13 out

Um seleto grupo de bateristas recebeu a nova Michael Legacy para testar, colocar na estrada e contar para nossos seguidores tudo sobre este grande lançamento!

Formada em bateria pela Escola de Música da UFRN, Jéssica Menezes vem conquistando cada vez mais notoriedade principalmente no forró, se tornando referência para as novas gerações de bateristas mulheres.  

Em 2020, foi a ganhadora na categoria “instrumentista do ano” no 18º Prêmio Hangar de Música. Entre inúmeras bandas que tocou, destacam-se a banda Edson Lima e Gatinha Manhosa está no seu currículo sendo uma das maiores experiências musicais da artista. 

Jéssica define que sua carreira está apenas no início de uma grande jornada! Sempre pronta para novas experiências, seu desejo é de realizar todos os seus projetos e sonhos, isso é o combustível para nunca desistir. 

Para a Jéssica ter sido escolhida pela Michael para fazer o Test Drive foi uma resposta, uma confirmação no momento certo!  Sem dúvidas, uma grande honra e um acontecimento marcante em sua trajetória profissional. Ela ainda nos conta que a Michael chega para somar em todos os quesitos, apresentando novas possibilidades, e fazendo acreditar ainda mais que o nosso mundo “baterístico” é infinito e reinventa-se de forma cada vez melhor ao passar do tempo.  

Quer saber mais sobre a Jéssica e sobre o Test Drive da Michael, siga-nos no Instagram!

@jessicamenezesdrum

@michaelinstrumentos

28 set


O projeto Test Drive Michael tem como objetivo gerar conteúdos exclusivos da bateria Legacy diretamente do ponto de vista de grandes bateristas, trazendo para você uma nova forma de conhecer as suas funcionalidades e destaques da categoria.  

No link abaixo você confere todas as informações sobre esse novo lançamento:  

https://conteudo.michael.com.br/lancamento-legacy

Na semana passada anunciamos a nossa segunda participante do projeto, Dayanna Silva. Hoje conheceremos a Bruna Soares, segunda baterista mulher selecionada para o projeto Test Drive com a Michael, que contou para nós um pouquinho da sua história na profissão.

Natural de Curitiba, Paraná, Bruna Soares com 21 anos já possui admiradores por seu incrível talento na batera! Começou a tocar com 14 anos na igreja e desde então vem se aperfeiçoando para poder crescer ministerialmente e tocar em uma banda. Ela conta que sua principal motivação é Jesus; “…, é por causa dele que tudo aconteceu, o dom vem Dele e tudo é para Ele! O meu amor por Ele e pela bateria é o que me motiva! “ 

Assim como a Dayanna, Bruna contou como enfrenta as dificuldades da profissão sendo uma mulher: “Ficavam com receio de me deixar tocar no começo, até porque muitos acreditam que mulher não toca igual homem, mas isso só me motivou a persistir e no fim não foi mais um problema, ficam admirados em ver mulheres tocando bateria. ”  

Bruna conta que o projeto Test Drive foi um presente em sua vida e que ficou honrada em fazer parte do time. Ela disse ainda que “O projeto Test Drive escolheu bons artistas para fazer parte da divulgação da Legacy e que se sente realizada tocando bateria, que é uma forma de atrair a presença de Deus e tocar vidas com isso.

Na semana que vem vocês vão conhecer mais um participante do nosso projeto! Acesse as nossas redes sociais e fique por dentro de todo conteúdo sobre as baterias Legacy!

22 set


O projeto Test Drive Michael tem como objetivo gerar conteúdos exclusivos da bateria Legacy diretamente do ponto de vista de grandes bateristas, na semana passada anunciamos o nosso primeiro participante do projeto, o Maurício Mendes. Conheça agora a Dayanna Silva, 2° convidada para este projeto que está bombando nas redes sociais.  

A Dayanna Silva é a nossa segunda parceira do projeto Test Drive com a Michael e veio para agitar e mostrar todas as suas habilidades e grooves marcantes!  

A musicista tem 29 anos, nasceu no Rio de Janeiro. E aos cinco anos descobriu que a bateria era o seu “brinquedo” predileto, já aos sete, iniciou sua carreira na igreja. A baterista, já tocou com muitos cantores reconhecidos no meio musical, como Sarah Beatriz, Jairo Bonfim, William Nascimento, Sarah Farias, Thiago Delfim, Paulo Neto entre outros. 

Dayanna contou que o seu principal desafio como baterista mulher é o machismo que passa diariamente pela profissão escolhida; “Os homens geralmente acham que mulher não pode tocar bateria, sempre se acham melhor em tudo, quando uma mulher tem um talento maior, alguns ficam com raiva, tratam mal. Já vivi muito isso. ”   

Dayanna espera que o projeto possa te proporcionar novas oportunidades na carreira e também em novos projetos com a Michael Instrumentos, além de poder daqui para frente ser lembrada pelas outras pessoas como uma parceira da marca e futuramente poder conhecer toda a linha de instrumentos Michael.  

Conheça o novo lançamento Michael, baterias Legacy: https://conteudo.michael.com.br/lancamento-legacy


Na semana que vem, voltaremos para apresentar um pouco da história de mais um participante!  

16 set

Durante alguns meses, a bateria Legacy vai rodar o Brasil para ser testada por bateristas referência no cenário musical e também no digital. O projeto Test Drive Michael tem como objetivo gerar conteúdos exclusivos da bateria Legacy diretamente do ponto de vista de grandes bateristas, eles mostrarão todas as funcionalidades deste novo lançamento para que você conheça melhor o instrumento.

O nosso primeiro selecionado para o Test Drive é o Maurício Mendes que contou um pouquinho das suas experiências como artista e quais as suas expectativas em relação ao projeto.

Maurício Mendes

Maurício Mendes é ex-baterista da banda Calcinha Preta e atualmente mora em Queimadas, Bahia. Maurício começou a tocar com 12 anos e hoje com 36 é admirado no meio musical por bateristas de todos os estilos musicais. Possui a sua própria escola de bateria, onde o seu principal objetivo é chegar a marca de 1000 alunos.

Ele acredita que o projeto Test Drive vai ditar tendência no mercado nos próximos anos. Maurício diz que acredita que a “Michael está muito ligada no momento que a música está vivendo e colocando uma direção certeira no relacionamento entre músico e marca. Esse projeto é um dos mais inovadores do mercado da bateria no Brasil”.

Confira abaixo o review da bateria Legacy feito pelo Maurício e acompanhe mais conteúdos produzidos por ele em nosso perfil do Instagram e Facebook!

Na semana que vem falaremos sobre o nosso 2° selecionado para o projeto Test Drive!

18 ago

Elas não são responsáveis diretamente pelo timbre, mas estão diretamente ligadas a execução e qualidade sonora do instrumento. É desconfortável quando ao tocar o instrumento ele apresenta está desafinado, não é? As tarraxas possuem papel crucial na afinação do instrumento. Existem diferentes tipos de tarraxas e entender os tipos e suas funções é um passo importante na hora do aprendizado musical e também na hora da compra.  

As mais comuns são as tarraxas abertas, blindadas e as semi blindadas. Os modelos de tarraxas abertas possuem seu mecanismo totalmente exposto e são mais comuns em violões com cordas de nylon. 

Existem também as tarraxas blindadas, onde a sua estrutura não fica visível, assim elas não estão sujeitas ao acumulo de sujeira ou oxidação. Elas também são mais resistentes e mais difíceis de apresentarem problemas. Já as tarraxas semi blindadas possuem a mesma construção das blindadas, a diferença é que ela possui uma tampa de proteção em suas engrenagens, podendo ser facilmente abertas.  

Quer entender melhor sobre os tipos de tarraxas e suas construções?  

Veja o vídeo abaixo com a nossa #artista Débora Ildêncio sobre as tarraxas e dicas especiais!   

10 ago

Os especialistas da Michael trouxeram para a nova série Legacy um padrão de construção e configurações que vão atender aos bateristas mais exigentes.  A Legacy traz versatilidade e configuração e moderna, com tons mais rasos que permitem um sonoridade mais atual e afinações precisas para uma melhor performance! São construídas com matérias-primas selecionadas que garantem mais “punch” e dinâmica aos bateristas.

A Legacy oferece hardware de excelente qualidade e durabilidade! Possui pedal de bumbo, máquina de chimbal, estante de caixa, estante reta e estante girafa, itens robustos que proporcionam uma performance musical ainda mais intensa!

Para os músicos que gostam de uma sonoridade mais intensa e com mais possibilidades, a bateria acústica Legacy DML420 permite kit de extensão, sendo possível encontrar tom de 08×07”, surdos de chão de 14”x14” ou 16”x16”.

Em seis cores e três diferentes configurações, a Michael Legacy chega para valorizar a sua performance, seja no rock, pop, samba ou sertanejo! Com configurações que vão agregar no conforto, versatilidade e durabilidade.

Clique aqui e conheça todos os modelos: https://bit.ly/bateriaslegacy

SAIBA TODOS OS DETALHES DESTE NOVO LANÇAMENTO NO VÍDEO OFICIAL EM NOSSO CANAL DO YOUTUBE:

18 jun

Você sabe o que é a saída balanceada do violão e qual a sua importância?  

Ela é um diferencial que valoriza a sonoridade do instrumento. Não saber fazer a escolha certa, poderá até mesmo prejudicar os seus dispositivos, especialmente conectado a um equipamento em longa distância, dando mais oportunidade para aparição de ruídos e interferências. 

Por isso, saber diferenciar as saídas balanceadas das desbalanceadas, também será crucial para escolher os cabos certos em cada tipo de situação e evitar que uma possível interferência comprometa o seu sinal e consequentemente a sua apresentação ou gravação.  

Mas no fim das contas, qual a diferença entre uma saída balanceada de uma não balanceada? Os cabos não balanceados possuem mais chance de pegar interferência e barulho. Já um cabo balanceado, são projetados para cancelar todo e qualquer tipo de interferência.  

Uma saída denominada não balanceada ou também conhecida como “desbalanceado”, consiste em conectores com dois condutores, e por serem conectados por dois fios dentro do cabo, um fio de sinal e um fio terra. A fiação desbalanceada usa apenas dois condutores e é suscetível a captar ruídos.

No vídeo abaixo, nossa #artista Débora Ildêncio fala um sobre a saída balanceada e as suas características, confira! 

Violão Michael Galaxy Folk VM925DTC SS https://michael.com.br/site/buscando….

28 Maio

Foi pensando em você que é apaixonado por música e adora descobrir curiosidades sobre este mundo, que separamos 3 sugestões de documentáriospara assistir e se inspirarcom as histórias. As sugestões estão disponíveis na Amazon Prime e Netflix. Prepare-se para maratonar essas históricas clássicas do mundo da música:

Rita Lee: Ovelha Negra 

Retirada de: primevídeo.com.br

Não poderíamos deixar de mencionar um documentário brasileiro e de muita influência para a história da música brasileira. Neste documentário, você vai saber mais sobre Rita Lee, intitulada como “Rainha do Rock Brasileiro”, a cantora, compositora, multi-instrumentista, atriz, escritora e ativista brasileira que se tornou um fenômeno brasileiro.

Disponível na Netflix.

Um passo do estrelato

Retirada de: Google Imagens

Esse documentário conta um pouco da história das estrelas que nem sempre ganham a devida visibilidade e são pouco conhecidas pelo público: as backing vocals. O documentário “A Um Passo do Estrelato”, traz cantoras que trabalharam com grandes nomes da música, como Bruce Springsteen, Stevie Wonder e Mick Jagger. O documentário foi vencedor do Oscar de Melhor Documentário em 2014. Disponível na Amazon Prime.

Remastered: Who Shot the Sheriff?

Retirada de: Google Imagens

Ele conquistou muitos fãs por todo mundo e até hoje é lembrado como o rei do reggae. O documentário “Remastered: Who Shot The Sheriff?”,  conta a história de Bob Marley, pouco conhecida pelos amantes do estilo musical. Em 1976, o cantor sofreu uma tentativa de assassinato e o documentário usa deste acontecimento para abordar questões políticas e sociais da Jamaica. Disponível na Netflix.

Curtiu as dicas? Achou que falta algum filme nessa lista? Deixe aqui o seu comentário!

Até o próximo post! 🙂

19 Maio

Retirada de: https://abratel.org.br/noticias/associadas-da-abratel-nao-terao-aumento-do-ecad-em-2021/

A música nos acompanha a todo momento da vida. Em um estabelecimento, por exemplo, que usa a música para agradar o ambiente onde os seus clientes estão, com toda certeza é um lugar bem mais agradável e acolhedor, concorda?

Se você é músico, certamente já ouviu falar sobre o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). É ele quem garante que os criadores de suas músicas, recebam uma remuneração pelo uso da música, ou seja, seu trabalho. Muitos músicos que estão começando, ainda possuem dúvidas sobre o assunto, por isso, resolvemos abordar as mais comuns no texto de hoje.

Quem precisa pagar o Ecad?

O músico em si, não paga taxa ao Ecad. Quem paga a taxa são estabelecimentos abertos ao público e que utilizam música ambiente, como lojas, academias, restaurantes, supermercados, ou qualquer outro tipo de negócio que usa música, indiferentemente se está sendo transmitido por meio de uma rádio, TV, um pendrive e etc. De qualquer modo, obrigatoriamente, esses estabelecimentos precisam pagar a taxa do Ecad.

A lista de eventos e estabelecimentos obrigados a pagar a taxa de ECAD é extensa, portanto, separamos alguns estabelecimentos que não são obrigados a pagar:

– Eventos particulares em propriedade privada (se há cobrança de ingresso, o evento é considerado público, desta forma é preciso pagar o Ecad);

– Cultos religiosos, mesmo que em locais públicos;

– Eventos com propósitos educacionais.

Qual o Valor da Taxa?

Existe um valor de referência, chamado (UDA) que é a base de cálculo de direito autoral do ECAD, atualizado todos os anos. O Ecad também considera que para alguns tipos de negócios, a música é mais fundamental do que para outros, sendo assim, o cálculo também tem influência de acordo com o segmento do negócio.

Mas existem outros fatores que também influenciam, como:

– Área total do estabelecimento ou local;

– Capacidade de público neste local;

– Valor do ingresso (caso houver);

– Duração do evento;

– Tempo de uso da música em relação ao tempo total do evento.

– Região socioeconômica.

Como são feitos os pagamentos aos músicos?

85% do valor arrecadado, são distribuídos aos titulares das músicas, 10% são para o próprio Ecad e 5% são direcionados a associações. Para que você tenha o direito ao valor, precisa estar filiado a uma associação. É por meio dela que os artistas recebem o pagamento.

Os valores repassados se dividem em direito autoral, que é aquele ligado aos compositores, autores da obra e direito conexo que está relacionado aos intérpretes, músicos executantes e produtor fonográfico que gravaram a obra.

Vou receber por execuções em todos os formatos?

Sim, o titular dos direitos autorais, receberá pelas suas músicas executadas em diferentes meios e estabelecimentos, como televisão, rádio, cinema, casas de shows e espetáculos etc.
É importante lembrar que para receber seus direitos autorais de execução, é necessário que o artista esteja filiado a uma das 9 associações que compõem o Ecad, ter o repertório musical cadastrado e constantemente atualizado na sua associação.

Se você quer viver de música como um compositor profissional é muito importante que se torne um filiado de uma das associações de gestão coletiva musical para conseguir garantir todos os seus direitos. Esperamos que as suas dúvidas sobre o assunto estejam mais claras, para outras dúvidas, você pode acessar o site da União Brasileira de Compositores: http://www.ubc.org.br/ferramentas/faq

Até o post da semana que vem!

07 Maio

A música nos acompanha a todo momento da vida. Em um estabelecimento, por exemplo, que usa a música para agradar o ambiente onde os seus clientes estão, com toda certeza é um lugar muito mais agradável e acolhedor, não é mesmo?

Se você é músico, certamente já ouviu falar sobre o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). É ele quem garante que os criadores das músicas, recebam uma remuneração pelo uso da sua música, ou seja, seu trabalho. Para você que está começando e ainda possuí muitas dúvidas sobre o assunto, resolvemos abordar 3 coisas essenciais sobre o Ecad que você precisa saber antes de tudo.

Quem precisa pagar o Ecad?

A lista de eventos e estabelecimentos obrigados a pagar a taxa de ECAD é extensa, portanto, vale mais a pena explicar quem não precisa pagar.

Eventos particulares em propriedade privada. Se há cobrança de ingresso, o evento é considerado público, desta forma é preciso pagar o Ecad;

Cultos religiosos, mesmo que em locais públicos;

Eventos com propósitos educacionais.

Estabelecimentos abertos ao público e que utilizam música ambiente, como uma loja, academia, restaurante, supermercado, ou qualquer outro tipo de negócio que usa música, indiferentemente se está usando uma rádio, TV, um pendrive e etc, precisa, obrigatoriamente, pagar a taxa ao Ecad.

Registro da música é obrigatório?

Registrar uma música serve como prova da autoria, mas é importante saber, que o registro não é essencial para que a música seja considerada protegida pelo sistema do Ecad. Para atrelar suas músicas ao sistema de proteção de direitos autorais, você precisa de uma associação de música.

Se você quer saber como registrar sua música, volte alguns posts aqui do Blog e confira o texto que fizemos sobre o direito autoral.

Como são feitos os pagamentos aos músicos?

85% do valor arrecadado, são distribuídos aos titulares das músicas, 10% são para o próprio Ecad (para sua administração) e 5% são direcionados a associações. Para que você tenha o direito ao valor, precisa estar filiado a uma associação. É por meio dela que os artistas recebem o pagamento.

Existem muitas dúvidas em relação ao Ecad, você pode tirar todas elas no site http://www.ubc.org.br/ferramentas/faq da UBC (União Brasileira de Compositores). 

Esperamos que tenha gostado, até o próximo texto da semana que vem!

F.Gênia