06 jan

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Com a companha de volta às aulas da Michael começando, ressaltamos a importância da iniciação musical desde a mais tenra idade. Entenda:
Iniciação musical infantil de bebês e crianças
A música está sendo introduzida na educação das crianças em idades pré-escolares, devido a importância que representa no seu desenvolvimento intelectual, auditivo, sensorial, da fala e motor.
A música é um elemento fundamental nesta primeira etapa do sistema educativo. A criança começa a se expressar de outra maneira e é capaz de integrar-se ativamente na sociedade, porque a música ajuda a ganhar independência nas suas atividades habituais, assumir o cuidado de si mesma e do meio, e ampliar seu mundo de relações. A música tem o dom de aproximar as pessoas.
A música como estímulos para as crianças
A criança que vive em contato com a música aprende a conviver melhor com outras crianças, estabelecendo uma comunicação mais harmoniosa. Nesta idade a música as encanta, dá-lhes segurança emocional, confiança, porque sentem-se compreendidas ao compartilhar canções, e inseridas num clima de ajuda, colaboração e respeito mútuo.
Na etapa de alfabetização a criança é mais estimulada com a música. Através das canções infantis, nas que as sílabas são rimadas e repetitivas, e acompanhadas de gestos que se fazem ao cantar, a criança melhora sua forma de falar e de entender o significado de cada palavra. E assim, se alfabetizará de uma forma mais rápida.
A música também é benéfica para a criança quanto ao poder de concentração, além de melhorar sua capacidade de aprendizagem em matemática. A música é pura matemática. Além disso, facilita a aprendizagem de outros idiomas, potenciando sua memória.
Com a música, a expressão corporal da criança se vê mais estimulada. Utilizam novos recursos ao adaptar seu movimento corporal aos ritmos de diferentes músicas, contribuindo desta forma na potencialidade do controle rítmico de seu corpo. Através da música, a criança pode melhorar sua coordenação e combinar uma série de movimentos. Movimente-a para que possa dançar enquanto você canta. Pode abraçá-la e carregá-la no seu colo entoando outros ritmos infantis.
O que proporciona a música às crianças
Escutar música é uma das atividades mais estimulantes para o intelecto das crianças. Además é um dos aprendizados mais agradáveis e divertidos. A música proporciona:
Melhor coordenação motora
Desperta a sensibilidade e criatividade
Ajuda à criança a comunicar-se
Trabalho em grupo
Aumento da autoestima
Aprendizagem do alfabeto, de ritmos, etc.
Fonte: guiainfantil.com

31 dez

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Olá, pessoal. Todo mundo aí pronto para a passagem de fim de ano? Espero que sim! Porém, não podíamos deixar de passar aqui para desejar um ano de 2017 maravilhoso a todos vocês. Hoje vamos falar sobre o playlist mais tocado no reveillon. Onde quer que vá fatalmente escutará alguma dessas 5 canções.

 

Adeus ano velho, feliz ano novo! – David Nasser / Francisco Alves. A canção diz por si só! Resume tudo aquilo que as pessoas desejam. “Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender”. Vale lembrar que a música tem uma segunda estrofe! “Para os solteiros, sorte no amor. Nenhuma esperança perdida. Para os casados, nenhuma briga, paz e sossego na vida”. Não vem com esse papo de “Eu já sabia!” Aprende aí para cantar bonito hoje à noite!

 

Marcas do que se foi – Os incríveis. Uma das músicas mais emblemáticas! Se existe uma canção com cara de ano novo é esta. É uma música que reforça grandes valores, como a amizade, esperança, paz e união! “Marcas do que se foi, sonhos que vamos ter, como todo dia nasce. Novo em cada amanhecer”

 

Não quero dinheiro” – Tim Maia. Essa sem dúvidas, é uma das canções mais tocadas! É uma maneira de começar o ano valorizando o amor, o sentimento maior. Pena que amor acaba quando você vê lembra das contas para pagar no começo do ano! Mas deixa isso para depois!

 

 

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Não quero dinheiro, do Tim Maia, é um clássico no reveillon

 

Pescador de Ilusões – Rappa!. Seu refrão é uma maneira de dizer ao mundo. Que “tudo valeu a pena”, apesar das ilusões da vida. Mas o importante é sempre aprender com a caminhada, não é?

 

Estrada – Cidade Negra:   É outra ótima canção! Tem uma mensagem otimista. Fala da estrada da vida, ou seja, das dificuldades e alegrias que é viver. Porém, reforça também a esperança. “Com a fé no dia-a-dia, encontro a solução”.

 

Então é isso! Ótimas festas e muita alegria a todos vocês!.

24 dez

Desejamos a todos um Feliz Natal! Aproveitem este momento de reflexão e estreitem ainda mais seus laços fraternos! Sempre há tempo de sermos pessoas melhores e construir grandes momentos! Que esta data especial possa inspirá-los, assim como a música faz! Continuem falando a língua da música com a Michael!

 

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16 dez

Hoje vamos falar sobre circuitos passivos e ativos de contrabaixo. Mas como eles se diferenciam? Como identificá-los? Então, vamos do começo!  A principal diferença entre eles está no sistema de captação do som.

 

Os circuitos chamados “passivos”, utilizados por muitos baixistas das décadas de 60 e 70, possuíam timbre suave, definido, com médios proeminentes. Outra forte característica é a de não “acrescentarem” frequências (graves ou agudas), mas somente cortá-las. Na década seguinte, com o advento dos circuitos “ativos”, as maiores possibilidades de controles das frequências, o aumento de ganho e a inexistência de ruídos conquistaram muitos baixistas de todos os estilos, principalmente os mais virtuosos.

 

Uma das vantagens do circuito passivo é de não precisar de “alimentação” (bateria) para o seu funcionamento, basta plugar o baixo no amplificador e tocar.  É muito comum músicos optarem pelos modelos “passivos” para obterem o timbre “vintage” presente em gravações antigas. Normalmente captadores passivos possuem timbre mais “orgânico” e com dinâmica de resposta ao conjunto do instrumento, ou seja, o som tem relação direta com matéria-prima de todo o contrabaixo.

 

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Captadores passivos, em sua maioria, possuem os “ímãs” expostos, que os deixam mais suscetíveis às interferências externas.

 

No circuito ativo é comum a existência de um “pré-amplificador”, alimentado por bateria 9V (alocada em compartimento no corpo do instrumento), que processa os sinais dos captadores antes de chegarem ao amplificador, otimizando o ganho, o sustain e eliminando ruídos indesejáveis. Também podem possuir mais controles para a equalização como Booster, Blender, Médios, Paramétricos e outros, além dos tradicionais controles de volume e de tonalidade, deixando o som do instrumento “limpo” e ainda mais versátil.

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Normalmente, os circuitos ativos possuem os captadores “fechados” ou “blindados”, com superfície lisa, sem exposição dos ímãs.

 

Não há como apontar que um é melhor que o outro. São apenas diferentes, a preferência musical e a disponibilidade de investimento de cada um é que vão ajudá-lo a escolher o contrabaixo certo para cada tipo de ocasião.

Até, mais pessoal!

09 dez

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Hoje em dia é comum a utilização de recursos eletrônicos para uma performance musical. Vejo isso como algo muito positivo, nós, músicos, temos que nos valer das novas tecnologias desenvolvidas.

 

 

Um dos recursos bastantes utilizados atualmente é a microfonização, principalmente, para instrumentos solos, como violinos ou saxofones. Porém, quais os pontos devem ser observados?

 

  • Dê preferência aos equipamentos que reproduzam com fidelidade o som de seu instrumento. Alguns possuem baixa qualidade e costumam distorcer a sonoridade, desvalorizando o timbre.

 

  • Procure equipamentos que foram desenvolvidos especificamente para seu instrumento, como os microfones de lapela, que vão captar apenas o som do seu instrumento, além de permitir uma maior mobilidade, sem perder a qualidade da performance.

 

  • Valorize equipamentos que se encaixem com facilidade em seus instrumentos, sem danificá-los. Evite garras de encaixe improvisadas.

 

  • Hoje em dia, existem equipamentos sem fio que proporcionam uma maior mobilidade ao músico, garantindo ainda mais conforto nas mudanças de posição no momento da apresentação.

 

  • Conheça bem os equipamentos que irá usar. Alguns necessitam de baterias para funcionarem, por isso, sempre tenha opções reservas para evitar surpresas e sufocos na hora de tocar.

 

  • Para instrumentos como saxofones, existe alguns outros recursos mais complexos que podem trazer bons resultados como as pedaleiras para guitarras e pedais de efeitos. Estes equipamentos podem duplicar vozes, fazendo duetos e ou inserir uma pitada de reverb ou outras modulações. Estes recursos podem ser utilizados de acordo com o ambiente ou de acordo com o perfil de cada músico. Vale a pena pesquisar e aprofundar para descobrir novos horizontes. 

02 dez

 

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Os Artistas Michael realizaram workshops no final do mês de novembro, com apoio das lojas parcerias da Michael.

 

No dia 24/11, Andre Neiva (RJ), baixista do Jorge Vercillo, mostrou seu talento e falou sobre o contrabaixo BM675, além de outros assuntos musicais, na loja Casa da Música, de Volta Redonda (RJ).

 

O evento contou também com a participação da Débora Ildêncio (MG), Artista Michael de violão, que abrilhantou ainda mais a performance musical.

 

Já no dia 31/11, Andre Neiva se uniu aos Artistas Michael, Dino Rangel (RJ) e Claudio Infante (RJ), para uma performance musical de alto nível em um workshop na loja Sonic Som, que fica em Duque de Caxias (RJ).

 

Eles mostraram grande desenvoltura musical e compartilharem um pouco mais das suas experiências com o público presente.

 

 

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30 nov

A musicalização infantil é a pré-escola da música, um conjunto de atividades que visam à sensibilização e que buscam ampliar os conhecimentos musicais da criança.
 
Musicalizar é tornar a criança sensível e receptiva aos sons, promovendo o contato com o mundo musical já existente dentro dela, e, melhor ainda, fazendo com que ocorra uma apreciação afetiva e, indo mais além, uma apreciação criativa dos sons que estão à sua volta. Da mesma forma, podemos definir a musicalização como a pré-escola da música, um conjunto de atividades que visam à sensibilização e que buscam ampliar os conhecimentos musicais da criança, de forma bastante intuitiva, inclusive com sua participação criadora. Entretanto, é preciso que a musicalização seja estimulada, de alguma forma, em todo o convívio social, a começar em casa. Isso porque o desenvolvimento da musicalidade na primeira infância depende da vivência musical.
 
Musicalização
 
Por outro lado, cantar e tocar ao mesmo tempo faz com que as crianças busquem a harmonização sonora, o que contribui para a sociabilização do grupo, por conta de um interesse que é comum a todos. Ouvir música depende dos cinco sentidos humanos, um estímulo que se dá pela incorporação dos elementos rítmicos e sonoros.
 
A musicalização é um conjunto de atividades que visa à sensibilização, e que busca ampliar os conhecimentos musicais da criança. O mais interessante é que a musicalização é promovida por atividades intuitivas. Estas criam situações intelectuais favoráveis à aquisição de conhecimentos musicais. Entretanto, além da atividade formalizada na escola, é preciso que a musicalização seja estimulada em casa, oferecendo ferramentas à criança para que ela mesma possa descobrir os sons. Por exemplo: discos, objetos sonoros, instrumentos musicais, canções, e até mesmo gravuras que estejam relacionadas ao tema.
 
Já na escola, o que se propõe é o direcionamento para que se desenvolvam outros aspectos, como senso estético, criatividade, coordenação motora e lógica, entre outros. Entretanto, tenha sempre em mente que será preciso diferenciar muito bem os conceitos de musicalização e aprendizado musical. A musicalização não se propõe a ensinar manuseio técnico de um instrumento musical. Com a musicalização, pretendemos criar um vínculo entre a música e a criança. E, ainda mais, desenvolver na criança o gosto pela música.
 
Resumidamente, a musicalização contribuirá fortemente para os seguintes aspectos: socialização, alfabetização, inteligência, capacidade inventiva, expressividade, coordenação motora e tato fino, percepção sonora; percepção espacial, raciocínio lógico e matemático e estética.
 
Fonte: http://www.cpt.com.br

25 nov

Dia 30/11, Andre Neiva (RJ), Dino Rangel (RJ) e Claudio Infante (RJ), Artistas Michael, irão realizar uma performance musical de alto nível em um workshop na loja Sonic Som, que fica em Duque de Caxias (RJ).

 

Será uma oportunidade única para os músicos da região aprenderem mais sobre técnicas musicais, carreira artística, além de virem os instrumentos Michael em ação. Não percam!

 

 

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16 nov

A musicoterapia vem sendo muito utilizada no combate ao estresse. Isso porque, como fala diretamente ao emocional, ela ajuda a relaxar e promove uma sensação de bem-estar. “A música, quando é relaxante para a pessoa, ajuda muito a combater não somente o estresse, mas também ansiedade, angústia, depressão e insônia, pois faz com que o cérebro libere endorfinas e serotoninas, proporcionando prazer e sensação de bem-estar”, explica Cláudia.
 

A música também vem sendo uma grande aliada no tratamento da dor. Pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, comprovou que ouvir música pode ter efeitos benéficos no tratamento de dores crônicas, como as causadas pelo câncer. Por isso a musicoterapia já está sendo usada pelo Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer-GRAAC como parte do tratamento.  “O que ocorre é a troca do foco da dor, ou seja, afasta-se da mente a sensação de dor e diminui-se gradativamente a ansiedade que a dor provoca no paciente”, explica Cláudia.
 

Musicoterapia
 

Apesar de ouvir música ser prazeroso e relaxante, é importante ressaltar que não dá pra fazer musicoterapia sozinho em casa. Isso só é alcançado com o trabalho com um profissional. “Só um musicoterapeuta pode conduzir uma sessão de musicoterapia, senão será apenas uma recreação com música. Nossa formação é voltada para que tenhamos todas as ferramentas teóricas e práticas para desenvolver este trabalho”, enfatiza Magali.
 

Mesmo sem efeitos terapêuticos, ouvir música apenas por lazer ou relaxamento também tem efeitos benéficos. Como cada pessoa tem seu próprio repertório musical (aquelas músicas que de alguma forma marcaram nossa vida) é possível fazer uma coletânea com as que lembram momentos especiais e prazerosos (como o primeiro beijo, aquela viagem inesquecível, o nascimento de um filho) e ouvir em casa, no trânsito, ou mesmo durante uma pausa no escritório. Especialistas apontam que isso ajuda – e muito – a restabelecer a calma e o bem-estar.

 

Fonte: http://noticias.uol.com.br/

11 nov

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Por Inácio Cavallieri,

 

“O objetivo da inicialização musical na mais tenra idade é fazer a criança sentir a beleza da música e desenvolver intuitivamente sua percepção e sensibilidade.

 

Na Escola de Música Cavallieri, nós seguimos a metodologia e as idéias dos grandes educadores musicais da atualidade como Keith Swanick, Dalcroze ,Willems , Carl Orff ,Suzuki e Kodály que acreditam que por meio de brincadeiras, jogos, parlendas e canções a consciência musical vai se formando , ao contrário das idéias ultrapassadas que massacravam a criança com estudos de técnica com o objetivo de formar robôs virtuoses de tenra idade.

 

As aulas exploram os elementos da música: MELODIA, RITMO, HARMONIA, PULSO, MOVIMENTO SONORO, PARÂMETROS DO SOM ( ALTURA, DURAÇÃO INTENSIDADE E TIMBRE) SOM X SILÊNCIO, CARÁTER EXPRESSIVO, FORMA, ESCALA MUSICAL ASCENDENTE E DESCENDENTE E OS INSTRUMENTOS MUSICAIS , de uma maneira lúdica e criativa.

 

A aula de música desperta a criança, globalmente, pois desenvolve:
– Audição – Fala – Canto – Afinação
– Escrita – Atenção – Reflexos
– Coordenação Motora -Noções de Grave e Agudo – Memória Musical

 

Na Musicalização Infantil  a criança experimenta todos os instrumentos, até que realmente se identifique com um ou mais e, aí sim, com maturidade, queira estudar a fundo determinado instrumento.

 

Uma criança que interioriza a música em seu próprio corpo terá enorme facilidade em tocar qualquer instrumento no futuro pois por dentro ela já é uma musicista.

Brincando, a criança aprende prazerosamente uma das mais sublimes formas de arte: A MÚSICA!”

 

 

 

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Inácio Cavallieri (Professor, multi-instrumentista e diretor da Cavallieri, escola Premium Michael. Educador da marca com a Guitarra Strike GM750. Estudou na Guitar Institute de Londres of Thames Valley University de Londres em 1997; violão clássico com Lizst Nívio; popular com Gilvan de Oliveira na Escola Música de Minas de Milton Nascimento; canto com Conceição Nicolau, Titi Walter e Babaya; guitarra elétrica com Beto e Wilsinho Lopes na escola AD LIBITUM)

F.Gênia