidade de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. E mais, eles explicam ainda que o efeito dessas músicas em nosso cérebro é semelhante à satisfação que a comida, por exemplo, pode nos garantir.
 
Dessa forma, ao mesmo tempo que nos soam tristes, canções depressivas nos fazem sentir bem. Aliás, essa relação conturbada e difícil de ser aceita pode ser explicada pelo elemento musical chamado de apogiatura – um tipo de nota que cria um som dissonante e gera tensão no ouvinte – e seus efeitos na emoção. Assim, quanto mais apogiaturas uma música tem, maior é o ciclo de tensão e de alívio que ela cria e a emoção ao ouvi-la é ainda mais forte.
 
Fonte: http://www.fatosdesconhecidos.com.br/

01 nov

Para comemorar o seu dia (Dia do músico), iremos sortear um violão VM19E NS (veja as fotos e informações técnicas aqui)!

MCH-post

E é muito fácil participar! Se liga:

Iremos divulgar 5 imagens de Verdadeiro ou Falso durante o mês e você precisa:
 
1) Compartilhar em modo público qualquer uma das imagens, dizendo se a pergunta é verdadeira ou falsa;
2) Curtir a página da Michael, clicando aqui!
 
Muito fácil, né?! O resultado sai no dia 28/11/16.
 
Mas não se esqueça! Para ganhar, tem que cumprir todos os critérios da promoção!
 
Compartilhe quantas vezes quiser, marque seus amigos e boa sorte!

26 out

Várias batidas de sertanejo universitário no violão são exemplificadas nesta 2ª vídeoaula pela nossa Artista Débora Ildêncio!
 

Com o violão VM925DT Mahogany demonstra como são utilizadas as referências de pop/balada, guarânias, entre outros, dentro do estilo musical.
 

Veja agora:
 


 

Se você não assistiu a primeira videoaula, não tem problema! É só clicar no vídeo abaixo e aprender as técnicas para se tocar os grandes sucessos!
 

 

21 out

A linha Modern Bass de contrabaixos Michael está agora mais completa. Os BM514N e BM516N, modelos com circuito ativo de 4 e 6 cordas, se destacam pela excelente tocabilidade, versatilidade sonora e alto padrão de construção. O desenvolvimento deles se deu pelo super sucesso do BM515, modelo de 5 cordas, utilizado pelo Adriano Campagnani, Artista Michael. Confira os detalhes técnicos destes lançamentos:

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Contrabaixo Michael Modern Bass BM514N

 

Contrabaixo elétrico modelo Modern Bass BM514N
Corpo: Solidwood (Basswood)
Braço: Hard Maple
Escala em Rosewood
Captadores: 2 Humbucker Soap-Bar
Circuito: Ativo
Controles Volume, blender, booster e tone,
Trastes: 24 Extra-Jumbo,
Tarraxas: Blindadas cromadas,
Cordas: 4 cordas (Encordoamento .045~.105)
Tensor Dual Action
Marcadores de escala Dot
Bônus: Cabo e chaves de regulagens.
Cor: Natural (NA)

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Contrabaixo Michael Modern Bass BM516N

 

Contrabaixo elétrico, modelo Modern Bass BM516
Corpo Solidwood (Basswood)
Braço Hard Maple
Escala Longa de 35” em Rosewood
Captadores 02 Humbucker Soap Bar
Circuito Ativo
Controles Volume, blender, booster e tone
Trastes 24 Extra-Jumbo
Tarraxas Blindadas cromadas
Cordas 6 cordas (Encordoamento .032 ~ .130)
Tensor Dual Action
Marcadores de escala Dot
Bônus: Cabo e chaves de regulagens
Cor: Tobacco (TB)

 

19 out


Música e saúde idosos
 
Não importa o estilo, o fato é que não há quem não goste de ouvir uma música em casa, no carro, durante uma caminhada ou realizando tarefas simples do dia a dia. O que poucos sabem é que a música, além de promover relaxamento e fazer bem para a alma, atua no tratamento de determinadas doenças e ajuda a manter o cérebro mais ativo.
 
Conhecida como musicoterapia trata-se de uma especialização cientifica que a melodia, ritmo e outros elementos musicais para fins terapêuticos a fim de estimular reações no corpo para recuperar o paciente de determinada enfermidade.
 
Aliás, os benefícios da música para a saúde já foram comprovados em diversos estudos como os pela American Music Therapy Association-AMTA, dos Estados Unidos, e pela World Federation of Music Therapy-WFMT, localizada em Gênova, na Itália. De acordo com os pesquisadores, dependendo do ritmo a respiração fica mais branda ou mais ofegante, podendo influenciar ainda no batimento cardíaco por causa da pressão sanguínea que fica mais forte ou menos intensa. Prevenindo, dessa forma, doenças cardíacas.
 
Todavia, ao aumentar a pressão sanguínea atua na melhora do sistema imunológico, no sistema endócrino, nos órgãos dos sentidos e na coordenação motora, ajudando ainda na prevenção e no tratamento de diferentes doenças físicas e mentais e, inclusive, no tratamento do estresse. É por estes e outros motivos que a musicoterapia já é utilizada em diversas clínicas, hospitais e até mesmo centros de reabilitação para integração física, psicológica e emocional como as APAEs.
 
No cérebro, a música age estimulando regiões ligadas a concentração, processamento de informações e produção de sentido. Isso porque, os estímulos sonoros agem nas áreas temporais do cérebro e que são incumbidas pela decodificação do comportamento musical.
 
Música e saúde idosos 02
 
Veja os principais benefícios da musicoterapia:
 
– Ajuda no relacionamento entre pessoas;
– Atua no desenvolvimento da inteligência espacial, melhorando as habilidades matemáticas;
– Aumenta a concentração e raciocínio lógico;
– Dependendo do ritmo eleva ou diminui a energia muscular;
– Ajuda no tratamento de problemas respiratórios;
– Reduz a fadiga no dia a dia;
– Aumenta as atividades psicomotoras;
– Ajuda no tratamento de hipertensos;
– Previne doenças cardiovasculares.
 
Fonte: https://www.aterceiraidade.com

06 out

Neste vídeo, gravado na Expomusic 2016, Blarth Piassi, desenvolvedor dos instrumentos de cordas da Michael, apresenta a nova linha de cordas da marca.

 

Ela falou sobre os detalhes técnicos dos violões elétricos Galaxy VM925DT e Taurus VM921DTC da linha Mahogany , além dos violões galaxy Jumbo VM825DTC. As guitarras Stonehenge e Standard Light Blue e Light Green também foram mostradas! Confira estas e outras novidades!

 

F.Gênia