25 fev

A Michael quer saber: de quanto em quanto tempo você troca suas cordas? Ou faz tanto tempo você nem lembra qual foi a última vez que trocou? Pois saiba que trocar as cordas periodicamente é extremamente importante. Você não pode deixar para trocá-las somente quando arrebentar.

A corda irá influenciar diretamente na sua sonoridade, nos brilhos, harmônicos e graves. Por isso, você deve manter uma periodicidade para trocá-las. Mas claro que para saber o tempo exato, depende muito do tanto que você usa o seu instrumento. Quem toca muito, acaba trocando as cordas de mês a mês.

Mas é necessário observar não somente a parte visual da corda, mas também se ela já está perdendo o brilho sonoro. Se você notar que isso está acontecendo, não tem matemática de período, é hora de você se preocupar com a sonoridade e realizar a troca.

Além de trocar as cordas com determinada frequência, existem duas outras coisas importantíssimas para aumentar a durabilidade do seu encordoamento: antes de tocar, sempre lave as mãos, e após tocar, limpe corda por corda. Criando essa rotina, suas cordas irão durar por mais tempo.

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18 fev

O tampo do violão é uma madeira muito importante que irá influenciar diretamente na sonoridade do seu instrumento.  O primeiro contato para propagação do som é justamente entre o tampo e as cordas no cavalete. Por isso, saber o som que você procura é ideal na hora de você escolher o seu instrumento.

Mas você sabe qual a diferença entre os tipos de madeira do tampo?

Por exemplo, a Michael trabalha com o modelo VM921DTC, que possui versões com o tampo em Spruce e tampo em Mahogany. O tampo em Spruce traz uma combinação entre os médios e agudos, oferecendo um brilho a mais para o instrumento. Agora, se você gosta de graves encorpados e robustos, o Mahogany é a melhor opção.

Quer ouvir o som de cada um? Então acesse os vídeos abaixo:

Spruce:

Mahogany:

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11 fev

É de extrema importância guardar o instrumento após tocá-lo, e um dos meios para evitar possíveis quedas é usar o suporte. Além de evitar acidentes, ele também ajudará a manter a regulagem do braço.

Existem vários tipos de suportes, e um dos mais comuns é o suporte de chão: que pode ser encontrado sem apoio do braço e com apoio do braço. O suporte com apoio é mais indicado, porque ele evitará que o instrumento tombe e possa cair, além de manter o posicionamento correto do braço.

Mas se você não tem muito espaço em casa, ou tem crianças e/ou animais domésticos e quer evitar qualquer tipo de acidente com o seu instrumento, o ideal é que você use o suporte de parede, como o slatwall.

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04 fev

A música brasileira é conhecida por sua grande diversidade de estilos e ritmos, e sua mistura é uma importante referência da nossa cultura. Em nossas músicas conseguimos identificar traços europeus, africanos, indígenas e muitos outros. Mas como tudo isso se juntou e formou a música brasileira?

 

Podemos dizer que tudo começou com os índios, que com seus chocalhos, flautas e tambores formavam melodias que eram usadas nas danças em círculo. Além desses instrumentos, usavam as vozes, mãos e pés para incrementar suas músicas.

 

Com a chegada dos escravos trazidos da África, no século XVII, os ritmos começaram a ser mesclados, e começaram a ter influência do candomblé. Posteriormente, os portugueses juntaram as baladas lentas que eram acompanhadas por cavaquinhos, bandolins e guitarra portuguesa. Também houveram outros elementos influenciadores, como as óperas italiana e francesa, a dança bolero, e no século XX, o jazz norte americano.

 

Devido à combinação de todas essas culturas, a música brasileira tem uma identidade única, e através disso, nasceram diversos estilos como o samba, bossa nova, MPB, pagode, sertanejo e o funk carioca, sendo o samba mundialmente conhecido devido ao nosso carnaval. Aos poucos, outros ritmos também estão ganhando espaço fora do Brasil.

 

E aí, qual é o seu estilo favorito?

 

origem musica brasileira

Fonte: http://londonburning.com.br/historia-da-musica-no-brasil/

28 jan

 

 *Por Thermomatic do Brasil, empresa que produz e comercializa equipamentos que promovem o bem-estar e a saúde das pessoas. Pioneira no País na fabricação de desumidificadores de ambientes.

 

Os instrumentos musicais sofrem muito com a alta umidade, que pode trazer oxidação de partes metálicas, inchaço da madeira, mofo e bolor nas laterais e no tampo, e mais. Controlar esse fator é de extrema importância para nossos instrumentos.

 

Construídos a partir da vontade humana de imitar os sons da natureza, ainda na Idade da Pedra Lascada, os instrumentos já foram feitos de ossos e sementes. Hoje há instrumentos de cordas, teclas, metais, madeira e percussão. E quem toca, profissionalmente ou não, sabe que é preciso manter certos cuidados para assegurar a estabilidade e a estética dos seus instrumentos.

 

O Brasil é um país eclético e miscigenado — não é à toa que existem tantos tipos de instrumentos e ritmos musicais por aqui. Em bares, restaurantes, teatros, igrejas e até mesmo no transporte público, a música está presente em quase todos os lugares e é parte importantíssima da nossa cultura. São sons e ritmos que ajudam a contar momentos importantes da nossa história, fazem parte da educação de muitas crianças e são até usados no tratamento de algumas doenças.

 

Mas, para garantir todo o ritmo e a harmonia das composições, os músicos, produtores e bandas não podem contar apenas com talento. É preciso também prestar atenção ao manuseio, limpeza e armazenamento desses objetos. Afinal, cada tipo de instrumento exige um cuidado específico.

 

Um check-up feito por um luthier deve acontecer pelo menos uma vez por ano. Antes de tocar, é muito importante lavar as mãos. Toda oleosidade que carregamos nos dedos pode, com o tempo, provocar oxidação das cordas e surgimento de ferrugem nas peças, por exemplo. No dia a dia, lembre-se de não colocar nenhum objeto em cima dos instrumentos, principalmente do piano, pois isso pode alterar a vibração das cordas e, por conseguinte, o som das teclas.

 

 

Algumas dicas para prolongar a vida útil do instrumento

 

– Uso de capas, bags e cases: De valor acessível, qualquer uma das três opções ajuda a proteger instrumentos de batidas, quedas, arranhões, contato com impurezas, poeira e até da luz do sol. São ótimas sugestões, principalmente para quem deseja transportar os objetos de forma segura.

 

– Suporte: Não se deve simplesmente colocar o instrumento em qualquer canto da casa, no chão ou sob algum móvel. O risco de ter alguma parte do corpo danificada ou de empenar é muito grande. Por isso existem tantos modelos de suporte, que vão do chão às paredes e têm como intuito tornar o armazenamento mais simples.

 

– Controle da temperatura e umidade do ar: A exposição a ambientes cuja mudança de temperatura é comum pode provocar o surgimento de fissuras e pequenos riscos na camada de verniz de alguns instrumentos, como o violão. Por isso, o indicado é que seu instrumento permaneça em locais com temperatura entre 22 °C e 25 °C.

 

A umidade deve ser rigorosamente controlada e essa regra se aplica sobretudo aos instrumentos feitos de madeira, um tipo de material que absorve água e incha rapidamente.

 

Em níveis muito baixos, a umidade provoca o craquelamento do tampo e faz com que a madeira encolha e trinque. Já em ambientes cujo nível de umidade é alto, a cola que mantém trastes, braços e escalas unidos pode derreter e as partes acabam por descolar. Além disso, é comum que todas as peças metálicas oxidem e que mofo e bolor se desenvolvam nas laterais e no tampo dos instrumentos mesmo que eles estejam guardados em cases.

 

Já no caso dos pianos, o excesso de umidade afeta o feltro e a madeira, materiais presentes no mecanismo que faz o instrumento funcionar. Além do mofo e da ferrugem que podem surgir na parte interna, toda madeira presente na superfície, no martelo e nas cordas pode inchar, causando assim desnivelamento da tábua harmônica e inchaço do martelo e das cordas. Como consequência, esse mecanismo se torna mais lento e o som emitido pelas teclas é alterado.

 

A solução

 

O indicado pelos fabricantes é que os instrumentos sejam mantidos em ambientes cuja umidade esteja em torno de 50% — seja em um cômodo de casa, um estúdio improvisado, no local onde os ensaios da banda são feitos e até mesmo dentro de bags ou cases. O controle de umidade influencia diretamente a saúde dos instrumentos e, quando não feito de forma correta, pode acarretar danos e até perdas.

 

Os desumidificadores de ar são uma solução prática e eficiente, principalmente para quem não tem tempo para manter uma limpeza diária. Evitam a proliferação de fungos e impedem o surgimento das manchas de mofo e bolor. Colocado no mesmo cômodo em que estão os instrumentos, o equipamento pode ser usado de forma contínua — basta selecionar o nível de umidade desejado.

 

O equipamento que controla a umidade do ambiente nos níveis apropriados é uma ideia trazida para o Brasil pelos donos alemães da Thermomatic há 35 anos. Fazendo uma breve comparação: o ar-condicionado controla a temperatura, enquanto o desumidificador controla a umidade.

 

Cuide do seu instrumento do jeito certo e garanta a qualidade do seu som por mais tempo!

 

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21 jan

A música se tornou algo comum em nosso cotidiano, e é praticamente impossível alguém não conviver com ela diariamente. Muito usada como diversão ou relaxamento, já é mais que comprovado que a música traz inúmeros benefícios para a vida do ser humano.

 

Além de melhorar o nosso humor, nossa criatividade, memória e diminuir o nosso estresse, a música também ativa áreas do nosso cérebro que nos ajudam a evoluir. Essas áreas com a ajuda da música, promovem o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento.

 

E isso não é somente para crianças! A música é uma forma de terapia para pessoas de qualquer idade. Não somente para o bem estar no dia a dia, a música também ajuda em casos mais graves de doença, como pacientes com depressão e até mesmo pacientes em coma.

 

É verdadeiramente um dos melhores remédios que podemos ministrar em nossa vida. Por isso a Michael acredita e investe tanto nessa arte! E aí, já teve sua dose de música hoje? Conta pra gente como a música já te ajudou (ou ainda te ajuda).

importancia da musica no desenvolvimento humano

14 jan

A escolha de um violão faz toda a diferença no seu som! Mas não podemos esquecer de outro item muito importante: o encordoamento. Nas cordas de nylon, existem várias tensões: leve, normal, pesada e extra pesada. Mas como escolher a tensão ideal? Para decidir qual a melhor tensão para você, o recomendável é que teste todas, até encontrar a que seja mais adequada.

 

Além disso, é importante que você esteja com o braço do instrumento regulado. Um destaque nos violões da Michael, é que todos os modelos possuem tensor Dual Action, que permite uma regulagem perfeita e completa do braço. Caso você tenha dificuldade em fazer a regulagem do seu instrumento, o ideal é que leve o mesmo a um luthier de confiança para que ele coloque a corda ideal pra você e faça a regulagem do braço.

 

Para ter uma maior durabilidade nas cordas, o cuidado com elas é essencial. Um segredo: não trocamos as cordas somente quando elas arrebentam! A corda tem sua vida útil, então vai chegar um momento em que você não vai conseguir ter a mesma sonoridade, e isso vai atrapalhar até mesmo a afinação do violão.

 

Então confira algumas dicas para aumentar ainda mais a durabilidade das suas cordas:

 

– É muito importante que após tocar, você passe uma flanela limpa e seca em cada corda, evitando assim o desgaste por transpiração;

 

– Para você manter a regulagem do seu instrumento, é importante que quando for trocá-las você não retire todas as cordas de uma vez e sim que substitua uma a uma;

 

– Quanto menos você amarrar a corda no cavalete, melhor será a reverberação e a projeção sonora.

 

São dicas simples, mas que são valiosas no dia a dia! Quer ver essa matéria em formato de vídeo? Então acesse o link abaixo, e não esquece de deixar a sua curtida lá em nosso canal hein? Abraços!

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07 jan

2020 já está entre nós! Agora é hora de criar novas promessas, desafios e nos planejar para o ano que se iniciou. Mas, qual a melhor forma de fazer isso?

 

Pensando em te ajudar, separamos algumas dicas para que você comece o ano com tudo em relação ao seus estudos musicais. Bora conferir?

 

  1. Planejamento: Primeiramente, indicamos que faça todo um planejamento antes de começar a estudar. Defina o tempo de estudo, crie uma rotina. Estudar todos os dias? Somente aos finais de semana? Defina o que é melhor para você e planeje-se.

 

  1. Fonte dos estudos: já pensou de onde vai aprender tudo o que deseja? É importante que você estruture bem a sua fonte de informação, para que seja de qualidade e não uma perda de tempo. Alguns preferem ingressar em uma escola de música, outros preferem se aventurar sozinhos. Então analise qual é o melhor meio para você aprender.

 

  1. Invista: você já tem o instrumento desejado? Não? Então planeje-se e invista em um. Mesmo que seja mais simples, é normal começarmos de baixo mesmo. A medida do tempo vamos evoluindo, e aperfeiçoando nossos instrumentos. Só não deixe sua vontade de aprender música morrer, sem antes tentar cultivá-la.

 

  1. Dedicação: talvez seja o fator mais importante de todos! Não adianta montar toda uma rotina de estudos, planejar, juntar material, comprar o instrumento, se você não se dedicar! Não desperdice o seu tempo e esforço, dedique-se e você verá um excelente resultado em um curto período de tempo!

 

São essas as dicas que preparamos para que você tenha um rumo antes de começar os estudos em 2020! Ah, não esqueça que a Michael tem um canal no Youtube super rico de conteúdo, com várias dicas e técnicas completas para você! Se inscreva e acompanhe pelo link abaixo. Abraços!

https://www.youtube.com/user/michaelinstrumentos

Woman writing on her daily planner

24 dez

E junto com ele, o sentimento de solidariedade, de gratidão e alívio por mais um ano vencido. A Michael agradece e parabeniza a cada um que compartilha da mesma paixão que a gente, que é falar a língua da música! Que este natal seja cheio de alegria, bons momentos, pessoas especiais, e claro, muitas melodias!

 

E por falar em melodias, você sabe quais são as canções natalinas mais famosas? Fizemos um top 3, vem conferir!

 

  1. Jingle bell rock: mesmo sendo uma canção em inglês, é muito conhecida. Foi gravada inicialmente por Bobby Helms em 1957 com grande sucesso. Ao longo dos anos a canção recebeu várias versões diferentes de diversos artistas, como Girls Aloud, Hilary Duff, Chris Brown e Lindsay Lohan. O cover mais notável da canção foi do grupo Bill Haley & His Comets, liberado nos anos 90.

 

  1. Noite feliz: Quem nunca cantou “noite feliz, noite feliz”, não está comemorando o natal da maneira certa rsrs. “Stille Nacht”, traduzida para o português como “Noite Feliz”, foi escrita pelo padre Joseph Mohr e a composição foi feita por Franz Xaver Gruber em 1818, na cidade de Oberndorf, Áustria. Tem versões em, pelo menos, 45 línguas, e em 2011 foi considerada um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

 

  1. Sino de Belém: talvez seja a mais conhecida de todas, a melodia automaticamente vem em nossa cabeça quando falamos de natal: “bate o sino pequenino, sino de Belém”. A versão original foi escrita e composta por James Lord Pierpont e publicada como One Horse Open Sleigh em 16 de setembro de 1857.

 

Aposto que você conhece todas, não é mesmo? Até porque não importa o idioma, a música é uma linguagem universal! Então, no embalo dessas canções, desejamos a todos vocês um feliz natal! Até a próxima!

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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

17 dez

É algo normal ver alguém com fones de ouvidos na rua, no ônibus, pessoas passando de carro ouvindo música, ou um vizinho com um som alto no final de semana. Mas e na hora de dormir? Faz bem ou mal a saúde?

 

Muitas pessoas alegam que a música ajuda na hora de pegar no sono, e isso é realmente verdade. Já foi comprovado cientificamente que ouvir músicas calmas antes de dormir nos tranquilizam e nossa memória pode ser melhorada através de estímulos musicais.

 

Porém, deve-se ficar atento ao tipo de canção. Se a música for em um estilo mais agitado, pode trazer efeitos opostos aos descritos acima. As batidas nos deixam mais animados, e consequentemente podemos não ter uma boa noite de sono, o que pode nos deixar com mal humor e indisposição no dia seguinte. Além disso, ainda ficamos desatentos e temos nossa capacidade de memorização afetada. E mais uma observação: não deixe a música rolando a noite toda, pois também é necessário que seu cérebro descanse. Se somos estimulados por alguma luz ou som podemos não chegar ao sono profundo, que é o que nos faz descansar de fato.

 

Então, se você tem hábito de escutar música para adormecer, escolha uma canção mais tranquila, e não se esqueça de ajustar o volume moderadamente. Coloque sua saúde sempre em primeiro lugar!

música na hora de dormir

Fonte: https://cuidadospelavida.com.br/cuidados-e-bem-estar/dormir-bem/dormir-ouvindo-musica-prejudicar-qualidade-sono

F.Gênia